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Motor: A solução definitiva para a polêmica da correia banhada a óleo?

Se você é proprietário de um veículo com motor 1.2 PureTech (comum em modelos Peugeot e Citroën), provavelmente já ouviu falar ou viveu o drama da correia banhada a óleo. O que era para ser uma inovação em eficiência tornou-se uma falha crônica de projeto que tira o sono de motoristas e mecânicos em todo o mundo. Mas o cenário está prestes a mudar. Na Bono Pneus, acompanhamos de perto as inovações do setor e analisamos a nova solução que promete encerrar esse ciclo de manutenções paliativas: o kit de conversão de correia para corrente metálica. Entendendo o Problema: Por que a correia original falha? Como especialistas com mais de 30 anos de estrada, sabemos que o problema do motor 1.2 PureTech é químico. A correia de borracha trabalha imersa no óleo do cárter. Com o uso urbano severo, vapores de combustível contaminam o óleo, atacando a composição da borracha. O resultado? A correia esfarela. Esses resíduos entopem o pescador da bomba de óleo, interrompendo a lubrificação e, em casos graves, causando o travamento total do motor. A Solução 2026: Conversão para Corrente de Aço Recentemente, a empresa independente Pro Chain desenvolveu um kit de conversão que substitui o sistema de borracha por uma corrente de comando metálica. O que muda na prática para o proprietário? A engenharia desta solução é impressionante por não exigir usinagem ou adaptações no bloco do motor. O kit inclui: Corrente de distribuição de alta durabilidade; Guias direcionais em material compósito; Novo tensor e linha de suprimento de óleo dedicada. A grande vantagem aqui é a previsibilidade. Enquanto a correia exige trocas antecipadas e monitoramento constante do óleo, a corrente metálica é projetada para durar a vida útil do motor, eliminando o risco de colapso por esfarelamento. O fabricante afirma que o tempo de mão de obra e as ferramentas de sincronismo são os mesmos da troca de correia padrão. Isso significa que a transição para um sistema mais robusto pode ser feita de forma limpa e eficiente em oficinas especializadas. O Posicionamento da Stellantis e o Futuro Enquanto o mercado independente resolve o “passivo” dos motores atuais, a Stellantis já move suas peças. Na Europa, novas versões do 1.2 já saem com corrente de fábrica, e no Brasil, a tendência é a consolidação dos motores Firefly (origem Fiat), conhecidos pela robustez e uso de corrente. – Vale a pena instalar o kit de conversão? Se você pretende ficar com o carro a longo prazo, a conversão para corrente elimina o custo recorrente e o medo do travamento do motor. É um investimento em tranquilidade. – O que fazer enquanto o kit não chega? Manter o intervalo de troca de óleo rigorosamente em dia e usar exclusivamente o lubrificante especificado pelo fabricante é a única forma de retardar a degradação da correia original. Seu motor 1.2 PureTech precisa de uma inspeção na correia? Não espere a luz de óleo acender. Passe em uma das +70 unidades da Bono Pneus para um diagnóstico especializado e garanta a saúde do seu motor. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Quatrorodas – Notícias)

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Do Sacy Caseiro à Bono Pneus: A Evolução de um Ponto Icônico na Prainha em Cuiabá

Avenida Tenente Coronel Duarte, Cuiabá. Para muitos, este endereço desperta o aroma de uma comida caseira inesquecível. Onde hoje pulsa a tecnologia automotiva da Bono Pneus, um dia funcionou o lendário Sacy Caseiro, um marco do empreendedorismo cuiabano. Nesta matéria, resgatamos essa história de inovação e mostramos como a Bono Pneus mantém vivo o legado de excelência e hospitalidade em um dos pontos mais estratégicos da capital mato-grossense. O Pioneirismo que Marcou Época em Cuiabá Inaugurado em 9 de agosto de 1978 pelo Sr. João Roberto Finco e sua esposa Leila Maria Finco, o Sacy Caseiro não era apenas um restaurante. Ele foi um dos primeiros a implementar o sistema self-service (a quilo) na cidade, inovando com o famoso refrigerante de máquina gratuito uma estratégia de marketing muito à frente de seu tempo. Quem não se lembra da bicicleta de 2 metros de altura circulando pelo centro ou do slogan “A sua casa fora de casa”? O Sacy Caseiro deixou um legado de inovação que a Bono Pneus faz questão de honrar. A Transformação: De Símbolo Gastronômico a Centro Automotivo de Alta Performance em Cuiabá Muitos clientes perguntam: “Como um ponto tão tradicional se tornou uma unidade da Bono Pneus?” A resposta está na estratégia de conveniência. Assim como o Sacy Caseiro buscava ser a extensão da casa dos clientes, a Bono Pneus escolheu este local para ser o “porto seguro” do motorista cuiabano.   Tecnologia que Preserva a História Hoje, no lugar dos balcões de self-service, você encontra Alinhamento 3D, balanceamento computadorizado e uma gama completa de pneus das melhores marcas do mundo. Mas a essência do cuidado permanece. Assim como o Sr. João Roberto era conhecido por sua generosidade com os engraxates da Praça Alencastro, a Bono Pneus cultiva o valor da transparência e do impacto social, gerando empregos e oferecendo um serviço essencial para a segurança das famílias que transitam pelos arredores.   Curiosidades sobre a Unidade Prainha – Onde ficava o Sacy Caseiro exatamente? Ficava na Avenida da Prainha, ao lado do antigo prédio da Polícia Federal, quase em frente à subida da Getúlio Vargas — exatamente onde hoje está a Bono Pneus. – Quais serviços a Bono Pneus Cuiabá oferece neste local? Realizamos check-up completo de suspensão, freios, troca de óleo, além da venda e montagem de pneus com equipamentos de última geração. – A Bono Pneus mantém o padrão de atendimento do antigo ponto? Sim! Nosso foco é a “hospitalidade automotiva”. Queremos que você se sinta tão bem cuidado quanto os clientes que frequentavam o restaurante nas décadas de 70 e 80. Preservar a história de um ponto comercial é valorizar quem empreendeu e marcou época em Cuiabá. A Bono Pneus orgulha-se de ocupar esse endereço histórico, trazendo inovação automotiva para um local que sempre foi sinônimo de pioneirismo. Precisa de uma revisão no seu carro e é de Cuiabá? Clique aqui abaixo e agende seu horário na Bono Pneus Cuiabá! https://api.whatsapp.com/send/?phone=5565981185796&text=Ol%C3%A1+tudo+bem%3F+Vim+pelo+instagram+e+gostaria+de+solicitar+um+or%C3%A7amento%21&type=phone_number&app_absent=0 (Fonte: Post do Instagram @iaemcuiaba e facebook.com/groups/Cuiabanos/posts/2494910740727170)

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Maio Amarelo: Sua segurança no trânsito começa na revisão do seu carro

O mês de maio chegou e, com ele, a campanha Maio Amarelo, um movimento internacional que busca conscientizar a sociedade sobre a importância da segurança viária. O lema é claro: a paz no trânsito começa por você. Mas, além de respeitar as leis e a sinalização, você sabia que o estado do seu veículo é um dos pilares fundamentais para evitar acidentes? Na Bono Pneus, acreditamos que a manutenção preventiva é um ato de respeito à vida. Por isso, preparamos esta matéria com os itens mecânicos cruciais que garantem a sua segurança e a de quem compartilha a estrada com você.   1. Pneus: O seu único contato com o solo Não há segurança sem pneus em bom estado. Eles são responsáveis pela aderência, estabilidade e pela eficiência das frenagens. Sulcos e o TWI: Pneus com sulcos abaixo de 1,6mm (carecas) aumentam drasticamente a distância de frenagem e o risco de aquaplanagem. Calibragem: Rodar com a pressão incorreta compromete a dirigibilidade e pode causar estouros em altas velocidades. 2. Sistema de Freios: A resposta que não pode falhar Em uma emergência, frações de segundo fazem a diferença. O sistema de freios deve ser revisado periodicamente para garantir que a resposta seja imediata. Pastilhas e Discos: O desgaste excessivo diminui a potência da frenagem. Fluido de Freio: Se estiver vencido ou com nível baixo, pode causar falha total no pedal devido ao superaquecimento. 3. Suspensão e Amortecedores: Estabilidade em Curvas Amortecedores desgastados não apenas diminuem o conforto, mas impedem que as rodas fiquem em contato constante com o asfalto. Isso pode fazer o veículo “perder a traseira” em curvas ou balançar excessivamente em desvios bruscos.   4. Visibilidade: Ver e ser visto O Maio Amarelo também reforça a importância da visibilidade. Itens simples, muitas vezes negligenciados, são vitais: Palhetas do limpador: Devem limpar o vidro sem deixar rastros ou barulhos. Sistema de Iluminação: Faróis desregulados ou lâmpadas queimadas impedem que outros motoristas e pedestres notem sua presença.   O Papel da Manutenção Preventiva no Maio Amarelo Muitos acidentes catalogados como “falha humana” são, na verdade, causados por veículos que não responderam corretamente a uma manobra de emergência devido à falta de manutenção. Participar do Maio Amarelo é mais do que usar o laço oficial; é garantir que seu carro esteja 100% confiável para não colocar ninguém em risco.   Faça sua parte na Bono Pneus Neste mês, convidamos você a realizar um Check-up de Segurança em qualquer uma de nossas unidades. Nossa equipe técnica está pronta para avaliar os itens essenciais do seu veículo e garantir que você rode com tranquilidade. Encontre a Bono Pneus mais próxima de você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ Paz no trânsito começa com prevenção. Esperamos você na Bono Pneus! (Fonte: Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) – Diretrizes da Campanha Maio Amarelo/ Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Normas de segurança e equipamentos obrigatórios / CONTRAN – Regulamentação técnica de componentes automotivos.)

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Sem a “tampinha” do pneu? Entenda por que esse detalhe pode render multas e prejuízos mecânicos

Muitas vezes, ao calibrar os pneus em um posto de combustíveis ou após uma manutenção rápida, um detalhe passa despercebido: a recolocação da tampa da válvula, popularmente conhecida como “tampinha do bico”. Embora pareça um item meramente estético ou insignificante, a ausência dessa peça pode desencadear uma série de problemas que vão desde infrações de trânsito até acidentes graves. Na Bono Pneus, priorizamos a sua segurança e, por isso, preparamos esta matéria para você entender por que nunca deve rodar sem esse componente.   1. O que diz a lei: A falta da tampa gera multa? Sim, e o prejuízo é imediato. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o veículo deve circular com todos os seus equipamentos obrigatórios em perfeito estado de funcionamento. Muitos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e órgãos municipais interpretam a falta da tampa como uma irregularidade no sistema de rodagem. O entendimento é que, sem a proteção, o equipamento de vedação torna-se ineficiente. Infração: Grave (Art. 230 do CTB). Penalidade: Multa de R$ 195,23. Pontuação: 5 pontos na CNH. Medida Administrativa: Retenção do veículo para regularização (em alguns casos).   2. A função técnica da válvula e da tampa A válvula de um pneu é um sistema de precisão. Ela é projetada para permitir a entrada de ar sob pressão e impedir a sua saída. No entanto, o mecanismo interno da válvula é sensível. O perigo das impurezas Sem a tampa, a entrada da válvula fica exposta a: Poeira e areia: Que podem travar o pino interno. Lama e umidade: Que causam oxidação e ressecamento dos retentores de borracha. Detritos da estrada: Que podem causar microfuros na vedação. Quando você tenta calibrar um pneu que está sem tampa, a pressão do calibrador empurra toda essa sujeira acumulada para dentro da válvula. O resultado? O pino não volta para a posição de vedação total, gerando o famoso vazamento lento.   3. Impactos no bolso: Pneu murcho e consumo de combustível Andar sem a tampinha facilita a perda de pressão. Mesmo que seja um vazamento mínimo, rodar com pneus abaixo da calibragem ideal gera um efeito cascata de prejuízos: Desgaste irregular: O pneu murcho sofre maior abrasão nas laterais (ombros), reduzindo sua vida útil em até 30%. Aumento do consumo: O motor precisa de mais força para deslocar o veículo devido ao maior atrito do pneu com o solo, pesando no seu gasto com combustível. Risco de superaquecimento: Pneus com baixa pressão aquecem mais rápido, aumentando o risco de estouros em rodovias.   4. Segurança em primeiro lugar: Risco de acidentes Em situações extremas, a entrada de água ou lama pode congelar ou endurecer dentro da válvula. Em altas velocidades, a força centrífuga pode atuar sobre uma válvula suja e mal vedada, causando uma perda súbita de pressão. Isso compromete a estabilidade do veículo em curvas e aumenta a distância de frenagem. O check-up na Bono Pneus é a sua garantia Como vimos, uma peça que custa centavos pode evitar uma multa de quase duzentos reais e garantir a integridade do seu patrimônio. Dica de Especialista: Toda vez que você trouxer seu carro para um alinhamento ou balanceamento em uma das unidades da Bono Pneus, nossa equipe realiza uma inspeção visual completa, incluindo o estado das válvulas e a presença das tampas. Está na hora de calibrar ou revisar seus pneus? Não corra riscos desnecessários. Procure a Bono Pneus mais próxima de você e garanta que cada detalhe do seu carro até a menor tampinha esteja em ordem! Encontre a Bono Pneus mais proxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: bnews – notícias)

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Gasolina ou Etanol? O Guia Definitivo para Economizar e Proteger seu Motor em 2026

Além da regra dos 70%, entenda como o desempenho, a tecnologia do motor e o tipo de trajeto definem qual combustível é o melhor para o seu bolso hoje. A dúvida na frente da bomba de combustível acompanha o motorista brasileiro desde a chegada da tecnologia Flex. No entanto, em 2026, com motores cada vez mais eficientes e tecnológicos, a decisão entre gasolina ou etanol vai muito além de uma simples conta de divisão. Embora o preço por litro seja o fator decisivo para a maioria, fatores como a densidade energética, o poder de limpeza e o impacto no sistema de injeção são cruciais para a longevidade do seu carro. Neste artigo, a Bono Pneus detalha as diferenças técnicas e ajuda você a decidir qual escolher. A Regra dos 70% ainda funciona em 2026? Historicamente, dizia-se que o etanol só valia a pena se custasse até 70% do preço da gasolina. Isso ocorre porque o etanol possui cerca de 30% menos energia por litro que a gasolina. Contudo, nos motores modernos (especialmente os Turbo e com Injeção Direta), essa eficiência melhorou. Em muitos veículos atuais, o etanol chega a render entre 75% e 80% do que a gasolina renderia. Por isso, o cálculo ideal hoje é individual: divida o consumo médio do seu carro com etanol pelo consumo com gasolina. Se o resultado for maior que a relação de preços no posto, o etanol é o vencedor. Comparativo Técnico: Gasolina vs. Etanol Característica Etanol (Hidratado) Gasolina (Comum/Aditivada) Octanagem Mais alta (aprox. 110 RON) Menor (aprox. 92 a 95 RON) Poder Calorífico Baixo (bebe mais) Alto (bebe menos) Resíduos Queima limpa (menos carbono) Deixa resíduos sólidos no motor Desempenho Ganho de potência e torque Funcionamento mais suave Impacto Ambiental Renovável e baixa emissão Fóssil e alta emissão de CO2   Quando escolher o Etanol? O etanol é um combustível de alta performance. Devido à sua maior octanagem, ele permite que o motor trabalhe com maior pressão sem sofrer “detonação” (a famosa batida de pino). Uso Urbano e Trajetos Curtos: O etanol atinge a temperatura ideal de funcionamento mais rápido, o que é benéfico para o motor em saídas rápidas na cidade. Busca por Potência: Se você precisa de torque imediato para retomadas ou subidas, o etanol entrega um desempenho superior. Sustentabilidade: É a escolha mais “verde”, pois o CO2 emitido é reabsorvido pelo cultivo da cana-de-açúcar. Quando escolher a Gasolina? A gasolina brilha quando o assunto é autonomia e lubrificação. Viagens Longas: A maior densidade energética da gasolina garante que você pare menos vezes para abastecer, ideal para rodovias onde os postos podem estar distantes. Conservação do Sistema: A gasolina possui propriedades mais lubrificantes para componentes como a bomba de combustível. Dica Bono Pneus: Se você usa muito etanol, procure abastecer com um tanque de gasolina aditivada a cada 4 ou 5 abastecimentos para lubrificar o sistema. Partidas a Frio: Em regiões muito frias, a gasolina facilita a ignição, evitando o desgaste excessivo da bateria e do motor de arranque. O Impacto no Sistema de Injeção e a Manutenção Preventiva Não importa o combustível escolhido, a qualidade dele é o que define a saúde do seu motor. Combustível adulterado causa: Carbonização das Válvulas: Reduz o fôlego do carro. Entupimento de Bicos Injetores: Causa falhas e aumento absurdo de consumo. Contaminação do Óleo: Combustível de má qualidade pode “passar” pelos anéis e afinar o óleo lubrificante. Na Bono Pneus, durante a sua revisão, verificamos o estado das velas de ignição e dos filtros de combustível. Velas desgastadas fazem o carro “beber” muito mais, independentemente de ser gasolina ou etanol. FAQ: Perguntas Frequentes 1. Posso misturar os dois combustíveis em qualquer proporção? Sim. O sensor do sistema Flex identifica a mistura e ajusta o tempo de injeção automaticamente. Não há necessidade de “esvaziar o tanque” para trocar de combustível. 2. O etanol estraga o motor mais rápido? Não nos carros Flex modernos. Eles foram projetados com materiais resistentes à corrosão do álcool. O que estraga o motor é a falta de manutenção e óleo vencido. 3. Gasolina aditivada faz o carro render mais? Ela não aumenta a potência, mas mantém o motor limpo. Um motor limpo funciona de forma mais eficiente, o que indiretamente melhora o consumo a longo prazo. Qual a melhor escolha? A resposta curta é: Depende do seu objetivo. Se você busca economia financeira imediata, faça o cálculo da relação de preços. Se busca desempenho e sustentabilidade, o etanol é imbatível. Se busca autonomia e suavidade em viagens, vá de gasolina. O mais importante é manter a manutenção em dia. Um carro desregulado gasta mais com o combustível mais barato do que um carro revisado gasta com o mais caro.   (Fonte: AutoEsporte – Combustível Consciente)

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Freios do Carro Fazendo Barulho? Veja os Sinais de Alerta, Quando Trocar e Quanto Custa em 2026

Freios do Carro Fazendo Barulho? Veja os Sinais de Alerta, Quando Trocar e Quanto Custa em 2026 Você pisou no freio e ouviu um chiado? O pedal está mais fundo que o normal? O carro demora mais para parar? Esses sinais não podem ser ignorados. O sistema de freios é o componente de segurança mais crítico de qualquer veículo e quando ele começa a dar sinais de desgaste, cada dia que passa sem revisão aumenta o risco de uma situação perigosa. O problema é que muita gente adia essa manutenção. Seja por falta de tempo, por achar que “ainda dá para aguentar mais um pouco”, ou simplesmente por não saber identificar o momento certo. Nessa matéria, a Bono Pneus com mais de 30 anos de experiência no setor automotivo e mais de 240 mil clientes atendidos por ano explica tudo sobre o sistema de freios: como funciona, quais são os sinais de desgaste, quando é obrigatório trocar, quanto custa e o que pode acontecer se você adiar demais. Como Funciona o Sistema de Freios do Carro? Antes de falar sobre desgaste, vale entender o básico. Quando você pisa no pedal do freio, a pressão hidráulica do fluido de freio empurra as pastilhas contra os discos (ou as sapatas contra os tambores, no sistema a tambor). Esse atrito transforma a energia cinética do carro em calor e é esse processo que desacelera o veículo. Os principais componentes do sistema são: – Pastilhas de freio: o item de desgaste mais frequente. Comprimem o disco para gerar o atrito necessário – Discos de freio: a superfície metálica giratória contra a qual as pastilhas pressionam – Fluido de freio: transmite a pressão do pedal até as pinças. Com o tempo, absorve umidade e perde eficiência – Pinças de freio (calipers): o mecanismo hidráulico que empurra as pastilhas contra o disco No Brasil, a maioria dos carros populares tem freio a disco nos eixos dianteiros e freio a tambor (ou disco também) nos traseiros. As pastilhas dianteiras desgastam mais rápido porque os freios da frente fazem mais trabalho durante as frenagens. 7 Sinais de Que Seus Freios Precisam de Revisão 1. Chiado ou Rangido ao Frear O sintoma mais comum e o mais claro. Pastilhas de freio têm um pino metálico de alerta embutido quando o material de atrito chega à espessura mínima, esse pino começa a raspar no disco, gerando um chiado agudo propositalmente para avisar o motorista. Esse chiado é o freio dizendo: “Me troque agora.” Se o chiado evoluir para um rangido metálico grave e constante (mesmo sem pisar no freio), a pastilha já acabou e o metal está raspando diretamente no disco situação que causa danos sérios e custos muito maiores. 2. Vibração ou Pulsação no Pedal de Freio Sentiu o pedal “tremendo” ao frear? Isso geralmente indica disco empenado ou seja, o disco perdeu a planicidade perfeita por superaquecimento ou por uso com pastilhas desgastadas por muito tempo. Um disco empenado compromete a frenagem e, se não corrigido, pode danificar também as pastilhas novas colocadas sobre ele. 3. Pedal Fundo ou Esponjoso Se o pedal desce mais do que o normal antes de o freio atuar, ou se parece “esponjoso” (sem resistência firme), pode indicar: Pastilhas muito desgastadas (os pistões precisam avançar mais para compensar) Ar no circuito hidráulico Fluido de freio com nível baixo ou contaminado Vazamento no sistema hidráulico Qualquer um desses casos exige inspeção imediata. 4. Carro Puxando para um Lado ao Frear Se o carro desvia para um lado quando você freia em linha reta, uma das possibilidades é que as pastilhas de um lado estejam com desgaste desigual em relação ao outro ou que uma pinça de freio esteja travada. Além de comprometer a segurança (especialmente em frenagens de emergência), esse problema acelera o desgaste irregular dos pneus. 5. Luz de Freio Acesa no Painel Carros mais modernos têm sensores elétricos nas pastilhas. Quando o desgaste chega ao limite, o sensor fecha o circuito e acende uma luz de alerta no painel. Atenção: essa luz também pode indicar nível baixo de fluido de freio. Quando ela acende, não espere leve o carro para inspeção. 6. Aumento da Distância de Frenagem Se você perceber que o carro está demorando mais para parar do que antes, ou que precisa pisar mais fundo no pedal para ter o mesmo efeito de frenagem, os freios precisam de atenção urgente. Esse sintoma é especialmente perigoso porque costuma ser gradual. O motorista vai se adaptando sem perceber que a situação piorou. 7. Cheiro de Queimado Após Frenagens Pastilhas e discos sobreaquecidos exalam um odor característico de queimado, semelhante a borracha quente. Se isso acontece com frequência mesmo em frenagens normais, o sistema precisa ser verificado. Quando Trocar as Pastilhas de Freio? A quilometragem de troca varia muito conforme o estilo de condução, o tipo de trajeto e a qualidade das peças. Como referência geral: Regra técnica: a troca é obrigatória quando a espessura da pastilha chega a 3 mm ou menos de material de atrito. Abaixo disso, a base metálica começa a tocar o disco. A recomendação prática da Bono Pneus: faça uma inspeção visual das pastilhas a cada 10.000 km ou sempre que levar o carro à oficina. Não espere os sintomas aparecerem. E os Discos de Freio? Os discos têm vida útil maior que as pastilhas mas também precisam de atenção. Cada disco tem uma espessura mínima definida pelo fabricante (gravada na lateral do disco). Abaixo dessa espessura, o disco perde resistência e não pode mais ser retificado. Sinais de que o disco precisa de atenção: Sulcos visíveis na superfície – Vibração no pedal (disco empenado) – Espessura abaixo do mínimo indicado – Trincas visíveis Quando trocar as pastilhas, sempre peça ao mecânico que inspecione o estado dos discos. Se os discos tiverem sulcos leves, pode ser feita uma retificação (nivelamento da superfície). Se os danos forem maiores, a substituição é necessária. O Que Acontece se Eu Adiar a Troca das Pastilhas? A sequência de problemas quando a troca é ignorada é progressiva e cara: Fase 1 Chiado: pastilha chegando

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Pneu com Bolha: Pode Rodar? É Perigoso? O Que Fazer Agora?

Você viu uma bolha na lateral do pneu e está em dúvida: dá para rodar “só até a oficina”? Aguenta mais uns dias? Tem conserto? A resposta direta é: não. Pneu com bolha é uma das situações mais perigosas no dia a dia do motorista e também uma das mais subestimadas. Especialistas do setor chamam a bolha de “bomba-relógio” justamente porque ela pode estourar a qualquer momento, sem aviso, inclusive em baixa velocidade. Nesta matéria, a Bono Pneus explica o que é a bolha no pneu, por que ela é tão perigosa, o que você deve fazer assim que identificar o problema e como evitar que isso aconteça novamente. O Que é a Bolha no Pneu? A bolha, tecnicamente chamada de hérnia ou protuberância, é um inchaço que aparece na parede lateral (flanco) do pneu. Ela pode surgir tanto na lateral externa quanto na interna e nesse segundo caso, pode não ser visível sem uma inspeção mais cuidadosa. Como a Bolha se Forma? O pneu moderno é composto por múltiplas camadas: borracha, lona de carcaça (uma malha de tecidos sintéticos ou de aço) e outros materiais estruturais. Quando o pneu sofre um impacto forte como bater em um buraco, encostar na guia ou subir um meio-fio bruscamente, essa malha interna pode se romper. Com a estrutura interna danificada, a pressão de dentro do pneu começa a empurrar a borracha externa para fora. O resultado é o inchaço que chamamos de bolha. A partir do momento em que a bolha aparece, a única coisa que está segurando a pressão do pneu é uma fina camada de borracha. Sem a estrutura interna intacta, qualquer impacto adicional, aumento de velocidade ou até a pressão acumulada em uma viagem mais longa pode causar o estouro. Bolha no Pneu: Pode Rodar? Não. Em hipótese alguma. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pneu em mau estado é considerado infração grave sujeita a multa, pontos na carteira e até retenção do veículo. Mas além da questão legal, o risco real é muito maior. Alguns motivos pelos quais rodar com bolha é extremamente perigoso: A bolha não estabiliza: ela tende a crescer com o uso, não diminuir O estouro pode acontecer em baixa velocidade: a maioria dos casos de bolha em pneus ocorre em vias urbanas, com o carro a cerca de 40 km/h Na estrada ou em alta velocidade, o risco é fatal: um estouro a 100 km/h pode causar perda total do controle do veículo A estrutura não se regenera: uma vez que a malha interna se rompeu, não há reparo que a restaure com segurança O coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI), Gerson Burin, resume bem: quando a bolha aparece, “há aumento do risco de acidentes, pois há perda de resistência, o que torna o veículo instável, com possibilidades de rompimento, colocando em risco os passageiros, pedestres e outros veículos”. Bolha no Pneu Tem Conserto? Não. A única solução é a substituição do pneu. Alguns borracheiros oferecem o processo de vulcanização como alternativa. Mas é importante entender: a vulcanização pode dar uma aparência de reparo, mas não reconstrói a malha interna rompida. O risco se mantém. O mesmo vale para outros “truques” populares como colocar câmara de ar dentro do pneu sem câmara (tubeless). Esse procedimento é ainda mais perigoso: o atrito entre a câmara e o interior danificado do pneu gera calor excessivo, acelerando o risco de estouro. Não existe reparo seguro para pneu com bolha. A troca é a única saída. Quais São os Riscos de Rodar com Pneu com Bolha? Como Identificar uma Bolha no Pneu? A bolha nem sempre é óbvia à primeira vista, especialmente quando está na lateral interna do pneu. Fique atento a esses sinais: Visualmente: – Inchaço ou saliência na lateral do pneu – Deformação que não existia antes Durante a condução: – Vibração ou trepidação no volante – Sensação de instabilidade, como se o carro “balançasse” – Carro puxando para um lado sem razão aparente – Barulho rítmico ao rodar (em casos mais graves) Se perceber qualquer um desses sinais, pare o carro em local seguro e inspecione os pneus visualmente o quanto antes. O Que Fazer Quando Descobrir uma Bolha no Pneu? Passo 1: Pare o Carro em Local Seguro Não continue rodando. Ative o pisca-alerta e encontre um local seguro para parar, longe do fluxo de tráfego. Passo 2: Troque pelo Estepe Se o estepe estiver em boas condições e calibrado, faça a troca imediatamente. É a única ação 100% segura nesse momento. Passo 3: Se Não Tiver Estepe Disponível Se for absolutamente inevitável rodar até a Bono Pneus mais próxima com o pneu danificado: – Não ultrapasse 60 km/h – Evite buracos e irregularidades – Reduza ao máximo a carga no veículo – Vá direto à Bono Pneus mais próxima. Atenção: se a bolha estiver em um pneu dianteiro, o risco é ainda maior um estouro na frente compromete completamente a direção. Nesse caso, se houver estepe, transfira o pneu danificado para o eixo traseiro e coloque o estepe na frente. Passo 4: Compre um Pneu Novo Na Bono Pneus, a orientação é sempre a troca por um pneu novo. A recomendação ideal é trocar o par do mesmo eixo para garantir equilíbrio especialmente se os outros pneus já têm quilometragem rodada. Bolha no pneu não é um problema que pode esperar. É uma situação que exige ação imediata e a única ação correta é a substituição do pneu, sem exceção. Não existe trajeto curto seguro, não existe reparo confiável e não existe “ainda aguenta mais um pouco”. A estrutura interna está comprometida e o risco de estouro é real e imprevisível. Se você identificou uma bolha no seu pneu, visite imediatamente a unidade Bono Pneus mais próxima. Nossa equipe vai avaliar o estado dos seus pneus, indicar o modelo correto para o seu veículo e fazer a montagem com segurança e agilidade. Com mais de 70 unidades no Brasil e mais de 30 anos de experiência, a Bono Pneus é a escolha de quem não abre mão de segurança na estrada. (Fonte: Auto XP – Bolha no pneu tem conserto/

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Troca de Óleo do Carro: Quando Fazer e Qual Óleo Usar

Dentre todas as manutenções que um carro exige, a troca de óleo é a mais importante e também uma das mais ignoradas. Muitos motoristas só lembram dela quando a luz de alerta acende no painel ou quando o motor começa a fazer barulhos estranhos. Mas quando o problema já chegou a esse ponto, o dano pode ser muito mais caro do que uma simples troca de óleo. Neste guia, a Bono Pneus rede com mais de 30 anos no setor automotivo e mais de 240 mil clientes atendidos por ano explica tudo que você precisa saber sobre a troca de óleo do carro: quando fazer, qual tipo de óleo escolher e quais os sinais de que você não pode mais esperar. O Que é o Óleo do Motor e Por Que Ele é Tão Importante? O óleo do motor não é apenas um lubrificante. Ele desempenha quatro funções essenciais dentro do motor: – Lubrificação: reduz o atrito entre as peças móveis, impedindo o desgaste prematuro – Refrigeração: ajuda a dissipar o calor gerado pela combustão e pelo atrito interno Limpeza: carrega as impurezas e partículas geradas pelo uso, impedindo a formação de borra – Vedação: cria uma camada de proteção entre as peças, evitando oxidação e contaminação Com o uso, o óleo perde suas propriedades. Ele fica mais escuro, mais grosso e cheio de impurezas. Quando isso acontece, o motor começa a trabalhar com muito mais esforço e o desgaste das peças acelera drasticamente. Quando Fazer a Troca de Óleo do Carro? Essa é a dúvida mais comum entre os motoristas. A resposta correta é: siga o manual do fabricante. Cada carro tem uma especificação diferente, e o manual é a fonte mais confiável de informação. Dito isso, existem referências gerais amplamente aceitas no Brasil: Por Tipo de Óleo Tipo de Óleo Intervalo de Troca Mineral A cada 5.000 km ou a cada 6 meses Semissintético A cada 7.500 km ou a cada 6 a 12 meses Sintético A cada 10.000 km ou a cada 12 meses Importante: mesmo que o carro não atinja a quilometragem indicada, troque o óleo pelo tempo. Um óleo parado por mais de 12 meses perde suas propriedades mesmo sem ter rodado muito. Condições de Uso Severo: Troque Antes Se você usa o carro nas condições abaixo, o intervalo de troca deve ser reduzido em até 50%: Trajetos curtos e urbanos (menos de 8 km por viagem) Trânsito intenso com muito para-e-anda Uso de aplicativos de transporte (motoristas de app) Terrenos irregulares ou estradas de terra Reboque frequente de cargas Nesses casos, mesmo com óleo sintético, reduzir o intervalo de 10.000 para 5.000 km é uma medida prudente. Quais São os Tipos de Óleo para Carro? Existem três tipos principais de óleo para motor disponíveis no mercado brasileiroÓleo Mineral O mais básico e acessível. Derivado diretamente do petróleo, sem grandes refinamentos. É indicado principalmente para veículos mais antigos, motores menos exigentes e motoristas que rodam pouco. Intervalo: a cada 5.000 km Indicado para: carros com mais de 10 anos e motoristas de baixa quilometragem Óleo Semissintético É uma mistura de óleo mineral com aditivos sintéticos. Oferece melhor proteção do que o mineral, com custo moderado. É uma boa opção de custo-benefício para a maioria dos veículos populares brasileiros. Intervalo: a cada 7.500 km Indicado para: carros de uso urbano moderado Óleo Sintético O mais avançado. É produzido em laboratório com composição molecular controlada, o que garante maior resistência ao calor, melhor lubrificação em partidas a frio e intervalos maiores entre trocas. Apesar do custo mais alto, o intervalo mais longo compensa financeiramente ao longo do tempo. Intervalo: a cada 10.000 km Indicado para: carros modernos, turboalimentados, elétricos e híbridos Como escolher o Óleo Certo para o Meu Carro? A escolha do óleo correto depende de dois fatores principais: a viscosidade e as especificações do fabricante. Viscosidade: Entendendo os Números Você já viu números como 5W-30, 0W-20 ou 10W-40 na embalagem do óleo. Eles indicam a viscosidade, ou seja, a consistência do óleo em diferentes temperaturas. O número antes do W (como 5W ou 0W) representa o comportamento em temperaturas frias: quanto menor, melhor o desempenho em partidas a frio O número após o W (como 30 ou 40) representa a viscosidade em temperatura de operação: quanto maior, mais espesso o óleo quando quente Para o clima brasileiro com verões quentes e trânsito urbano intenso, óleos com viscosidade 5W30 ou 5W40 costumam ser os mais indicados. Mas a palavra final é sempre o manual do fabricante. 7 Sinais de Que Você Precisa Trocar o Óleo Agora Se o seu carro apresenta qualquer um dos sinais abaixo, não espere atingir a quilometragem: vá a uma Bono Pneus o quanto antes. Óleo muito escuro ou preto na vareta: quando novo, é dourado ou marrom claro Óleo espesso ou com borra: sinal de contaminação grave Luz de alerta de óleo acesa no painel: verifique imediatamente Ruídos metálicos no motor: sinal de atrito entre peças sem lubrificação adequada Fumaça azulada pelo escapamento: óleo sendo queimado junto com o combustível Cheiro de queimado: óleo degradado em contato com partes quentes do motor Consumo de combustível mais alto: motor trabalhando com mais esforço O Que Acontece se Eu Não Trocar o Óleo? Ignorar a troca de óleo tem consequências sérias e progressivas: No curto prazo: perda de desempenho e aumento do consumo de combustível No médio prazo: desgaste acelerado de peças internas (pistões, anéis, bronzinas) No longo prazo: danos ao cabeçote, cilindros e, no pior cenário, a fundição do motor Perguntas Frequentes Sobre Troca de Óleo De quanto em quanto tempo devo trocar o óleo do carro? O intervalo ideal depende do tipo de óleo e das condições de uso. Com óleo mineral, a cada 5.000 km ou 6 meses. Com semissintético, a cada 7.500 km. Com sintético, a cada 10.000 km. Em condições de uso severo (trânsito urbano intenso, trajetos curtos), reduza esses intervalos pela metade. Posso misturar dois tipos de óleo diferentes? Não é recomendado. Misturar óleos de viscosidades ou bases diferentes pode comprometer as propriedades de ambos. Se precisar completar o

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O Fim da Rivalidade? GM, Hyundai e Stellantis se unem para sobreviver em 2026

Entenda por que as gigantes automotivas estão compartilhando fábricas e plataformas no Brasil e como isso impacta o preço e a manutenção do seu veículo. O cenário automotivo global em 2026 consolidou uma tendência que parecia impossível há uma década: a “coopetição”. Rivais históricos como General Motors (GM) e Hyundai, ou potências como Stellantis e a chinesa Leapmotor, deixaram as disputas de lado para assinar parcerias de bilhões de dólares. No Brasil, o impacto é direto. O país tornou-se o principal polo de sinergia entre a engenharia americana e a coreana, transformando nossas fábricas em centros globais de tecnologia compartilhada. Mas o que motivou esse movimento e, principalmente, o que muda para você que tem um carro na garagem ou pretende comprar um? Por que as marcas decidiram se unir agora? A indústria moderna exige investimentos astronômicos em três frentes: Eletrificação, Conectividade e Condução Autônoma. Para uma montadora desenvolver tudo isso sozinha, o custo final do carro se tornaria inviável para o consumidor médio. Ao compartilhar uma plataforma (o “esqueleto” do carro), as marcas reduzem custos de desenvolvimento em até 40%. É por isso que em 2026 vemos carros com logotipos diferentes, mas que compartilham o mesmo motor, suspensão e sistemas de freios. O Brasil como Protagonista: A Aliança GM & Hyundai Firmado em 2024 e detalhado ao longo de 2025, o acordo entre GM e Hyundai colocou o Brasil no mapa estratégico mundial. A sinergia utiliza o melhor de cada estrutura fabril: Hyundai (Piracicaba/SP): Foco em tecnologia de motores compactos e processos de automação. GM (São Caetano, São José dos Campos, Gravataí e Joinville): Especialista em picapes e logística de larga escala.   Os 4 Modelos que chegarão ao mercado A parceria prevê o lançamento de uma linha completa baseada em arquitetura conjunta: Hatch/Sedã de passeio: Substitutos de modelos de entrada com foco em baixo consumo. SUV Compacto: Uma plataforma que une o conforto coreano à robustez americana. Duas Picapes (Média e Intermediária): Onde a GM traz sua expertise histórica de “trabalho pesado”.   Tabela de Alianças: Quem é dono de quem em 2026? Aliança Principal Marcas Envolvidas Objetivo no Brasil GM + Hyundai Chevrolet e Hyundai Compartilhamento de motores e picapes nacionais. Stellantis + Leapmotor Fiat, Jeep, Peugeot + Leapmotor Trazer carros elétricos acessíveis usando a rede de concessionárias Stellantis. Renault + Geely Renault e Geely (Horse) Produção de motores híbridos de alta performance. Volkswagen + Rivian VW e Rivian Nova arquitetura de software para carros elétricos.   O Impacto na Manutenção: A visão da Bono Pneus Para o consumidor, a maior dúvida é: “Se meu carro é um híbrido de marcas, onde encontro peças?”. Na Bono Pneus, enxergamos essa mudança como uma vitória para o cliente por três motivos: 1. Padronização de Componentes Com marcas usando as mesmas plataformas, itens como pastilhas de freio, amortecedores, filtros e pneus tornam-se padronizados. Isso aumenta a oferta de peças no mercado de reposição e reduz os preços, já que a escala de produção é muito maior.   2. Diagnóstico Unificado Em 2026, os scanners automotivos da Bono Pneus já estão preparados para essas arquiteturas híbridas. Um problema eletrônico em um motor desenvolvido pela Renault/Geely, por exemplo, pode ser diagnosticado com a mesma precisão em qualquer unidade da nossa rede, independentemente do logotipo na grade do carro.   3. Conhecimento Técnico Globalizado Nossos técnicos recebem treinamentos focados nessas novas plataformas. Quando a indústria se une, a informação técnica flui melhor, permitindo manutenções mais rápidas e assertivas.   FAQ: Dúvidas sobre as novas parcerias automotivas O preço do carro vai cair com essas parcerias? Dificilmente o preço de tabela cai, mas a tendência é que os carros venham mais equipados pelo mesmo valor, já que as marcas economizaram bilhões no desenvolvimento.   A revenda de um carro “misto” é pior? Não. Historicamente, carros que compartilham peças com outros modelos de sucesso têm melhor revenda, pois o novo dono sabe que não terá dificuldade em encontrar peças em redes especializadas como a Bono Pneus.   Os motores híbridos e elétricos dessas parcerias são confiáveis? Sim, pois eles passam pelo crivo de engenharia de duas gigantes simultaneamente. É o dobro de testes e validações antes de chegar às ruas.   Um novo mercado para um novo motorista A união entre marcas rivais é a prova de que a tecnologia avançou mais rápido do que a capacidade individual das empresas. O motorista de 2026 ganha carros mais seguros e inteligentes. E a Bono Pneus continua sendo sua parceira de confiança para cuidar dessas novas tecnologias com a precisão que os novos tempos exigem.   (Fonte: Autoesporte – setor automotivo)

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Bateria de carro: Como saber se chegou a hora da troca?

Não espere o guincho! Aprenda a identificar os sinais de desgaste, entenda a durabilidade real e saiba por que a eletrônica dos carros modernos exige cuidado redobrado na troca. Você já passou pela experiência de tentar ligar o carro e ouvir apenas um “click” seco, ou notar que o motor de arranque parece estar fazendo um esforço sobrenatural? A bateria é o coração elétrico do seu veículo e, em 2026, com carros cada vez mais tecnológicos, ela é mais exigida do que nunca.   Embora a vida útil média de uma bateria varie entre 3 e 5 anos, o fim desse ciclo raramente acontece sem aviso prévio. Neste guia, a Bono Pneus ensina você a ler os sinais do seu carro e evitar o transtorno de ficar parado na rua.   5 Sinais Claros de que a sua Bateria está acabando O sistema elétrico do carro começa a dar pistas de que a voltagem está caindo muito antes da pane total. Fique atento a estes sintomas: 1. Partida Pesada ou Lenta Se ao girar a chave (ou apertar o botão Start/Stop) o motor demora para “pegar”, a bateria pode estar perdendo o seu CCA (Cold Cranking Amps), que é a corrente de partida a frio. Sem essa força inicial, o motor de arranque não consegue girar com a velocidade necessária. 2. Luzes e Painel com Brilho Oscilante Se ao ligar os faróis ou o ar-condicionado você notar que a luz do painel enfraquece, é sinal de que a bateria não consegue mais manter a tensão estável sob carga.   3. Falhas Crônicas no Sistema Start/Stop Em carros modernos, o sistema que desliga o motor em semáforos é o primeiro a ser desativado eletronicamente quando a bateria está com menos de 70% de saúde. Se o seu carro parou de “economizar combustível” sozinho, cheque a bateria.   4. Oxidação nos Terminais (Zinabre) Aquela crosta esverdeada ou branca nos polos da bateria indica que gases ácidos estão escapando. Isso isola o contato elétrico e impede que o alternador carregue a bateria corretamente.   5. Odor Estranho ou Estufamento Se você sentir um cheiro semelhante a enxofre ou notar que a carcaça da bateria está “inchada”, pare o carro imediatamente. Isso indica sobrecarga ou superaquecimento químico um risco real de vazamento de ácido.   Tabela de Diagnóstico Rápido: O que o seu carro está dizendo? Use esta tabela para identificar a gravidade do problema antes de procurar a Bono Pneus: Sintoma Observado Causa Provável Nível de Urgência Estalo metálico ao dar partida Carga insuficiente para o solenoide 🔴 Crítica (Troca Imediata) Vidros elétricos subindo devagar Voltagem abaixo de 11.5V 🟡 Alerta (Fazer Teste) Luz de bateria acesa no painel Falha no Alternador ou Bateria 🔴 Crítica (Risco de Pane) Central Multimídia reiniciando Pico de queda de tensão 🟡 Alerta (Revisar Elétrica)   Por que a eletrônica de 2026 mudou as regras da troca? Antigamente, qualquer pessoa trocava uma bateria soltando dois parafusos. Hoje, a situação é diferente. Os veículos atuais possuem Sistemas de Gerenciamento de Energia (BMS).   Se você desconectar a bateria sem um equipamento de backup (salva-memórias), pode desconfigurar o corpo de borboleta, perder as configurações do câmbio automático e até travar o sistema de injeção. Na Bono Pneus, utilizamos scanners de diagnóstico para garantir que a nova bateria seja “apresentada” ao computador do carro, garantindo que o alternador trabalhe na voltagem correta.   Perguntas Frequentes (FAQ) – Tire suas dúvidas Quanto tempo dura uma bateria de primeira linha? Geralmente de 36 a 48 meses. No entanto, se você utiliza muitos acessórios (câmeras, som potente) ou faz apenas trajetos curtos (menos de 15 minutos), a vida útil pode cair para 24 meses.   Posso fazer “chupeta” em carros modernos? Não é recomendado. A transferência de carga pode gerar picos de tensão que queimam módulos eletrônicos caros.   Como prolongar a vida útil? Evite ligar faróis e rádio antes de dar a partida. Certifique-se de que o terminal esteja sempre apertado e limpo.   Segurança não aceita improvisos A bateria não avisa quando vai parar de vez, mas ela dá sinais de cansaço. Fazer o teste de saúde da bateria (teste de carga e condutância) em sua revisão preventiva na Bono Pneus é a única forma de garantir que você não será pego de surpresa.   Encontre a Bono Pneus mais próxima a você e agende sua revisão! Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Quatro Rodas – Auto serviço/ Manual de Engenharia de Baterias Moura – Edição Técnica 2026).

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