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Como o sistema start-stop diferencia uma partida do zero de um religamento no trânsito

Presente em cada vez mais veículos, o sistema start-stop ainda gera muitas dúvidas entre motoristas. Uma das perguntas mais comuns é: o motor liga da mesma forma ao sair da garagem e ao religar automaticamente no trânsito?A resposta é não. Apesar de o movimento parecer simples para quem está ao volante, o processo de religamento no start-stop é bem diferente de uma partida convencional. Entender essa diferença ajuda a esclarecer por que o sistema não prejudica o motor quando está funcionando corretamente e por que alguns componentes são mais reforçados em carros equipados com essa tecnologia. O que acontece em uma partida “do zero” Na partida tradicional, quando o carro está totalmente desligado: o motor de arranque entra em ação; a bateria fornece alta corrente; o motor gira até atingir rotação suficiente para combustão estável; sistemas como injeção, ignição e gerenciamento eletrônico passam do estado inativo para o ativo. Esse processo exige mais esforço do conjunto elétrico e mecânico, principalmente da bateria e do motor de partida, pois tudo parte do repouso absoluto. O que muda no religamento com start-stop No sistema start-stop, o cenário é completamente diferente. Quando o motor é desligado em um semáforo ou congestionamento: vários sistemas permanecem energizados; sensores continuam monitorando temperatura, posição do virabrequim e pressão; o motor para em um ponto estratégico para facilitar o próximo giro. No momento do religamento, o sistema eletrônico já “sabe” exatamente a posição do motor e injeta combustível no instante ideal. Isso permite uma partida muito mais rápida, suave e eficiente do que a tradicional. Em muitos casos, o motor nem chega a girar tanto quanto em uma partida comum, o que reduz vibrações e melhora o conforto do motorista. Componentes reforçados fazem toda a diferença Para suportar esse funcionamento repetitivo, os veículos com start-stop utilizam componentes específicos: baterias reforçadas (EFB ou AGM), projetadas para ciclos frequentes; motores de arranque mais resistentes ou, em alguns modelos, alternadores reversíveis; gerenciamento eletrônico avançado, que decide quando desligar ou religar o motor com base em múltiplas variáveis. Isso explica por que o sistema não pode ser comparado a desligar e ligar o carro manualmente várias vezes ao dia. O sistema prejudica o motor? Quando está funcionando corretamente e com manutenção adequada, não. O start-stop foi projetado justamente para reduzir consumo de combustível e emissões sem comprometer a durabilidade do motor. Problemas costumam surgir quando: a bateria não é do tipo correto; sensores estão com falhas; o sistema elétrico não está em boas condições. Nesses casos, o sistema pode ser desativado automaticamente pelo próprio carro como medida de proteção. Entender o funcionamento ajuda a preservar o veículo O start-stop não trata o religamento no trânsito como uma simples “partida do zero”. Ele utiliza inteligência eletrônica e componentes reforçados para garantir eficiência, conforto e segurança. Compreender essa diferença ajuda o motorista a usar o sistema com mais confiança e a reconhecer quando algo não está funcionando como deveria, evitando diagnósticos errados e intervenções desnecessárias. Acompanhe o nosso blog! Toda segunda e sexta-feira trazemos matérias exclusivas sobre as principais notícias do setor automotivo, tendências de mercado e conteúdos estratégicos para você rodar com total tranquilidade. (Quatro Rodas – auto serviço)

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Parceria chinesa de Volkswagen e Toyota investe na Leapmotor e reforça aposta em novos modelos

O mercado automotivo global segue em rápida transformação, impulsionado principalmente pela eletrificação e por novas alianças estratégicas entre grandes grupos. Um novo movimento nesse cenário envolve a Leapmotor, marca chinesa que acaba de chegar ao Brasil e que agora recebe um investimento relevante de um parceiro já conhecido no setor. O grupo estatal chinês FAW, que mantém parcerias consolidadas com Volkswagen e Toyota, anunciou um acordo de investimento e cooperação com a Leapmotor, reforçando a estratégia de expansão da marca e o desenvolvimento de novos veículos. FAW amplia presença no setor de veículos eletrificados O acordo prevê um aporte de aproximadamente R$2,9 bilhões, que será destinado tanto à participação acionária quanto ao desenvolvimento conjunto de tecnologias e novos modelos. A FAW é um dos maiores grupos automotivos da China e tem longa experiência em produção, engenharia e atuação global especialmente por meio de joint ventures com fabricantes tradicionais. Esse movimento acontece paralelamente à forte participação da Stellantis na Leapmotor, o que evidencia o potencial da marca e o interesse crescente de grandes grupos em ampliar presença no segmento de veículos eletrificados e inteligentes. Leapmotor ganha fôlego para crescer no Brasil e no mundo Recém – chegada ao mercado brasileiro, a Leapmotor faz parte de uma nova geração de montadoras chinesas que apostam em carros elétricos, híbridos e tecnologias embarcadas avançadas, com foco em eficiência, conectividade e custo competitivo. Com o novo investimento, a expectativa é acelerar: o desenvolvimento de plataformas globais; a ampliação do portfólio de modelos; a expansão internacional da marca, incluindo mercados como o Brasil. Essa combinação de capital, know-how industrial e parcerias estratégicas tende a fortalecer a competitividade da Leapmotor frente a marcas já estabelecidas. A entrada da FAW no capital da Leapmotor reforça uma tendência clara: o avanço das montadoras chinesas não ocorre de forma isolada, mas sim apoiado por grandes grupos globais e alianças industriais sólidas. Para o consumidor e para o setor automotivo como um todo, isso indica: maior diversidade de marcas e tecnologias; aceleração da eletrificação; aumento da concorrência e da inovação no mercado. O cenário aponta para um futuro cada vez mais dinâmico, em que parcerias estratégicas serão fundamentais para sustentar crescimento, escala e desenvolvimento tecnológico no setor automotivo. Está pensando em entrar para o mundo dos carros elétricos ou híbridos em 2026? Para não perder nenhum detalhe dessa transformação, acompanhe o nosso blog!  Toda segunda e sexta-feira trazemos matérias exclusivas sobre as principais notícias do setor automotivo, tendências de mercado e dicas técnicas para você rodar com segurança. (Fonte: Quatro rodas – Carros Elétricos)

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Empreender ou Investir? Por que a Franquia Bono Pneus é a Estratégia dos Grandes Executivos

Muitos profissionais de alta gestão e investidores chegam a um momento da carreira em que o desejo de construir o próprio patrimônio se torna prioridade. No entanto, surge a dúvida crucial: devo começar um negócio do zero ou investir em uma franquia? A resposta curta é: empreender sozinho é uma aposta; investir em uma franquia consolidada é uma estratégia de alocação de capital. No setor automotivo, onde a precisão técnica e a confiança da marca são pilares, essa diferença pode determinar o sucesso ou o encerramento precoce de uma operação. O Custo Invisível da Tentativa e Erro Abrir um negócio “do nada” exige que o investidor construa, simultaneamente, quatro frentes complexas: marca, processos operacionais, rede de fornecedores e cultura de atendimento. Na prática, isso significa que os primeiros anos são consumidos por testes. Cada erro na escolha de um fornecedor ou em uma campanha de marketing ineficaz drena o caixa e adia o ponto de equilíbrio (break-even). Para o executivo que valoriza o tempo e a eficiência, o custo da “tentativa e erro” é alto demais. O Diferencial Bono Pneus: Um Ecossistema de Performance Ao optar pela Bono Pneus, o investidor não está apenas comprando o direito de usar a logo; ele está adquirindo um mapa de navegação validado por 30 anos de mercado. Marca Consolidada: São mais de 70 unidades em operação, gerando autoridade imediata perante o consumidor final. Modelo Validado: Você não precisa descobrir como gerir o estoque ou como otimizar o fluxo de oficina. Nossos processos já foram testados e refinados em décadas de operação. Suporte 360º: Oferecemos suporte completo em Marketing (campanhas nacionais), Gestão (análise de indicadores) e Treinamento técnico e comercial através do Bono Training. A Matemática da Segurança: Dados que Comprovam o Negócio Investidores de alto padrão tomam decisões baseadas em números, não em suposições. A franquia Bono Pneus apresenta indicadores financeiros robustos que a colocam no topo das opções de investimento no varejo automotivo: Indicador Dado Médio Faturamento Médio Superior a R$ 4 Milhões / ano Investimento Inicial A partir de R$ 500 mil Payback (Retorno do Investimento) 20 a 36 meses Margem de Rentabilidade 9% a 10,5% Estes números refletem a força de um setor essencial: o brasileiro pode adiar a troca do carro, mas não pode adiar a manutenção de segurança (pneus, freios e suspensão). Troque a Incerteza pelo Resultado O mercado automotivo não para. Independentemente das oscilações da economia, a frota nacional continua crescendo e exigindo manutenção de alta tecnologia. O seu crescimento patrimonial também não deveria parar. Investir na Bono Pneus é trocar a incerteza de uma “aposta solo” pela robustez de um ecossistema de alta performance. É a oportunidade de utilizar sua expertise de gestão em um modelo que já provou ser lucrativo e resiliente. Não deixe sua decisão para depois. Clique no link abaixo e agende uma reunião exclusiva para entender como levar uma unidade da Bono Pneus para a sua região. https://franquias.bonopneus.com.br/

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Brasil em Movimento: Conheça os 70 Lançamentos que vão Revolucionar o Mercado Automotivo em 2026

O mercado automotivo brasileiro está prestes a viver um de seus anos mais emblemáticos. Se 2025 foi o ano da consolidação, 2026 será o ano da diversidade. Com a chegada de novas marcas, a nacionalização de modelos premium e uma ofensiva sem precedentes de veículos eletrificados, o cenário para motoristas e investidores nunca esteve tão aquecido. Na Bono Pneus, acompanhamos essas tendências de perto. Afinal, cada novo veículo que ganha as ruas exige uma infraestrutura de manutenção cada vez mais tecnológica e especializada. Confira abaixo os principais destaques que vão agitar as estradas brasileiras em 2026. 1. O Despertar dos Gigantes e Novos Entrantes 2026 marcará a estreia de nomes de peso e o retorno de conceitos clássicos. O grupo Caoa trará a aliança com a Changan, apresentando modelos como o crossover de luxo Avatr 11 e os SUVs CS75 e Uni-T. Mas a grande surpresa fica por conta da Cadillac. A icônica marca de luxo da GM debutará no Brasil com os SUVs elétricos Lyriq e Optiq, aproveitando o “hype” da sua entrada na Fórmula 1 para conquistar o público de alto padrão. 2. A Disputa Abaixo dos R$ 200 Mil: O Novo Volume Para quem busca eficiência e custo-benefício, as marcas consagradas prepararam fôlegos novos: Chevrolet: O aguardado “Sonic” (SUV derivado do Onix) chega para brigar no concorrido segmento de compactos. Fiat: Comemorando 50 anos de Brasil, a marca lança o Grande Panda, o sucessor espiritual do Argo e primeiro de uma nova família global. Jeep: O Avenger finalmente ocupará seu lugar como o SUV de entrada da marca, prometendo democratizar o acesso ao universo Jeep. 3. A Ofensiva Híbrida e Elétrica: O Caminho Sem Volta A eletrificação deixou de ser nicho. Marcas como BYD e GWM continuam pressionando o mercado, mas agora com rivais diretos: BYD: O destaque é o Yuan Pro DM-i e a nova picape intermediária que visa desbancar a soberania da Fiat Toro. Honda: O icônico Prelude retorna como um esportivo híbrido, unindo elegância e a dirigibilidade apurada que é marca registrada da empresa. BMW e Audi: A produção nacional ganha força com a terceira geração do Audi Q3 em solo paranaense, enquanto a BMW aposta no novo iX3, seu SUV elétrico de última geração. 4. Picapes e SUVs Médios: O Coração do Agronegócio e da Família O segmento de utilitários não ficará parado. A Ford reforça a linha Ranger com a versão cabine simples, essencial para frotas e trabalho. Já no campo dos híbridos plug-in, a Geely inicia sua produção no Brasil com o EX5, um SUV médio que promete incomodar os líderes atuais com tecnologia de ponta e produção local. O Desafio da Manutenção: Você está preparado? Com tanta tecnologia embarcada de sistemas híbridos leve (MHEV) de 12V da Citroën aos complexos sistemas híbridos plug-in da BYD e GAC o conceito de “oficina mecânica” ficou no passado. A chegada desses 70 modelos reforça a importância de centros automotivos que investem em capacitação técnica. Veículos com regeneração de energia, pneus específicos para carros elétricos (que possuem maior torque e peso) e sistemas de suspensão adaptativos exigem precisão. O Desafio da Manutenção: Você está preparado? Com tanta tecnologia embarcada de sistemas híbridos leve (MHEV) de 12V da Citroën aos complexos sistemas híbridos plug-in da BYD e GAC o conceito de “oficina mecânica” ficou no passado. A chegada desses 70 modelos reforça a importância de centros automotivos que investem em capacitação técnica. Veículos com regeneração de energia, pneus específicos para carros elétricos (que possuem maior torque e peso) e sistemas de suspensão adaptativos exigem precisão. Para quem já tem um carro ou pretende trocar nos próximos anos, acompanhar essas tendências ajuda a entender como o mercado está evoluindo e quais tecnologias vieram para ficar. (Fonte: Autoesporte – Lançamentos de carros)

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Câmbio Automático, CVT ou Dupla Embreagem: Qual a Diferença e Como Cuidar?

Até pouco tempo atrás, a escolha era simples: ou o carro era manual, ou era automático. Mas basta entrar em uma concessionária hoje para se deparar com siglas como CVT, DCT, DSG e TipTronic. Embora todos tenham o objetivo de livrar o motorista do pedal de embreagem, o funcionamento interno dessas transmissões é completamente diferente. E essas diferenças impactam diretamente o seu conforto, o consumo de combustível e, principalmente, o valor da manutenção. Nesta matéria, vamos desvendar as três principais tecnologias do mercado para você entender qual se adapta melhor ao seu perfil. 1. Câmbio Automático Convencional (Conversor de Torque) Este é o sistema mais clássico e robusto. Em vez de uma embreagem física, ele utiliza um componente chamado Conversor de Torque, que usa o óleo (fluido hidráulico) para transmitir a força do motor para as rodas. Vantagens: Extremo conforto e suavidade nas arrancadas. É conhecido pela alta durabilidade e por aguentar bem motores com muito torque (como picapes e SUVs grandes). Ponto de Atenção: Geralmente, consome um pouco mais de combustível que os outros sistemas devido ao leve “escorregamento” do conversor de torque. 2. Câmbio CVT (Transmissão Continuamente Variável) Imagine uma bicicleta com marchas, mas em vez de catracas fixas, ela usa duas polias que mudam de tamanho constantemente, conectadas por uma correia metálica. Esse é o CVT. Ele não tem marchas “reais” (1ª, 2ª, 3ª), mas sim infinitas variações. Vantagens: É o campeão da economia de combustível. Como o motor trabalha sempre na rotação ideal, o carro é muito eficiente na cidade. A aceleração é linear, sem “trancos”. Ponto de Atenção: Alguns motoristas sentem o efeito “elástico” (o motor sobe o giro e o carro demora um pouco a ganhar velocidade), o que pode parecer estranho para quem busca esportividade. 3. Dupla Embreagem (DCT ou DSG) Este é o “queridinho” de quem gosta de performance. Basicamente, são dois câmbios manuais dentro de uma única caixa. Uma embreagem cuida das marchas ímpares e a outra das pares. Enquanto você está na 2ª, a 3ª já está engatada, esperando apenas o comando. Vantagens: Trocas de marchas quase instantâneas (mais rápidas que um piloto de F1) e excelente aproveitamento da potência do motor. Ponto de Atenção: É um sistema mais complexo e sensível. Em situações de trânsito pesado (“anda e para”), pode sofrer maior desgaste se não for bem operado ou mantido. Tipo de Câmbio Conforto Desempenho Consumo Automático ⭐⭐⭐⭐⭐ ⭐⭐⭐ ⭐⭐ CVT ⭐⭐⭐⭐ ⭐⭐ ⭐⭐⭐⭐⭐ Dupla Embreagem ⭐⭐⭐ ⭐⭐⭐⭐⭐ ⭐⭐⭐⭐ O Impacto Direto na Manutenção (Onde Mora o Perigo) Aqui está a informação que muitos proprietários ignoram: Transmissão automática não significa “livre de manutenção”. Diferente do câmbio manual, onde você troca o kit de embreagem quando ele desgasta, nos sistemas automáticos o segredo é o fluido (óleo).   Fluido é Vida: O óleo do câmbio automático não serve apenas para lubrificar, ele limpa, resfria e, em muitos casos, transmite a força. Contaminação: Com o tempo, o fluido perde viscosidade e acumula limalhas metálicas. Se não for trocado no prazo (conforme o manual ou diagnóstico técnico), pode causar o entupimento de válvulas e a quebra do sistema. Custo de Reparo: Consertar uma transmissão automática quebrada pode custar de 10% a 20% do valor do carro. Fazer a manutenção preventiva custa uma fração mínima disso. O Impacto Direto na Manutenção (Onde Mora o Perigo) Aqui está a informação que muitos proprietários ignoram: Transmissão automática não significa “livre de manutenção”. Diferente do câmbio manual, onde você troca o kit de embreagem quando ele desgasta, nos sistemas automáticos o segredo é o fluido (óleo). Fluido é Vida: O óleo do câmbio automático não serve apenas para lubrificar, ele limpa, resfria e, em muitos casos, transmite a força. Contaminação: Com o tempo, o fluido perde viscosidade e acumula limalhas metálicas. Se não for trocado no prazo (conforme o manual ou diagnóstico técnico), pode causar o entupimento de válvulas e a quebra do sistema. Custo de Reparo: Consertar uma transmissão automática quebrada pode custar de 10% a 20% do valor do carro. Fazer a manutenção preventiva custa uma fração mínima disso. Os diferentes tipos de câmbio refletem a evolução da indústria automotiva em busca de mais conforto, eficiência e desempenho. Conhecer as características de cada sistema ajuda o motorista a tomar decisões mais conscientes, evitar desgastes prematuros e preservar o veículo por mais tempo. Entender o funcionamento do seu carro é um dos primeiros passos para rodar com mais segurança, economia e tranquilidade. (Fonte: Quatro rodas – auto serviço)

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Bateu o carro e o pneu estava careca? Entenda por que a seguradora pode negar o pagamento

Você paga o seguro do seu carro rigorosamente em dia, mantém as parcelas quitadas e acredita que, em qualquer imprevisto, terá o suporte da seguradora. No entanto, um detalhe que muitos motoristas ignoram pode transformar o momento do sinistro em um verdadeiro pesadelo financeiro: o estado dos pneus. Muitas pessoas nos perguntam aqui na Bono Pneus: “A seguradora pode realmente se recusar a pagar o conserto se o meu pneu estiver careca?”. A resposta curta é: Sim. Nesta matéria, vamos explicar os motivos técnicos e legais por trás dessa decisão e como você pode se proteger. Como as seguradoras analisam o sinistro? Sempre que ocorre um acidente (sinistro), a seguradora envia um perito para realizar uma vistoria técnica no veículo. O objetivo não é apenas avaliar os danos da batida, mas também verificar se o veículo estava em condições seguras de rodagem. Se o perito identificar que: Os pneus estavam abaixo do limite legal de desgaste (o famoso TWI de 1,6 mm); Havia um desgaste excessivo ou irregular (pneu “comido” de um lado); O estado dos pneus contribuiu diretamente para o acidente (como uma perda de aderência em pista molhada ou aquaplanagem); A seguradora pode negar a indenização alegando “Agravamento de Risco”. O que é o Agravamento de Risco? Esta é uma cláusula padrão na maioria das apólices de seguro no Brasil. Ela diz que o segurado tem o dever de não aumentar os riscos aos quais o veículo está exposto. Rodar com pneus carecas é considerado uma negligência que aumenta consideravelmente a chance de um acidente, invalidando assim a obrigação da empresa de cobrir o prejuízo. A base legal: Não é apenas uma regra do seguro A negativa das seguradoras tem um embasamento jurídico sólido, apoiado em dois pilares: Código de Trânsito Brasileiro (Art. 230, XVIII): Conduzir o veículo em mau estado de conservação, comprometendo a segurança (o que inclui pneus carecas), é uma infração grave, com multa e retenção do veículo. Condições Gerais da Apólice: O contrato de seguro é claro ao exigir que o proprietário mantenha o veículo em bom estado de conservação. Ao ignorar a troca dos pneus, o segurado descumpre sua parte no contrato. Existem exceções? Quando o seguro paga mesmo assim? Nem toda negativa é automática. O seguro pode ser obrigado a pagar em situações específicas onde o estado do pneu não teve influência no ocorrido: Acidente sem relação causal: Se o seu carro estava parado no semáforo e foi atingido por trás, o fato de o pneu estar careca não causou o acidente. Nestes casos, a seguradora geralmente não pode negar o pagamento. Furto ou Roubo: Se o veículo for levado por criminosos, o estado de conservação das peças normalmente não interfere na indenização integral. Ausência de Prova Técnica: Se a seguradora não conseguir provar, através de perícia, que o pneu careca foi o fator determinante ou agravante do acidente, a justiça brasileira costuma dar ganho de causa ao consumidor. Dica Prática: Como saber se é hora de trocar? Para não depender da sorte ou de discussões judiciais, a regra é simples: observe o TWI (Tread Wear Indicator). São pequenos ressaltos de borracha que ficam dentro dos sulcos do pneu. Quando a superfície do pneu atinge o mesmo nível desses ressaltos, ele atingiu o limite de 1,6 mm e deve ser trocado imediatamente. Por que trocar antes do limite? Segurança: Em dias de chuva, um pneu com 1,6 mm já perdeu cerca de 60% da sua capacidade de drenagem de água em comparação a um pneu novo. Economia: Evita multas graves (5 pontos na CNH) e garante que o seu investimento no seguro não seja jogado fora no momento que você mais precisar. Prevenir é mais barato que remediar Trocar os pneus pode parecer um gasto alto em um primeiro momento, mas o valor de um jogo de pneus novos é uma fração mínima perto do prejuízo de ter uma indenização de perda total negada pela seguradora. Aqui na Bono Pneus, somos especialistas em segurança. Oferecemos um Check-up de 30 itens, para garantir que você rode tranquilo e com o seu patrimônio protegido. Está na dúvida sobre o estado dos seus pneus? Passe em uma de nossas unidades e receba um diagnóstico honesto e profissional. Encontre a unidade Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/nossas-unidades/ (Fonte: STJ – Notícias)

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Senado Derruba Vetos e Retoma Exame Toxicológico e Outras 3 Mudanças Cruciais no Código de Trânsito!

O Congresso Nacional votou e decidiu: quatro vetos importantes do Presidente da República a mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foram derrubados. Isso significa que as regras que estavam suspensas agora voltam a ser lei, afetando diretamente quem está tirando a primeira CNH e quem precisa transferir a propriedade de um veículo. A mudança mais comentada é a retomada do exame toxicológico para as categorias A e B, mas não para por aí. Conheça as quatro alterações que entrarão em vigor e como elas impactam sua vida no volante e a segurança nas estradas. 1. Exame Toxicológico OBRIGATÓRIO para a Primeira CNH (Categorias A e B) A exigência do exame toxicológico, que antes se restringia aos motoristas profissionais (categorias C, D e E), agora se estende aos candidatos à primeira Permissão para Dirigir (CNH) nas categorias A (motos e ciclomotores) e B (carros de passeio). O que você precisa saber: 2. Transferência Eletrônica de Veículos: Mudanças na Assinatura de Contrato Outro veto derrubado impacta a transferência de propriedade dos veículos. O CTB agora exige que a assinatura eletrônica avançada nos contratos de compra e venda seja realizada por meio de uma plataforma homologada pelos órgãos de trânsito (DENATRAN/SENATRAN). Implicação: Essa medida busca dar mais segurança jurídica e digitalização ao processo de transferência, mas exige que os Detrans se adaptem e regulamentem as plataformas de assinatura aceitas. 3. Postos de Coleta Toxicológica em Clínicas Credenciadas Para facilitar o cumprimento da nova obrigatoriedade do exame toxicológico, o Congresso derrubou o veto que impedia a instalação de postos de coleta laboratorial dentro das clínicas médicas credenciadas pelos órgãos de trânsito. Benefício: Essa mudança deve agilizar o processo e centralizar as etapas de exames de saúde e coleta, reduzindo a burocracia e o tempo gasto pelo candidato. 4. Destinação das Multas para CNH de Baixa Renda Um quarto veto derrubado confirma que parte dos recursos arrecadados com multas de trânsito será destinada ao financiamento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de pessoas de baixa renda, que estão cadastradas no Cadastro Único do governo federal. Impacto Social: É uma medida de inclusão social que utiliza os recursos da fiscalização para facilitar o acesso à habilitação a quem não tem condições financeiras. As mudanças no CTB mostram que a legislação de trânsito está em constante evolução, sempre buscando maior rigor na segurança e, ao mesmo tempo, maior eficiência burocrática. A partir de agora, a responsabilidade do motorista começa com a garantia de aptidão legal e segue com a manutenção do veículo. Estar em dia com as leis é fundamental, assim como estar em dia com a manutenção preventiva do seu carro. Fique ligado no Blog da Bono Pneus para mais análises e informações essenciais! (Fonte: Senado Notícias)

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Por Que Abrir Sua Franquia Bono Pneus em Janeiro de 2026 é a Decisão Mais Estratégica

Quem se Posiciona no Início do Ano, Lidera. No mundo dos negócios, o timing é tudo. O investidor de sucesso não espera o mercado reagir; ele se posiciona estrategicamente. Abrir uma franquia Bono Pneus neste final de Dezembro a início de Janeiro de 2026 não é apenas uma data, é uma estratégia que garante que você inicie o ano fiscal com a máxima demanda e o suporte completo da nossa rede. Enquanto a concorrência se reorganiza, sua unidade já estará gerando receita. Descubra os 3 motivos pelos quais o início do ano é o momento ideal para ligar o motor da sua nova franquia de sucesso. Mercado Automotivo no Verão: Fluxo de Clientes Garantido O primeiro trimestre, impulsionado pelas férias e o verão, é tradicionalmente um dos períodos mais aquecidos para serviços automotivos. A abertura em Janeiro garante que você comece a operar imediatamente com um fluxo real e alto de clientes: Sua unidade não terá um ‘período de espera’ para clientes. Você inicia faturando, aproveitando a demanda natural do período. Início do Ciclo Financeiro: Previsibilidade e Gestão Otimizada O começo do ano é o momento em que todas as empresas se reorganizam, planejam investimentos e definem metas. Abrir em Janeiro facilita a previsibilidade e a gestão de forma incomparável: Você começa 2026 com o pé direito, com a Bono Pneus garantindo a base para uma gestão financeira eficiente. Suporte Completo: Onboarding Estruturado Investir no início do ano também significa ter um início de treinamento e onboarding mais focado e eficiente. Você não está apenas abrindo uma loja, está começando a se preparar desde o primeiro dia: Você começa 2026 com uma vantagem competitiva inegável, sustentada pelo nosso know-how de décadas. Comece 2026 Liderando Abrir sua unidade Bono Pneus em Janeiro é iniciar o ano com estratégia, demanda real e suporte profissional. É a decisão que separa quem espera o mercado de quem o lidera. Não espere o meio do ano para começar a faturar. O momento de garantir seu ponto e iniciar o treinamento é agora. Quer abrir sua franquia e começar 2026 com o pé no acelerador? Fale agora com nosso Gerente de Expansão! Acesse: https://franquias.bonopneus.com.br/

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Sobrevivência na Estrada: 5 Itens Essenciais que Você Precisa Revisar Antes de Dirigir na Chuva

Estamos na estação de chuvas no Brasil e, após meses de clima seco, as estradas se transformam em armadilhas. O piso molhado diminui drasticamente a aderência do pneu e a precipitação pode reduzir sua visibilidade a zero. Os cuidados para dirigir na chuva são simples e baratos, mas ignorá-los é colocar sua segurança e a de sua família em risco. O que realmente exige atenção máxima no seu veículo? Preparamos um check-list de 5 itens cruciais que você precisa revisar, começando pelo principal contato com o solo. Pneus: O Escoamento da Água é a Sua Vida A manutenção dos pneus é a defesa número um contra acidentes na chuva. Seus sulcos foram projetados para escoar a água e garantir que a borracha permaneça em contato com o asfalto. Dica de Compra: Fique de olho na etiqueta do Inmetro e escolha pneus com boa classificação de aderência em piso molhado. Na Bono Pneus, temos a consultoria certa para essa escolha crucial. Palhetas do Limpador: Enxergar é a Sua Prioridade De que adianta o carro ter tração se você não enxerga um palmo à frente? Palhetas ressecadas ou rachadas não limpam o vidro; elas criam ‘faixas’ que anulam a visibilidade, especialmente à noite. A diferença de preço entre uma palheta de qualidade e uma barata é mínima perto da segurança que a visibilidade total proporciona. Sistema de Iluminação: Seja Visto! Na chuva, você não precisa apenas enxergar; você precisa ser visto! Faróis e lanternas funcionam como seu aviso. O Desafio da Frenagem no Molhado A água e a pista escorregadia aumentam a distância de frenagem. Seu sistema de freios precisa estar 100% eficiente para compensar essa perda de aderência. Bateria e Alternador: Para Não Ficar na Mão Na chuva, seu carro tem um pico de consumo elétrico: faróis ligados, limpadores ativos e, muitas vezes, ar-condicionado. Se a bateria ou o alternador (que a recarrega) estiverem fracos, você corre o risco de ficar parado. Sua Revisão de Chuva Completa Está Aqui Não espere o temporal chegar para descobrir que seu carro não está pronto. A manutenção preventiva na época de chuvas é um pequeno investimento que garante a sua segurança e evita prejuízos maiores. Se você notou qualquer um dos problemas acima, ou se a validade das suas palhetas expirou, não adie a visita a Bono Pneus. Agende o Check-up de Segurança Contra a Chuva na Bono Pneus! Garanta que seu carro tenha tração, visibilidade e frenagem perfeitas. Acesse: https://bonopneus.com.br/nossas-unidades/ (Fonte: CNN – Autopapo)

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IPVA Zero: Câmara Aprova Isenção Nacional para Carros com Mais de 20 Anos. Entenda as Novas Regras!

Uma excelente notícia para milhões de proprietários de veículos mais antigos: a Câmara dos Deputados acaba de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante a isenção do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) para carros com 20 anos ou mais de fabricação. A expectativa é que a mudança, que uniformiza a regra em todo o Brasil, entre em vigor já em 2026. Para o proprietário de veículos de baixa renda, essa economia pode ser crucial para manter a manutenção em dia. Mas quem realmente será beneficiado? Detalhamos os requisitos e o que falta para a nova lei começar a valer. A Regra dos 20 Anos: Quem Ganha a Imunidade Tributária A principal mudança é a uniformidade da regra em nível nacional. Atualmente, o IPVA é um tributo estadual, e as regras de isenção variavam drasticamente. Com a PEC 72/2023 aprovada, a imunidade tributária se aplicará a: Importante: A isenção se aplica somente a veículos terrestres com 20 anos ou mais de fabricação. Quem NÃO será Isento: A medida visa, primariamente, beneficiar cidadãos de baixa renda, que utilizam veículos mais antigos como meio de transporte e trabalho, aliviando o custo anual do imposto. O Impacto e a Uniformidade no Território Nacional Embora alguns estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, já possuam regras de isenção (por tempo de fabricação), a promulgação desta PEC garante que o benefício se estenda a todo o território nacional. O impacto será maior em estados onde a isenção por tempo de fabricação ainda não existia ou era mais rigorosa, como: Minas Gerais, Pernambuco, Tocantins, Alagoas e Santa Catarina. Como destacou o relator do projeto, deputado Euclydes Pettersen, e o deputado Domingos Sávio, o objetivo é garantir que a economia gerada possa ser revertida na manutenção do veículo, fundamental para a segurança no trânsito. Reinvista na Sua Segurança A aprovação desta PEC representa um alívio financeiro significativo para quem mais precisa. Com o dinheiro que seria gasto no IPVA, o motorista ganha a oportunidade de investir na longevidade e segurança de seu veículo. Carros com 20 anos ou mais exigem atenção redobrada com pneus, freios, suspensão e alinhamento para rodar com tranquilidade. Seu carro merece o melhor cuidado, especialmente se ele já te acompanha há duas décadas. Use essa economia para garantir que seu veículo continue rodando seguro e confiável por muitos anos. Fique ligado no Blog da Bono Pneus para mais informações sobre manutenção e economia veicular! (Fonte: Autoesporte – serviços)

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A Franquia que Está Impulsionando o Sucesso em Todo o Brasil.

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