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O Segredo dos 80%: Por Que a Recarga de Carros Elétricos Não Vai Até 100%?

Você já notou que as fabricantes de carros elétricos costumam divulgar o tempo de recarga até 80%, e não até 100%? Essa é uma dúvida muito comum entre os motoristas e nos foi enviada pelo leitor Paulo Robson: ‘Estou perdendo autonomia dessa forma? A resposta é complexa, mas crucial para quem quer garantir a saúde e a longevidade da bateria do seu VE. Não se trata de esconder autonomia, mas sim de uma medida de segurança e preservação de um dos componentes mais caros do seu carro. Entenda por que os últimos 20% são os mais críticos. O Fator Calor: A Ciência por Trás do Limite de 80% A máxima potência de recarga em um veículo elétrico é atingida geralmente quando a bateria está entre 20% e 80% do SOC (Estado de Carga). No entanto, o processo muda drasticamente após atingirmos o limite de 80%. A recarga das baterias de íons de lítio envolve reações eletroquímicas exotérmicas – ou seja, elas liberam calor. Segundo Maria de Fátima Rosolem, membro da Comissão Técnica de Veículos Elétricos da SAE Brasil, esse processo tornou-se mais crítico nos últimos 20% do carregamento. O motivo? ‘A sobrecarga das células de lítio-íon promove a geração de calor causando danos irreversíveis às estruturas de seus constituintes internos’, explica a especialista. Preservação Máxima: Por Que 80% é a Carga Ideal É verdade que, ao carregar até 80%, você está temporariamente abdicando da autonomia máxima. Contudo, essa é uma troca inteligente e que visa proteger seu investimento. Ao evitar que a bateria seja submetida ao estresse térmico e eletroquímico dos 20% finais, você reduz os processos de degradação. Em outras palavras: A recarga até 80% é, portanto, uma prática recomendada pela indústria para preservar a saúde e o valor do seu veículo elétrico. O Lado B da Recarga: Quando o 100% é Necessário? Apesar da regra dos 80% ser uma diretriz de segurança e preservação, existem exceções. É importante saber que, de tempos em tempos, os carros elétricos precisam receber uma carga completa. Esse carregamento até 100% é vital para que o próprio sistema de gerenciamento do veículo consiga calibrar as informações de capacidade de energia da bateria, mantendo a precisão dos indicadores de autonomia no painel. Mantenha-se atualizado sobre as recomendações específicas do fabricante do seu veículo para garantir a performance e a durabilidade ideal. À medida que a eletrificação avança, entender esses detalhes ajuda consumidores e entusiastas a fazer escolhas mais conscientes e aproveitar melhor o que a tecnologia oferece. (Fonte: Quatro Rodas)

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Oficial: Salão do Automóvel de São Paulo Confirma Edição 2027 e Revela Datas e Marcas Presentes!

O sucesso da edição de 2025 foi tão grande que a indústria automotiva não perdeu tempo! A Anfavea e a RX acabam de confirmar o Salão do Automóvel de São Paulo 2027, garantindo que o reencontro com o público e os grandes lançamentos continuará forte. Mas o que esperar dessa edição e quais montadoras já estão com presença garantida? De eletrificação a novos players no mercado, o evento de 2027 promete mostrar a cara do futuro das ruas brasileiras. Preparamos um resumo com tudo que você precisa saber! Local e Expectativa de Crescimento Marque na agenda: o 32º Salão do Automóvel acontecerá de 30 de outubro a 7 de novembro de 2027, retornando ao Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). Os organizadores confirmaram que o sucesso do formato de 2025, que misturou lançamentos com experiências imersivas, foi o motor para a confirmação antecipada. A expectativa é que o evento seja ainda maior, superando os 64 mil m² ocupados na edição passada.” As Gigantes e os Retornos: Quem Já Garantiu Presença em 2027? O que mais surpreendeu no anúncio foi a adesão imediata das grandes marcas. Pelo menos dez montadoras já estão oficialmente confirmadas para 2027, e duas prometem retornar após um período de ausência. Isso é um sinal claro da saúde do evento e da importância do mercado brasileiro. Marcas Confirmadas (e o que esperar): O Salão será o palco para vermos de perto o que estas marcas estão preparando em termos de design, tecnologia e eletrificação para os próximos anos. É inegável: o anúncio antecipado do Salão do Automóvel de 2027 consolida o Brasil como um mercado crucial para a indústria global. A presença garantida de grandes players e a expectativa de novidades em eletrificação mostram que a inovação não vai parar. Estaremos acompanhando de perto todas as novidades. Fique ligado no Blog da Bono Pneus para mais análises e informações sobre o que está por vir no mundo automotivo! (Fonte: Autoesporte)

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Toyota Domina Selo de Revenda 2025: Veja a Lista Completa dos Carros que Menos Desvalorizam

Comprar um carro não é apenas sobre o preço da tabela FIPE na hora da compra. É sobre o prejuízo que você terá na hora de vender. A depreciação é o maior custo invisível do seu veículo! E para te ajudar a fazer a escolha certa, o Selo Maior Valor de Revenda 2025 revelou os grandes campeões. A Toyota, mais uma vez, provou que seus carros são investimentos sólidos, mas tivemos surpresas importantes nas categorias de Elétricos e Híbridos. Descubra agora quais modelos são os verdadeiros ‘seguros’ contra a desvalorização e por que o mercado está mudando! Destaque Absoluto: Toyota Consolida a Liderança (Com Números) A fabricante japonesa não deu chance para a concorrência e levou cinco troféus na 12ª edição do Selo Maior Valor de Revenda. O maior destaque? O imbatível Toyota Corolla, que registrou uma depreciação mínima de apenas -2,6%. Isso significa que, após um ano, ele mantém praticamente todo o seu valor de mercado! Modelos Toyota que Menos Desvalorizam: A Revolução da Sustentabilidade: Onde os Elétricos Surpreenderam A 12ª edição do Selo trouxe uma inovação estratégica: a subdivisão por tipo de motorização, refletindo a nova realidade do mercado. Essa separação revelou que, apesar do alto investimento inicial, alguns veículos híbridos e elétricos estão se mostrando investimentos inteligentes: O que mudou no Selo Maior Valor de Revenda 2025? Em sua 12ª edição, o Selo MVVR implementou uma divisão mais detalhada entre categorias: Essa atualização acompanha o movimento atual do mercado, onde cada vez mais tecnologias convivem nas ruas e cada uma delas apresenta características próprias de depreciação. Principais vencedores por categoria A seguir, um resumo dos modelos com menores índices de depreciação de cada grupo: Motores a Combustão Híbridos Leves (MHEV) Híbridos Plug-in (PHEV) Veículos Elétricos Como o Selo é calculado? A análise da Agência Autoinforme avaliou: Esses critérios garantem uma leitura mais fiel sobre a real desvalorização dos modelos no mercado. Ter um carro que não desvaloriza é um excelente investimento. Mas para manter esse valor de mercado, é essencial garantir a manutenção com peças de qualidade e serviços especializados. Um alinhamento malfeito ou um pneu de baixa qualidade não só aumentam a depreciação do seu veículo, como colocam sua segurança em risco. Na Bono Pneus, sua manutenção é um investimento. Utilizamos equipamentos de ponta e pneus multimarcas para garantir que o seu veículo, seja ele um Corolla ou um Dolphin Mini, mantenha sua performance e, consequentemente, seu valor de revenda. Quer proteger o seu investimento? Agende sua revisão completa na Bono Pneus mais proxima! Acesse: https://bonopneus.com.br/nossas-unidades/ (Fonte: Automotive Business)

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Por Que o Auto Center é o Negócio ‘À Prova de Crise’ – O Setor que Ninguém Deixa de Usar

Em um cenário global marcado por incertezas, como as crises de chips ou as variações econômicas, o investidor inteligente busca ativos que mantenham a demanda constante. O setor de Auto Center se destaca justamente por sua imunidade a recessões. A Bono Pneus mostra como a manutenção automotiva se comporta de maneira diferente dos mercados de luxo ou de bens duráveis. Se você procura estabilidade e fluxo de caixa ininterrupto, leia esta análise. O Fator Inegociável da Manutenção Automotiva Diferente da compra de um carro novo (que pode ser adiada), a manutenção do carro existente é obrigatória. Sua Rentabilidade em Números Reais: O Poder do Faturamento Com um potencial de faturamento que ultrapassa + de R$ 4 milhões ao ano (comprovado pela nossa rede), a Bono Pneus não apenas promete estabilidade, mas entrega uma rentabilidade alta. Nosso modelo é projetado para: Não deixe seu patrimônio ao sabor da economia global. Invista na certeza. Fale com o nosso Diretor de Expansão e garanta um negócio estável e lucrativo que é, comprovadamente, à prova de crise. Sua segurança financeira é a nossa prioridade. Acesse: https://franquias.bonopneus.com.br/

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Abasteceu Errado? Sinais, Riscos e o Passo a Passo Essencial Contra Combustível Adulterado

Saiba identificar imediatamente os sintomas de falha, proteja o motor de danos graves e descubra os 5 passos cruciais para agir legalmente e evitar prejuízos. Abastecer o carro é uma das tarefas mais rotineiras do motorista, mas pode se transformar em um pesadelo mecânico e legal. A prática ilegal de adulteração de combustível continua a prejudicar veículos, elevar custos de manutenção e, em casos extremos, comprometer a segurança. O desafio é que os sinais surgem logo após sair do posto, mas a maioria dos condutores não sabe como agir corretamente. A boa notícia é que a ação rápida e o conhecimento dos sintomas podem reduzir drasticamente os danos. Mais do que identificar o problema, é crucial saber o que fazer para proteger o motor e garantir o respaldo legal, como explica Clayton Zabeu, professor de engenharia mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia. O Diagnóstico Imediato: Sinais de que o Combustível Está Fora do Padrão A adulteração causa uma reação imediata no motor. A percepção dos sintomas depende do tipo de veículo: O Passo a Passo para Proteger Seu Veículo (e Seus Direitos) O professor Clayton Zabeu ressalta que a ação imediata é a chave para evitar um dano catastrófico no motor. Siga este passo a passo: Passo 1: Desconfie e Evite Rodar com o Carro Se os sintomas aparecerem logo após abastecer (falhas de aceleração, ruídos anormais, perda de potência), pare de insistir em rodar. Passo 2: Leve o Veículo Imediatamente a uma Oficina de Confiança Na oficina, o profissional deve realizar a coleta de amostras para verificar a densidade, cor e aspecto do combustível. Passo 3: Guarde Provas e Comunique o Fato O aspecto legal é tão importante quanto o mecânico. Passo 4: Denuncie o Posto Irregular e Busque Respaldo Legal O motorista tem o direito e o dever de denunciar o posto, pois a venda de produto adulterado é crime contra o consumidor. Prevenção e Riscos Ambientais O problema da adulteração vai além do motor. Soluções como o metanol, frequentemente usadas nessas práticas ilegais, são tóxicas. Como se proteger no dia a dia? Não é possível eliminar totalmente o risco, mas a prevenção é a melhor defesa: Tomar medidas rápidas ao identificar os sinais de adulteração é a forma mais eficaz de salvar seu motor, evitar gastos altos e impedir que práticas ilegais continuem a comprometer a segurança e o meio ambiente. (Fonte: Autoesporte – Combustível Consciente)

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Europa Acelera a Transição: Híbridos e Elétricos Puxam Crescimento de 10,7%; Volkswagen Lidera e Diesel Despenca

O mercado automotivo europeu registra o maior volume de vendas em setembro desde 2020. A análise dos dados da ACEA mostra que os eletrificados já representam quase metade das vendas, enquanto o diesel sofre uma queda acentuada. O mercado de automóveis na Europa (incluindo União Europeia, EFTA e Reino Unido) demonstrou forte recuperação em setembro de 2025, atingindo 1.236.876 unidades vendidas um crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior e o maior volume para o mês desde 2020, segundo dados da ACEA. A principal força motriz desse crescimento não foi o motor a combustão tradicional, mas sim a rápida expansão dos veículos eletrificados. Essa transição tecnológica está redefinindo o ranking das grandes montadoras e consolidando novos players no continente. Eletrificação em Ritmo Acelerado: O Fim da Era Diesel A mudança mais significativa está na composição do mix de vendas: os veículos a combustão (gasolina e diesel) continuam perdendo espaço, enquanto as motorizações híbridas e elétricas disparam: No total, os eletrificados (híbridos leves, completos, plug-in e elétricos) já respondem por quase metade dos carros vendidos na região (próximo de 47%). Liderança Consolidada: Volkswagen e Stellantis no Topo Apesar da revolução dos trens de força, a estrutura de liderança de grupos se mantém sólida: Posição Grupo Volume (Unidades) Participação de Mercado Variação Anual (vs 2024) 🥇 1º Volkswagen Group 317.432 25,70% +0,097 🥈 2º Stellantis 165.457 13,40% +0,115 🥉 3º Renault Group 115.830 9,40% +0,152 4º Hyundai Group 97.846 7,90% +0,008 5º Toyota Group 86.797 7,00% +0,028 6º BMW Group 85.538 6,90% +0,042 7º Mercedes 67.942 5,50% +0,005 8º Ford 40.713 3,30% -3,40% 9º Tesla 39.837 3,20% -10,50% 10º SAIC Motor 33.924 2,70% +0,755 O Grupo Volkswagen manteve a liderança absoluta, com um crescimento de 9,7%. O desempenho foi impulsionado por marcas como Cupra e Skoda. Em segundo, o Grupo Stellantis cresceu 11,5%, com destaque para Alfa Romeo. Já o Grupo Renault (terceiro colocado) viu o crescimento de 15,2% puxado principalmente pelos resultados da Dacia. Novos e Velhos Competidores: Chinesas Crescem, Tesla Recua O ranking de setembro também trouxe sinais de novas disputas de mercado: A consolidação de marcas chinesas, que oferecem modelos elétricos e híbridos a preços competitivos, está elevando a pressão sobre os players estabelecidos e reconfigurando o cenário de fornecimento global. Quer se manter informado sobre as tendências do mercado automotivo? Acompanhe as notícias do Blog da Bono Pneus e saiba tudo sobre o mundo automotivo. (Fonte: Motor1 – Uol News)

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Uber Mulher: Nova Função Permite Viagens Apenas com Motoristas Femininas no Brasil

Conheça a nova modalidade que chega ao país com o objetivo de aumentar a segurança e o conforto das passageiras. Entenda como funciona a preferência para mulheres e onde o recurso já está disponível. A tecnologia aplicada à mobilidade urbana está em constante evolução, e a pauta da segurança feminina ganhou um novo e importante recurso no Brasil. A Uber anunciou o lançamento de uma nova opção que permite que passageiras e motoristas solicitem e aceitem corridas exclusivamente com o sexo feminino. A modalidade, já testada em países europeus, desembarca no Brasil como uma resposta direta à crescente preocupação com a segurança e o alto índice de casos de assédio e vulnerabilidade reportados durante viagens por aplicativo. O Contexto Social: A Busca por Mais Segurança A introdução desta funcionalidade é reflexo de uma necessidade social urgente. A sensação de insegurança que muitas mulheres enfrentam ao embarcar no veículo de um desconhecido é um problema real, evidenciado por estatísticas preocupantes. De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o país atingiu em 2024 o maior número de feminicídios desde o início da série histórica, em 2015. Esse contexto de violência e vulnerabilidade torna a adoção de medidas de segurança nas plataformas de transporte um passo fundamental. Como Funciona a Nova Preferência da Uber? O novo recurso foi projetado para dar maior controle tanto às passageiras quanto às condutoras parceiras. A novidade começou a ser testada gradativamente a partir de 28 de Outubro. Para Passageiras: Para Motoristas Mulheres: As condutoras parceiras podem ativar a “Preferência de Passageiras” nas configurações do aplicativo para receber solicitações apenas de mulheres. A opção pode ser desativada a qualquer momento, permitindo flexibilidade na geração de renda. Onde a Novidade Já Está em Atividade? O recurso está sendo implementado gradualmente no Brasil. Inicialmente, as cidades contempladas incluem: Reforço à Ferramenta “Elas na Direção” Vale lembrar que a Uber já possui outra iniciativa voltada para as mulheres no Brasil: o programa “Elas na Direção“, ativo desde 2019. Este programa utiliza a funcionalidade “U-Elas” para habilitar motoristas mulheres a receberem chamadas apenas de passageiras mulheres. A funcionalidade, que já estava em atividade em todo o território nacional, foca em incentivar mais mulheres a gerar renda com segurança pela plataforma. O novo recurso, portanto, amplia as opções de segurança, dando maior poder de escolha tanto para quem dirige quanto para quem viaja. (Fonte: Autoesporte – Serviços Automotivos)

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Três Décadas de Lucro: Como a Bono Pneus Transformou 30 Anos de Experiência em Seu Modelo de ROI Garantido

Em um mercado volátil, a experiência não é apenas um diferencial; é a garantia de sobrevivência e prosperidade. A Bono Pneus, com uma história de 30 anos de liderança no setor de autocenters, oferece aos investidores a segurança de um modelo de negócio que já superou crises e se provou lucrativo em todos os cenários. Se você está cansado de arriscar e busca um investimento com solidez histórica e retorno previsível, esta análise é para você. Descubra como transformamos nossa longevidade na base do seu sucesso. O Pilar da Autoridade: O Que 30 Anos Realmente Significam? 30 anos no mercado automotivo significam que a Bono Pneus tem o tempo como melhor sócio. +70 Lojas: A Prova Social de que a Fórmula Funciona A expansão para mais de 70 unidades em 12 estados brasileiros não é mero crescimento, é a prova social irrefutável de que nossa fórmula é replicável e adaptável a diversas realidades regionais. A escala reduz custos e aumenta o poder de negociação. O sucesso não é sorte, é uma decisão estratégica. Pare de arriscar seu capital! Fale agora com nosso Diretor de Expansão e invista na segurança de um negócio que tem 30 anos de história e resultados comprovados. Sua rentabilidade espera! Acesse: https://franquias.bonopneus.com.br/

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O Mistério do “Delay” no Acelerador de Carros Novos: Especialistas Explicam Por Que Seu Carro Demora a Responder

Você sente um atraso entre pisar no pedal e o carro reagir? Saiba que o “delay” não é um defeito, mas uma estratégia proposital das montadoras para atender a uma lei rigorosa de controle de emissões. A queixa é comum em grupos de proprietários e fóruns automotivos: “Piso no acelerador e o carro demora a engatar.” Esse fenômeno, conhecido como “delay” ou atraso na resposta do pedal, é evidente em modelos populares no Brasil, como Volkswagen T-Cross, Nivus e, em menor grau, no Nissan Kicks. Muitos motoristas chegam a descrever a sensação como “agonizante”, especialmente em ultrapassagens ou saídas rápidas. Mas, afinal, por que carros novos e com tecnologia de ponta parecem “pecar” na entrega imediata de potência? A resposta, segundo especialistas como Erwin Franieck (conselheiro executivo da SAE Brasil) e Pedro Scopino (professor de mecânica e consultor técnico), não está no defeito, mas sim no rigor da legislação ambiental. O “Cérebro” do Motor: Mapeamento Eletrônico e Emissões A causa primária do delay reside no mapeamento eletrônico do motor, um ajuste fino realizado na Unidade de Controle do Motor (ECU) o verdadeiro “cérebro” do powertrain. Segundo Erwin Franieck, o que define o comportamento reativo ou demorado do acelerador é o acerto da ECU para as emissões de poluentes. “É justamente ao regular as emissões que um motor pode sacrificar o desempenho, pois a mistura [entre ar e combustível] fica mais pobre,” explica Franieck. O mapeamento eletrônico controla diversas variáveis cruciais (como mistura, ignição, pressão do turbo, consumo e durabilidade) e é uma balança delicada: ao priorizar a eficiência ambiental, o sistema pode reduzir a performance imediata do veículo. O consultor Pedro Scopino complementa a análise: “Em toda aceleração rápida, você acaba aumentando demais a mistura de ar e combustível. Em acelerações lentas e progressivas, se economiza combustível e diminui a emissão de poluentes.” O PROCONVE L8 e a Prova na Prática (Case Volkswagen) O surgimento mais intenso dessas reclamações tem um marco temporal bem definido: o início da vigência do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve L8). Em 2024, a Volkswagen confirmou ter realizado um remapeamento em seu motor 1.0 turbo justamente para atender aos novos e rigorosos requisitos da fase L8 do Proconve. Foi a partir dessa atualização que as queixas de delay nos modelos como o Nivus se tornaram mais frequentes. Os resultados da mudança, no entanto, são complexos: Indicador Antes do Remapeamento Após o Remapeamento (Proconve L8) Emissão de Poluentes (Nivus) 252 mg/km 207 mg/km (Melhora – Objetivo alcançado) Consumo Urbano (Gasolina) 12,1 km/l 11,9 km/l (Piora Ligeira) 0 a 100 km/h 10 segundos 10 segundos (Mantido) Apesar da leve piora no consumo, a marca alemã atingiu seu objetivo principal: a redução significativa nas emissões, provando que o sacrifício no tempo de resposta do pedal foi uma troca estratégica. Alívio ao Câmbio e o Futuro da Eletrificação O controle eletrônico da aceleração tem ainda outro efeito positivo para a longevidade do veículo, como aponta Scopino: a redução da potência de forma suave também “ajuda a preservar um pouco a vida útil do câmbio automático, pois quanto mais suave for a aceleração, menor tranco o que o conversor de torque irá sofrer.” O Proconve L8, que iniciou sua fase mais branda em 2024, terá regras ainda mais rígidas em 2027 e 2029. Especialistas são categóricos ao afirmar que, mesmo com a regra flexível baseada na média da frota, será praticamente impossível cumprir essas metas sem a eletrificação dos veículos. O delay no acelerador, portanto, é um sintoma da transição: um ajuste eletrônico forçado para que os motores a combustão atuais consigam sobreviver por mais alguns anos sob a pressão das leis ambientais, até que a eletrificação se torne a norma. (Fonte: Autoesporte – Serviços Automotivo)

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Diesel Ainda é Ouro? Família Controladora da Volkswagen Mira Investimento de R$ 37 Bilhões em Motores a Combustão

Enquanto o mundo avança para o elétrico, a poderosa família Porsche-Piëch sinaliza uma aposta ousada: adquirir uma fatia majoritária na divisão de motores a diesel da VW. Entenda o que está por trás dessa decisão estratégica e o futuro da combustão. A indústria automotiva global vive sob a bandeira da eletrificação. No entanto, um movimento estratégico da família Porsche-Piëch, que detém o controle do Grupo Volkswagen (VW), sugere que o motor a diesel está longe de ser extinto, pelo menos no que diz respeito à rentabilidade industrial. Fontes ligadas ao processo revelaram ao Financial Times que a família controladora está considerando investir diretamente na divisão de motores a diesel da montadora, hoje avaliada em cerca de €6 bilhões, o equivalente a impressionantes R$37 bilhões. A Unidade em Foco: Everllence e Motores de Alto Valor O ativo que despertou o interesse dos acionistas majoritários é a unidade conhecida como Everllence (anteriormente chamada MAN Energy Solutions). Essa divisão é especializada na produção de motores a diesel e turbinas industriais. Trata-se de um segmento com demandas específicas e alto valor agregado, que atende não apenas veículos de passeio, mas também embarcações, geração de energia e equipamentos pesados, garantindo um fluxo de receita estável. A Volkswagen planeja separar essa unidade no início de 2026 como parte de um amplo plano de reorganização, focado em desmembrar ativos considerados menos centrais à sua nova estratégia de eletrificação e plataformas digitais (EVs). O Contraste Estratégico: Por Que o Diesel Atrai Bilhões? A iniciativa da família Porsche-Piëch é, à primeira vista, contraditória. Enquanto a VW gasta bilhões no desenvolvimento de carros elétricos (EVs) e sinaliza o fim da era da combustão, a família aposta em um setor que muitos analistas consideraram em declínio. O interesse na Everllence não é exclusivo da família: grandes fundos de private equity, como o sueco EQT, também demonstraram interesse preliminar na aquisição de parte da unidade. A Dança dos Acionistas e o Futuro da VW A operação, que visa vender a maior parte do controle acionário a investidores externos, levanta questionamentos sobre potenciais conflitos de interesse, visto o envolvimento direto dos acionistas controladores no desmembramento de um ativo. No entanto, movimentos semelhantes de aquisição interna já ocorreram na história do Grupo. A Volkswagen, por sua vez, planeja manter uma participação minoritária na nova empresa, permitindo-lhe colher parte dos lucros futuros sem desviar o foco de seus ambiciosos planos de eletrificação. O desmembramento da Everllence é um sinal claro de que a transição energética não será uniforme. Enquanto o carro de passeio mira o elétrico, o motor a diesel e a combustão mantêm um valor industrial inegável, especialmente para aqueles dispostos a investir em um nicho que ainda vale ouro. Quer saber mais sobre as grandes decisões da indústria automotiva? Continue acompanhando o Blog da Bono Pneus! Matérias novas toda Segunda e Sexta -feira. (Fonte: Site Notícias Automotivas)

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