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O Mistério do “Delay” no Acelerador de Carros Novos: Especialistas Explicam Por Que Seu Carro Demora a Responder

Você sente um atraso entre pisar no pedal e o carro reagir? Saiba que o “delay” não é um defeito, mas uma estratégia proposital das montadoras para atender a uma lei rigorosa de controle de emissões. A queixa é comum em grupos de proprietários e fóruns automotivos: “Piso no acelerador e o carro demora a engatar.” Esse fenômeno, conhecido como “delay” ou atraso na resposta do pedal, é evidente em modelos populares no Brasil, como Volkswagen T-Cross, Nivus e, em menor grau, no Nissan Kicks. Muitos motoristas chegam a descrever a sensação como “agonizante”, especialmente em ultrapassagens ou saídas rápidas. Mas, afinal, por que carros novos e com tecnologia de ponta parecem “pecar” na entrega imediata de potência? A resposta, segundo especialistas como Erwin Franieck (conselheiro executivo da SAE Brasil) e Pedro Scopino (professor de mecânica e consultor técnico), não está no defeito, mas sim no rigor da legislação ambiental. O “Cérebro” do Motor: Mapeamento Eletrônico e Emissões A causa primária do delay reside no mapeamento eletrônico do motor, um ajuste fino realizado na Unidade de Controle do Motor (ECU) o verdadeiro “cérebro” do powertrain. Segundo Erwin Franieck, o que define o comportamento reativo ou demorado do acelerador é o acerto da ECU para as emissões de poluentes. “É justamente ao regular as emissões que um motor pode sacrificar o desempenho, pois a mistura [entre ar e combustível] fica mais pobre,” explica Franieck. O mapeamento eletrônico controla diversas variáveis cruciais (como mistura, ignição, pressão do turbo, consumo e durabilidade) e é uma balança delicada: ao priorizar a eficiência ambiental, o sistema pode reduzir a performance imediata do veículo. O consultor Pedro Scopino complementa a análise: “Em toda aceleração rápida, você acaba aumentando demais a mistura de ar e combustível. Em acelerações lentas e progressivas, se economiza combustível e diminui a emissão de poluentes.” O PROCONVE L8 e a Prova na Prática (Case Volkswagen) O surgimento mais intenso dessas reclamações tem um marco temporal bem definido: o início da vigência do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve L8). Em 2024, a Volkswagen confirmou ter realizado um remapeamento em seu motor 1.0 turbo justamente para atender aos novos e rigorosos requisitos da fase L8 do Proconve. Foi a partir dessa atualização que as queixas de delay nos modelos como o Nivus se tornaram mais frequentes. Os resultados da mudança, no entanto, são complexos: Indicador Antes do Remapeamento Após o Remapeamento (Proconve L8) Emissão de Poluentes (Nivus) 252 mg/km 207 mg/km (Melhora – Objetivo alcançado) Consumo Urbano (Gasolina) 12,1 km/l 11,9 km/l (Piora Ligeira) 0 a 100 km/h 10 segundos 10 segundos (Mantido) Apesar da leve piora no consumo, a marca alemã atingiu seu objetivo principal: a redução significativa nas emissões, provando que o sacrifício no tempo de resposta do pedal foi uma troca estratégica. Alívio ao Câmbio e o Futuro da Eletrificação O controle eletrônico da aceleração tem ainda outro efeito positivo para a longevidade do veículo, como aponta Scopino: a redução da potência de forma suave também “ajuda a preservar um pouco a vida útil do câmbio automático, pois quanto mais suave for a aceleração, menor tranco o que o conversor de torque irá sofrer.” O Proconve L8, que iniciou sua fase mais branda em 2024, terá regras ainda mais rígidas em 2027 e 2029. Especialistas são categóricos ao afirmar que, mesmo com a regra flexível baseada na média da frota, será praticamente impossível cumprir essas metas sem a eletrificação dos veículos. O delay no acelerador, portanto, é um sintoma da transição: um ajuste eletrônico forçado para que os motores a combustão atuais consigam sobreviver por mais alguns anos sob a pressão das leis ambientais, até que a eletrificação se torne a norma. (Fonte: Autoesporte – Serviços Automotivo)

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Diesel Ainda é Ouro? Família Controladora da Volkswagen Mira Investimento de R$ 37 Bilhões em Motores a Combustão

Enquanto o mundo avança para o elétrico, a poderosa família Porsche-Piëch sinaliza uma aposta ousada: adquirir uma fatia majoritária na divisão de motores a diesel da VW. Entenda o que está por trás dessa decisão estratégica e o futuro da combustão. A indústria automotiva global vive sob a bandeira da eletrificação. No entanto, um movimento estratégico da família Porsche-Piëch, que detém o controle do Grupo Volkswagen (VW), sugere que o motor a diesel está longe de ser extinto, pelo menos no que diz respeito à rentabilidade industrial. Fontes ligadas ao processo revelaram ao Financial Times que a família controladora está considerando investir diretamente na divisão de motores a diesel da montadora, hoje avaliada em cerca de €6 bilhões, o equivalente a impressionantes R$37 bilhões. A Unidade em Foco: Everllence e Motores de Alto Valor O ativo que despertou o interesse dos acionistas majoritários é a unidade conhecida como Everllence (anteriormente chamada MAN Energy Solutions). Essa divisão é especializada na produção de motores a diesel e turbinas industriais. Trata-se de um segmento com demandas específicas e alto valor agregado, que atende não apenas veículos de passeio, mas também embarcações, geração de energia e equipamentos pesados, garantindo um fluxo de receita estável. A Volkswagen planeja separar essa unidade no início de 2026 como parte de um amplo plano de reorganização, focado em desmembrar ativos considerados menos centrais à sua nova estratégia de eletrificação e plataformas digitais (EVs). O Contraste Estratégico: Por Que o Diesel Atrai Bilhões? A iniciativa da família Porsche-Piëch é, à primeira vista, contraditória. Enquanto a VW gasta bilhões no desenvolvimento de carros elétricos (EVs) e sinaliza o fim da era da combustão, a família aposta em um setor que muitos analistas consideraram em declínio. O interesse na Everllence não é exclusivo da família: grandes fundos de private equity, como o sueco EQT, também demonstraram interesse preliminar na aquisição de parte da unidade. A Dança dos Acionistas e o Futuro da VW A operação, que visa vender a maior parte do controle acionário a investidores externos, levanta questionamentos sobre potenciais conflitos de interesse, visto o envolvimento direto dos acionistas controladores no desmembramento de um ativo. No entanto, movimentos semelhantes de aquisição interna já ocorreram na história do Grupo. A Volkswagen, por sua vez, planeja manter uma participação minoritária na nova empresa, permitindo-lhe colher parte dos lucros futuros sem desviar o foco de seus ambiciosos planos de eletrificação. O desmembramento da Everllence é um sinal claro de que a transição energética não será uniforme. Enquanto o carro de passeio mira o elétrico, o motor a diesel e a combustão mantêm um valor industrial inegável, especialmente para aqueles dispostos a investir em um nicho que ainda vale ouro. Quer saber mais sobre as grandes decisões da indústria automotiva? Continue acompanhando o Blog da Bono Pneus! Matérias novas toda Segunda e Sexta -feira. (Fonte: Site Notícias Automotivas)

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Crise de Chips no Setor Automotivo: Porque Nissan e Mercedes Estão em Alerta e Como Isso Afeta Seu Carro no Brasil

A disputa comercial e de propriedade intelectual envolvendo a fabricante de semicondutores Nexperia se aprofunda, destacando a vulnerabilidade da indústria e ameaçando a produção de veículos no Brasil. A crise de fornecimento de semicondutores, que tem assolado a indústria automotiva global nos últimos anos, acaba de ganhar um novo e preocupante capítulo. Grandes montadoras como Nissan Motor e Mercedes-Benz alertaram publicamente sobre o agravamento da situação, expondo as crescentes repercussões de um impasse geopolítico entre a Holanda e a China. Este cenário não é apenas um problema distante: ele impacta diretamente a produção e o mercado de veículos no Brasil, exigindo atenção de todos os envolvidos no setor. A Bono Pneus detalha o que está em jogo neste novo e complexo desafio da cadeia de suprimentos global. O Centro da Disputa: A Fabricante de Chips Nexperia O agravamento da crise está ligado a um conflito de propriedade intelectual e comercial focado na fabricante holandesa de chips Nexperia. Os semicondutores produzidos pela empresa são amplamente utilizados em inúmeros componentes eletrônicos essenciais para a fabricação dos carros modernos. O governo holandês tomou o controle da Nexperia em setembro, citando preocupações com a possível transferência de tecnologia sensível para a matriz chinesa da empresa, a Wingtech. A empresa chinesa é, por sua vez, monitorada pelos Estados Unidos como um possível risco à segurança nacional. O Alerta das Gigantes: Visibilidade Zero e Busca por Soluções As declarações das montadoras demonstram a seriedade do problema e a falta de clareza sobre o futuro do fornecimento: O diretor de desempenho da Nissan, Guillaume Cartier, foi direto ao ponto ao ser questionado sobre o impacto no fornecimento de chips: “Não é uma questão pequena, é uma questão grande”. Ele admitiu que a montadora “não tem visibilidade total” sobre a extensão do problema no final da cadeia de suprimentos. A Mercedes-Benz também confirmou a gravidade, com o presidente-executivo Ola Kaellenius afirmando que a montadora alemã está ativamente procurando outros fornecedores ao redor do mundo. Kaellenius ressaltou a dificuldade em prever como a situação irá se desenrolar nos próximos meses. O Impacto no Brasil: Risco Iminente de Paralisação Como um importante polo automotivo, o Brasil não está imune às ondas de choque desta crise. O secretário do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Uallace Moreira, emitiu um alerta sério: algumas montadoras de automóveis no país podem ter que paralisar suas linhas de produção dentro de duas a três semanas se o cenário internacional de oferta de chips não for resolvido. O governo brasileiro reconhece a urgência e já se movimenta, buscando contato com as autoridades chinesas para tentar mediar a situação e encontrar uma solução que evite um colapso na produção nacional A instabilidade no fornecimento de semicondutores reafirma a dependência global da indústria automotiva de cadeias de suprimentos complexas e politicamente sensíveis, um fator que deve continuar a influenciar o mercado de veículos por tempo indeterminado. Quer se manter informado sobre as tendências e notícias que movem a indústria automotiva? Acompanhe o blog da Bono Pneus! (Fonte: CNN Brasil)

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BYD inaugura seu oitavo navio e agora transporta 1 milhão de carros por ano

Com o Jinan, a capacidade total de transporte da empresa passará de um milhão de veículos por ano  A BYD não tem sido rápida apenas em desenvolver, produzir e lançar novos carros, mas também em fazer o mesmo com navios. De acordo com a chinesa, seu oitavo navio, o Jinan, acaba de entrar em serviço para transportar seus carros pelo mundo. Com ele, a marca completa a frota prometida e passa a ter capacidade de transportar 1 milhão de carros por ano por conta própria.  Tenha mais informações sobre no  https://quatrorodas.abril.com.br/carros-eletricos/byd-inaugura-seu-oitavo-navio-e-agora-transporta-1-milhao-de-carros-por-ano/  BYD Expande Frota de Navios e Passa a Transportar 1 Milhão de Carros por Ano A indústria automotiva global está em plena transformação, e a BYD mostra que não quer apenas acompanhar essa evolução, mas liderar o movimento. A marca chinesa, referência em veículos elétricos e híbridos, anunciou a entrada em operação do seu oitavo navio de transporte de veículos, o Jinan. Com ele, a montadora atinge um marco impressionante: capacidade própria para transportar mais de 1 milhão de carros por ano para diversos mercados do mundo. Muito Além de Carros: Estratégia de Expansão Global Ao investir em navios próprios, a BYD mostra que entende que o futuro não se faz apenas com bons produtos, mas também com infraestrutura eficiente. Essa decisão reduz custos logísticos, aumenta a independência da marca e acelera a chegada dos veículos a diferentes países. O resultado? Mais competitividade no mercado internacional e mais rapidez para responder à crescente demanda por carros eletrificados. O Que Isso Representa para o Setor Automotivo A BYD já é uma das grandes protagonistas do segmento de carros elétricos e híbridos no Brasil. Agora, com a capacidade de transportar 1 milhão de veículos ao ano, a marca se consolida ainda mais como um dos principais players globais da nova era automotiva. Esse movimento mostra a força do setor e reforça algo que também impacta o mercado brasileiro: a demanda por mobilidade sustentável só tende a crescer. O Futuro da Mobilidade Também Pode Ser o Seu Futuro Enquanto montadoras como a BYD ampliam seus horizontes para atender uma demanda mundial crescente, a Bono Pneus abre espaço para que empreendedores façam parte de uma rede sólida e preparada para acompanhar as transformações do setor automotivo.  A pergunta é: você vai apenas assistir ao crescimento desse mercado ou vai se tornar protagonista dele com a Bono Pneus? Descubra como abrir a sua franquia: franquia.bonopneus.com.br/seja-um-franqueado (Fonte: Quatro Rodas – Carros elétricos) 

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Franquia Bono Pneus: Por Que Investir é Diferente de Abrir um Negócio Sozinho

Empreender é um sonho para muitos brasileiros. Mas a verdade é que abrir um negócio do zero pode ser um desafio enorme. É preciso construir uma marca do nada, entender profundamente o mercado, criar processos eficientes, buscar fornecedores confiáveis, montar equipe e ainda lidar com a rotina pesada da operação. Na prática, isso significa anos de tentativa e erro até encontrar um caminho estável e muitos empreendedores não resistem até lá. Mas existe um caminho mais inteligente: investir em uma franquia consolidada. O Diferencial da Bono Pneus no Mundo das Franquias Quando falamos em franquias, nem todas entregam a mesma segurança e estrutura. No caso da Bono Pneus, a diferença é clara: você não apenas abre uma empresa, mas entra para uma rede forte, sólida e reconhecida no setor automotivo. Veja o que você encontra ao investir em uma unidade: 🔹 Marca consolidada – mais de 70 lojas em operação, referência no setor automotivo.🔹 Suporte completo – treinamento, gestão, marketing e processos já estruturados.🔹 Modelo testado – uma operação validada que reduz riscos e aumenta as chances de sucesso.🔹 Mercado promissor – o setor automotivo segue em crescimento com frota em expansão e demanda constante por manutenção. Números que Provam a Força da Franquia Bono Pneus Investir em uma Bono Pneus é muito mais do que abrir uma oficina. É entrar em um negócio robusto, com projeção real de retorno: Você Prefere Arriscar ou Crescer com Estrutura? O empreendedor que abre sozinho precisa arriscar tempo, dinheiro e energia para descobrir como o mercado funciona. Já o franqueado Bono Pneus começa com um mapa pronto, suporte de especialistas e a força de uma marca reconhecida nacionalmente. A pergunta é: você quer arriscar tudo sozinho ou iniciar seu futuro com a segurança de uma rede consolidada? Com a Bono Pneus, você não apenas abre um negócio, você investe em liberdade, em realização e em um futuro próspero.Conheça todos os detalhes e descubra como abrir a sua Bono Pneus. Acesse: https://franquias.bonopneus.com.br/

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Controle de Tração gasta mais combustível? Descubra a verdade

Muitos motoristas ainda têm dúvidas sobre o funcionamento docontrole de tração(TCS ou TC) e se ele realmente influencia no consumo de combustível. Afinal, será que deixar o sistema ligado faz o carro gastar mais? A resposta é clara: não, o controle de tração não aumenta o consumo do veículo. Pelo contrário, sua função é melhorar a performance e garantir mais segurança e estabilidade ao dirigir. Como funciona o controle de tração? O TCS atua diretamente nas rodas motrizes do carro. Quando sensores identificam que uma delas está girando mais do que deveria, em pistas molhadas, escorregadias ou ao arrancar em aclives, o sistema reduz a potência do motor ou aplica o freio em uma roda específica para corrigir o movimento. Esse ajuste evita a perda de aderência e ajuda o veículo a manter a trajetória correta, diminuindo o risco de acidentes. O impacto no consumo de combustível O controle de tração não está relacionado a um aumento de gasto de combustível. O que pode influenciar no consumo é o tipo de piso, a forma de dirigir e as condições gerais do veículo. Pelo contrário, ao evitar que o carro perca tração, o sistema pode até contribuir para um uso mais eficiente da energia, já que reduz desperdícios de potência. Quando desligar o controle de tração? Embora seja um recurso importante para a segurança, existem situações em que desligar o sistema pode ser útil, como: No dia a dia, no entanto, a recomendação é manter o controle de tração sempre ativado, já que ele é um grande aliado para a segurança de todos a bordo. O controle de tração não é inimigo do consumo, é um aliado da segurança. E para que esse sistema funcione sempre da melhor forma, é essencial manter o carro em boas condições, com pneus calibrados, alinhados e em perfeito estado. Na Bono Pneus, você encontra serviços completos de revisão, alinhamento, balanceamento e os melhores pneus multimarcas para rodar com segurança em qualquer situação. Descubra uma Bono Pneus próxima a você: https://bonopneus.com.br/nossas-unidades/

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Toyota Paralisada: O Que o Mercado Automotivo Pode Esperar nos Próximos Meses

O mercado automotivo brasileiro acaba de enfrentar um grande impacto: a Toyota paralisou parte de suas operações após o fenômeno climático que destruiu a fábrica de motores em Porto Feliz (SP). O acontecimento interrompeu também as linhas de produção de Sorocaba e Indaiatuba, o que já começa a movimentar a disputa entre as montadoras. Segundo Cassio Pagliarini, sócio da consultoria Bright Consulting, “a Toyota realmente passará por um momento severo nos próximos dois meses”. Essa pausa na produção pode mexer diretamente na colocação da marca no ranking de vendas no Brasil. Como a paralisação afeta o mercado de carros? Hoje, a Toyota ocupa a 4ª posição em vendas nacionais, com mais de 121 mil veículos comercializados em 2025. Apesar disso, a Hyundai vem logo atrás com 119 mil unidades, o que significa que a sul-coreana pode ultrapassar a japonesa já no próximo mês. Além disso, a Toyota pode sentir o baque no setor de SUVs, onde o Corolla Cross é líder entre os médios e ocupa a 3ª posição geral, atrás apenas dos compactos VW T-Cross e Hyundai Creta. Seu rival direto, o Jeep Compass, deve ganhar força neste período de ausência. Toyota perde espaço… mas não sua força de marca Apesar da queda temporária, especialistas garantem que a Toyota não terá o mesmo destino de outros modelos que perderam fôlego após crises de produção, como o Chevrolet Onix em 2021. A tradição e a confiança que a Toyota construiu no Brasil são diferenciais que devem garantir sua recuperação assim que a produção for retomada. O que isso significa para você, motorista? Essa movimentação no mercado pode trazer alguns reflexos práticos: Bono Pneus alerta: cuidar do seu carro é prioridade  Independentemente da marca, esse cenário reforça um ponto importante: quem mantém o carro bem cuidado está sempre à frente. Enquanto o mercado passa por mudanças, você pode:✅ Evitar dores de cabeça com revisões preventivas.✅ Aumentar a vida útil dos pneus e economizar combustível com alinhamento e balanceamento em dia.✅ Valorizar seu veículo no mercado de seminovos com histórico de manutenção em ordem. Na Bono Pneus, você encontra tudo em um só lugar: pneus das melhores marcas, revisão completa e equipamentos de última geração para cuidar do seu carro com confiança e segurança. Não espere os efeitos do mercado para agir. Agende sua revisão na Bono Pneus e dirija sempre com tranquilidade. Acesse:  https://bonopneus.com.br/nossas-unidades/  (Fonte: Uol – Carros)

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Multa de Trânsito: como pagar com até 40% de desconto pelo app CDT

Levar uma multa nunca é agradável. Além da dor no bolso, ela ainda pode pesar na sua carteira de motorista com pontos indesejados. Mas a boa notícia é que você pode reduzir o valor da multa em até 40% de forma simples e digital. Isso mesmo: desde 2020, com as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), todo motorista pode quitar suas infrações com desconto através do Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), disponível no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). Quer saber como funciona e garantir esse benefício? A Bono Pneus preparou um passo a passo completo para você. Por que existe o desconto de até 40%? O desconto é possível porque o processo de notificação e pagamento foi digitalizado. Isso significa menos custos com impressão e envio físico de cartas, o que permite ao motorista pagar menos. Mas atenção: o desconto só vale para quem não entrar com recurso e reconhecer a infração dentro do sistema. Outro ponto importante é verificar se o órgão que aplicou a multa está conveniado ao SNE. Caso contrário, o benefício não estará disponível. Passo a passo para pagar multas com 40% de desconto 1. Baixe o aplicativo CDT No seu celular, instale o Carteira Digital de Trânsito (CDT) e faça login com a sua conta Gov.br.Se ainda não tem cadastro, será necessário incluir informações como: CPF, e-mail, CNH, Renavam do veículo, placa e código de segurança. 2. Ative o SNE No menu inicial, vá até “Preferências” > “Sistema de Notificação Eletrônica (SNE)”.Leia os termos, aceite e toque em “Aderir”. A partir daí, todas as multas chegarão digitalmente no app. 3. Cadastre seu veículo Associe seu carro ou moto ao sistema para que as infrações sejam vinculadas automaticamente ao seu perfil. 4. Consulte e pague com desconto Na aba “Infrações”, você pode visualizar as multas e escolher o pagamento com:40% de desconto se não recorrer;20% de desconto caso desista da defesa prévia. Atenção: o boleto já virá com o valor reduzido, mas o pagamento precisa ser feito até o vencimento. Vale a pena usar o desconto? Com certeza. Além de economizar, você resolve a pendência de forma prática e digital, sem precisar enfrentar filas ou burocracias. Lembre-se: o desconto ajuda no bolso, mas os pontos continuam sendo somados à sua CNH. Por isso, prevenir é sempre o melhor caminho. (Fonte: Auto Esporte – Serviços)

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Do Sonho à Realidade: Como Empreender Pode Transformar Sua Vida

Muitas pessoas sonham em conquistar independência financeira, liberdade de tempo e realização profissional. Mas, na prática, esse sonho muitas vezes esbarra em medos: “E se eu não der conta?”, “E se não tiver clientes?”, “E se eu perder dinheiro?”. A verdade é que empreender pode, sim, transformar sua vida – mas escolher o caminho certo faz toda a diferença. Empreender com Propósito Abrir um negócio vai além de buscar lucros. É sobre criar algo que faça sentido, construir um legado e ter orgulho do que se faz todos os dias. Quando você se torna empreendedor, passa a ter o poder de decidir seu futuro e a forma como quer viver. O Apoio que Faz a Diferença Enquanto muitos tentam abrir empresas do zero e enfrentam erros caros, quem investe em uma franquia conta com suporte desde o primeiro dia. Na Bono Pneus, por exemplo, o franqueado não caminha sozinho. Ele recebe treinamento, consultoria, suporte de marketing e toda a expertise de mais de 70 lojas já em operação pelo Brasil. Isso significa que você pode empreender sem precisar ter experiência prévia no setor automotivo. O que realmente importa é a sua dedicação e vontade de crescer. Liberdade com Segurança Ser dono do próprio negócio significa conquistar liberdade, mas também responsabilidade. Por isso, ter ao lado uma marca consolidada, reconhecida nacionalmente e com modelo validado é a forma mais segura de transformar o sonho em realidade. Está Pronto Para o Próximo Passo? O que separa quem sonha de quem conquista é a ação. Se você deseja mudar sua vida, conquistar independência e escrever uma nova história como empreendedor, a oportunidade está em suas mãos. Conheça mais sobre como se tornar um franqueado Bono Pneus e dê o primeiro passo rumo ao seu futuro. Acesse: https://franquias.bonopneus.com.br/

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Amaciamento do motor: mito ou necessidade nos carros atuais?

Com os avanços da tecnologia automotiva, muitos motoristas acreditam que o famoso “amaciamento do motor” ficou no passado. Mas, segundo especialistas, esse cuidado continua sendo fundamental e não apenas para veículos a combustão. Por que o amaciamento ainda é necessário? De acordo com William Artigiani, consultor mecânico mesmo com componentes cada vez mais resistentes, o motor de um carro zero-quilômetro ainda precisa passar por um período de adaptação. “Mecanicamente, falamos de um conjunto novo: o anel raspador ainda não percorreu o cilindro, existem ranhuras do brunimento que precisam ser ajustadas e as peças ainda não sofreram altas dilatações”, explica. Por isso, nos primeiros 1.000 km, é essencial que o condutor dirija com moderação, evitando acelerações fortes, longas distâncias em ritmo contínuo ou velocidades muito altas. O descuido nesse período pode gerar problemas precoces, como consumo excessivo de óleo. E os carros elétricos? O amaciamento também se aplica aos veículos eletrificados. A BYD, por exemplo, recomenda que seus modelos rodem os primeiros 2.000 km em modo Eco, com aceleração suave, para garantir o ajuste ideal de todo o conjunto. O recado é claro Seja qual for a motorização, respeitar o período de amaciamento garante mais durabilidade, eficiência e menos dores de cabeça no futuro. Como resume Artigiani: “Quem sai pisando em um carro zero pode não chegar a 5.000 km sem problemas”. (Fonte: Quatro Rodas – Auto serviço)

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