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Fumaça Saindo do Carro: Branca, Preta ou Azul. O Que Significa?

Você está dirigindo tranquilamente, olha pelo espelho retrovisor e, de repente, percebe uma nuvem de fumaça saindo do escapamento do seu veículo.O susto é imediato e a dúvida cruel aparece: isso é apenas uma reação normal do motor ou o carro está prestes a sofrer uma pane grave. A resposta correta para essa pergunta depende de uma análise técnica rápida de duas variáveis: a cor exata e a quantidade de fumaça expelida. No ecossistema automotivo, os gases que saem do cano de descarga funcionam como o diagnóstico visual mais direto e sincero que o motor pode fornecer sobre a sua saúde mecânica interna. Ignorar essas colorações ou achar que o problema vai sumir sozinho pode transformar uma simples troca de componente em uma retífica completa do motor, pesando consideravelmente no seu orçamento. Desenvolvemos este guia automotivo completo para que você entenda detalhadamente o que cada cor de fumaça significa e saiba exatamente quando é necessário encostar o veículo e desligar o motor de forma imediata.  Fumaça Branca: Vapor de Água Condensada ou Problema Crítico? A fumaça de coloração branca é uma das mais comuns nas ruas, mas o seu diagnóstico se divide entre uma reação física inofensiva e uma das falhas mecânicas mais caras do setor automotivo.Para identificar a gravidade, é preciso observar a densidade e o comportamento dos gases. Fumaça branca fina que desaparece rapidamente no ar Se a fumaça branca for rala, em pouca quantidade e dissipar-se logo após sair do cano de descarga, o comportamento é totalmente normal. Trata-se apenas de vapor de água decorrente da condensação da umidade natural do ar acumulada dentro do tubo do escapamento, um fenômeno muito frequente em dias frios de inverno ou nas primeiras partidas do veículo pela manhã. Conforme o motor e o escapamento aquecem, a água evapora por completo e o sintoma desaparece naturalmente. Não há com o que se preocupar. Fumaça branca densa, espessa e persistente Se a fumaça for grossa, persistente, apresentar um odor adocicado e continuar saindo mesmo com o motor já quente após longos minutos de rodagem, o cenário é de problema gravíssimo. Esse sintoma acusa de forma direta a presença e a queima de fluido de arrefecimento (água do radiador) dentro da câmara de combustão do motor.  A Causa Mecânica: Ocorre quase sempre devido ao rompimento ou queima da junta do cabeçote, ou por trincas estruturais no próprio bloco do motor. Com a vedação danificada, o líquido que deveria apenas circular pelas galerias para resfriar o motor invade os cilindros e é queimado junto com o combustível. Os Riscos Imediatos: Superaquecimento severo do motor devido ao consumo rápido do líquido de arrefecimento e o risco crítico de ocorrer o fenômeno do calço hidráulico (quando a água entra em excesso na câmara, impedindo o pistão de subir, o que entorta as bielas e destrói o motor internamente). Recomendação Bono: Não dirija o carro nessas condições; chame o guincho imediatamente. Fumaça Preta: Excesso de Combustível e Queima Incompleta A emissão de fumaça preta indica que o motor está sofrendo com uma mistura rica, termo técnico que significa que há combustível em excesso sendo injetado para pouca quantidade de ar dentro dos cilindros. Como o oxigênio é insuficiente, o combustível não queima por completo e é expelido na forma de fuligem escura. As causas principais estão ligadas ao sistema de alimentação de ar e injeção:   Causa Provável Sintoma Associado Impacto no Veículo Ação Recomendada Filtro de Ar Entupido Perda de torque e motor abafado. Reduz a entrada de ar, forçando a mistura rica. Substituição do filtro a cada 15.000 ou 20.000 km. Bico Injetor com Defeito Marcha lenta oscilando e falhas. O bico trava aberto, gotejando combustível sem parar. Limpeza ou troca do bico injetor danificado. Sensor MAF Danificado Falhas na aceleração e consumo alto. Envia dados errados à central, desregulando a mistura. Passagem de scanner OBD e troca do sensor.   Filtro de ar do motor entupido ou saturado O motor precisa respirar livremente. Se o filtro de ar estiver obstruído por excesso de poeira e impurezas, o volume de oxigênio que entra nos cilindros cai drasticamente. Para tentar compensar a perda de potência, a central eletrônica injeta mais combustível A falta de ar gera a queima incompleta e a fumaça preta. A substituição preventiva do filtro de ar deve ocorrer rigorosamente entre 15.000 e 20.000 km, dependendo do ambiente onde o veículo trafega. Bicos injetores sujos, gotejando ou travados abertos Quando um ou mais bicos injetores perdem a capacidade de estanqueidade e passam a gotejar ou travam totalmente abertos, eles injetam muito mais combustível do que o cilindro consegue queimar. Isso resulta em perda notória de rendimento, motor engasgando em baixas rotações e emissão de fumaça escura. Falha no Sensor de Massa de Ar (Sensor MAF) O sensor MAF é o componente eletrônico responsável por calcular a massa exata de ar que entra na admissão para que a central faça o cálculo preciso de injeção de combustível. Se o sensor estiver sujo, danificado ou com defeito de leitura, ele enviará dados incorretos à central, enriquecendo a mistura sem necessidade. Nível de Urgência: Médio. A fumaça preta não representa um risco de quebra catastrófica instantânea do motor como a fumaça branca densa. No entanto, ela pode aumentar o consumo de combustível do seu carro em até 20%, carboniza as velas de ignição e destrói o catalisador devido ao excesso de fuligem. Agende um diagnóstico eletrônico em até 48 horas. Fumaça Azul ou Cinza-Azulada: Óleo Lubrificante Sendo Queimado Ver um rastro de fumaça azulada saindo do escapamento significa que o óleo lubrificante do motor conseguiu invadir a câmara de combustão e está sendo queimado junto com o combustível. Esse problema afeta diretamente o nível do lubrificante, deixando o motor desprotegido contra o atrito seco. O momento em que a fumaça aparece entrega o diagnóstico do componente danificado: Fumaça azulada apenas nas primeiras partidas a frio Se o carro emite fumaça azul logo ao ligar pela manhã, mas o sintoma desaparece completamente após alguns minutos de

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Quando Trocar os Pneus do Carro: Sinais Físicos e Visuais que Você Não Pode Ignorar

A grande maioria dos motoristas brasileiros só se preocupa em substituir os pneus do veículo em duas situações extremas: quando o pneu sofre um furo irreparável na estrada ou quando algum profissional aponta, durante uma revisão, que a borracha já está completamente careca. No entanto, nenhum desses dois cenários representa o momento ideal para a troca. Agir apenas nesses extremos significa oscilar entre o atraso perigoso e a dependência da sorte. O pneu é o único ponto de contato físico entre o veículo e o asfalto. Por esse motivo, os fabricantes implementam indicadores físicos e visuais precisos que avisam, com bastante antecedência, quando a estrutura atingiu o limite de segurança. Compreender esses sinais é a diferença direta entre realizar uma manutenção preventiva planejada ou arcar com custos mecânicos altíssimos causados por um acidente perfeitamente evitável na pista. Com uma trajetória sólida de mais de 30 anos de mercado e uma rede que ultrapassa 70 unidades distribuídas por 11 estados do Brasil, a equipe de especialistas técnicos da Bono Pneus lida diariamente com as consequências do desgaste de rodagem. Desenvolvemos este guia detalhado para que você aprenda a identificar os sintomas de alerta do pneu e saiba exatamente quando realizar a substituição para proteger o seu patrimônio. O Indicador TWI: O Alerta de Desgaste que Já Está no Seu Pneu Você não precisa adivinhar se a borracha está gasta. Todo pneu homologado e produzido atualmente conta com uma ferramenta nativa de medição chamada TWI (Tread Wear Indicator), que se traduz como Indicador de Desgaste da Banda de Rodagem. Trata-se de pequenas saliências de borracha com relevo estruturado localizadas no fundo dos sulcos principais do pneu. Como Encontrar e Ler o TWI no Flanco do Pneu Para localizar essas marcações sem dificuldades, olhe para a parede lateral do pneu (flanco). Os fabricantes inserem uma pequena seta, um triângulo ou a própria sigla “TWI” gravada na borracha. Essas marcas apontam exatamente para a direção onde os ressaltos estão escondidos dentro dos canais de escoamento de água. O Limite Legal: À medida que o pneu roda, a banda de rodagem se desgasta e a profundidade dos sulcos diminui. Quando a superfície da borracha externa atinge o mesmo nível que os ressaltos do TWI, o pneu atingiu o limite legal de 1,6 mm de profundidade. A partir deste momento, o pneu é considerado careca por lei, o veículo fica sujeito a multas e retenção, e a segurança está severamente comprometida. O Método Prático: O Teste da Moeda de R$ 1,00 Caso você sinta dificuldades para visualizar o TWI devido à sujeira ou pouca iluminação, é possível aplicar um teste prático utilizando uma moeda de um real. Insira a moeda verticalmente no sulco central mais profundo do pneu e observe: Zona de Alerta: Se a borda dourada externa da moeda ficar completamente visível para fora do bloco de borracha, significa que o sulco possui menos de 2 mm de profundidade. O pneu está entrando na zona crítica de desgaste. Zona de Segurança: Se a borda dourada desaparecer parcial ou totalmente dentro do canal do pneu, a profundidade ainda está adequada para a rodagem segura.   Sinais Visuais de Desgaste Irregular: Diagnóstico de Falhas Mecânicas Muitas vezes o pneu apresenta sulcos profundos em uma área, mas está completamente desgastado em outra. Esses padrões de deformação na borracha funcionam como um relatório visual da saúde mecânica da suspensão e da direção do carro. Tabela de Diagnóstico de Desgaste da Banda de Rodagem    Padrão Visual do Desgaste Causa Mecânica Provável Impacto no Veículo Desgaste Central (Pneu Balonado) Supercalibragem crônica (pressão alta). Perda de estabilidade, rodagem rígida e risco de estouro. Desgaste nas Bordas (Laterais Gastas) Subcalibragem crônica (pressão baixa). Aumento no consumo de combustível e aquecimento da borracha. Desgaste Unilateral (Um lado só) Falta de alinhamento (convergência/divergência). Carro puxando o volante e arrasto crônico da direção. Desgaste Escamado (Dentes de Serra) Amortecedores vencidos ou folga em buchas. Trepidação no volante e ruído de rolamento alto. Bolhas no Flanco (Parede Lateral) Impacto com rompimento da estrutura interna. Risco Crítico. Ruptura e estouro iminente a qualquer momento. Desgaste Central (Pneu Balonado) Quando a borracha se desgasta nitidamente mais no centro da banda de rodagem do que nas extremidades laterais, o diagnóstico aponta para a supercalibragem. Utilizar uma pressão de ar muito acima da recomendada pelo manual do carro faz com que o pneu infle excessivamente no meio, concentrando todo o peso do veículo e o atrito com o solo nessa linha central. Além de acelerar a perda do pneu, a parede rígida diminui a absorção de impactos. Desgaste nas Bordas Laterais Se o pneu apresenta as duas bordas externas gastas, mas o centro continua preservado, o motivo é a subcalibragem. Rodar com o pneu murcho faz com que a estrutura perca a sustentação ideal, gerando uma dobra interna que joga a carga do veículo para os ombros laterais do pneu. Isso aumenta a área de fricção, eleva o consumo de combustível e causa o aquecimento excessivo dos componentes internos da borracha. Desgaste Unilateral (Apenas um lado do pneu) Esse sintoma ocorre quando o pneu se apresenta liso apenas na face interna ou apenas na face externa. Isso indica que a roda está trabalhando inclinada em relação ao solo devido à falta de alinhamento geométrico (erros nos ângulos de Camber ou Convergência). Aviso Técnico: Substituir o pneu careca sem realizar o alinhamento computadorizado 3D da suspensão fará com que o pneu novo sofra exatamente o mesmo padrão de desgaste unilateral em poucos milhares de quilômetros, destruindo o seu investimento. Bolhas e Deformações na Parede Lateral As bolhas surgem após o pneu sofrer um impacto severo contra um buraco profundo ou ao raspar de forma abrupta contra a guia da calçada. Esse choque esmaga a carcaça e rompe as lona de nylon e os fios de aço que dão sustentação interna ao pneu. O ar sob pressão empurra a borracha externa para fora, criando a bolha. Pneus com bolhas perdem totalmente a integridade estrutural e podem estourar a qualquer momento em

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Michelin vs Pirelli vs Continental vs Bridgestone: Qual Pneu Vale Mais a Pena?

A hora de substituir os pneus do carro sempre coloca o motorista diante de um grande dilema econômico e técnico. Ao pesquisar no mercado, você inevitavelmente vai se deparar com as quatro maiores marcas globais da categoria premium: Michelin, Pirelli, Continental e Bridgestone. À primeira vista, todas parecem oferecer promessas muito parecidas de segurança e performance, mas exibem preços e construções bem diferentes entre si. Diante disso, como saber qual delas realmente entrega o melhor retorno para o seu investimento? A resposta para essa pergunta não é universal; ela depende diretamente do modelo do seu veículo, do seu perfil de condução (agressivo ou moderado), do tipo de estrada que você mais frequenta e do fator que você coloca como prioridade máxima no seu orçamento. Escolher sem critérios técnicos pode resultar em um pneu que dura menos do que o esperado.  Com mais de 30 anos de estrada e uma estrutura consolidada de mais de 70 unidades distribuindo e instalando pneus dessas quatro marcas líderes no Brasil, a equipe técnica especializada da Bono Pneus montou este comparativo definitivo. A nossa análise é baseada no desempenho real verificado no dia a dia das nossas oficinas e nos relatos de milhares de clientes longe de qualquer promessa puramente publicitária.  Critérios Técnicos da Comparação: O Que Avaliar Antes da Compra? Para que este embate de gigantes seja o mais justo e útil possível para a realidade do motorista brasileiro, nós isolamos cinco critérios fundamentais que impactam diretamente a sua segurança e o seu bolso no longo prazo: Durabilidade Quilométrica: A vida útil da banda de rodagem antes de atingir o indicador TWI (limite legal de desgaste). Aderência e Frenagem em Piso Molhado: A capacidade de escoamento de água pelos sulcos e a resistência ao temido efeito de aquaplanagem. Conforto Acústico: O nível de ruído provocado pelo rolamento dos pneus contra o asfalto, perceptível dentro do habitáculo. Eficiência Energética: A resistência ao rolamento do composto de borracha, que influencia diretamente o consumo de combustível do motor. Custo-Benefício: O equilíbrio entre o valor pago no momento da compra e o rendimento por quilômetro rodado. Análise Detalhada das 4 Gigantes do Setor Automotivo Cada fabricante possui uma assinatura de engenharia muito clara, focando o desenvolvimento de seus compostos em soluções específicas para diferentes perfis de proprietários. Michelin — A Referência em Alta Durabilidade e Longo Prazo A francesa Michelin é reconhecida internacionalmente por liderar os testes de vida útil e rendimento quilométrico. Linhas consagradas como o Michelin Primacy e o Energy XM2+ são desenvolvidas com compostos de sílica de última geração e tecnologias que garantem que o pneu se desgaste de forma perfeitamente uniforme ao longo dos anos. Vantagens Práticas: Durabilidade excepcional que frequentemente ultrapassa os 60.000 km sob uso regular urbano, baixíssimo nível de ruído e manutenção da aderência mesmo quando o pneu já está perto do fim da vida útil. Desvantagens: Exige o maior investimento financeiro inicial no momento da compra. Para quem é ideal: Motoristas de viagens longas, pessoas que rodam mais de 20.000 km por ano e proprietários que buscam o menor custo por quilômetro rodado no longo prazo, já que a troca do pneu demora muito mais para acontecer. Pirelli — Esportividade, Precisão e Tradição nas Pistas A italiana Pirelli foca o seu DNA na alta performance, aderência mecânica e precisão de resposta ao volante. Não é por acaso que linhas como o Cinturato P7 e a família P Zero são as escolhas homologadas de fábrica pelas principais montadoras para equipar veículos de média e alta cilindrada. Vantagens Práticas: Resposta imediata em manobras rápidas, aderência lateral impecável em curvas acentuadas sob pista seca e um design de banda de rodagem agressivo e esportivo. Desvantagens: Por possuir uma borracha com foco em grip, o desgaste na rodagem urbana diária tende a ser ligeiramente mais rápido em comparação à Michelin. As linhas de entrada podem apresentar maior rigidez e ruído em asfaltos ásperos. Para quem é ideal: Condutores com estilo de direção mais dinâmico, proprietários de sedãs potentes, carros esportivos e SUVs de grande porte que priorizam estabilidade e a sensação de controle total do carro. Continental — A Campeã de Segurança e Frenagem na Chuva A alemã Continental constrói os seus pneus com foco cirúrgico na segurança ativa, sendo o grande destaque em frenagens de emergência em superfícies molhadas. Modelos como o PowerContact e o ExtremeContact possuem sulcos longitudinais e lamelas com engenharia alemã projetada para quebrar a lâmina de água com máxima eficiência, erradicando os riscos de aquaplanagem. Vantagens Práticas: Menor distância de parada sob chuva intensa, estabilidade direcional exemplar em rodovias e excelente conforto acústico em viagens. Desvantagens: Linha de distribuição ligeiramente menor no mercado nacional, o que pode dificultar a reposição imediata de medidas muito específicas em lojas do interior. Para quem é ideal: Motoristas que trafegam muito por rodovias, pessoas que moram em regiões de alta pluviosidade (como trechos de serra e litoral) e quem coloca a segurança sob tempestades acima de qualquer outro fator. Bridgestone — O Melhor Custo-Benefício da Categoria Premium A japonesa Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, foca a sua engenharia na entrega de um produto robusto, altamente confiável e com preço extremamente competitivo. A linha Ecopia, por exemplo, é uma das grandes referências mundiais em baixa resistência ao rolamento, ajudando o motor a trabalhar com menos esforço. Vantagens Práticas: Preço geralmente entre 10% e 20% menor que as concorrentes diretas do topo premium, excelente economia de combustível mensurável e alta resistência contra impactos laterais em buracos urbanos. Desvantagens: É um pneu de comportamento neutro e equilibrado; não lidera os extremos de esportividade da Pirelli ou de quilometragem da Michelin, mas entrega um desempenho sólido sem falhas. Para quem é ideal: Proprietários de frotas comerciais, motoristas de aplicativo, taxistas e qualquer pessoa que busque a qualidade inegociável de uma marca premium global sem precisar pagar o valor mais alto do mercado. Qual Pneu Comprar para a Sua Rotina? Para facilitar a sua tomada de decisão, nossa equipe técnica cruzou as características das marcas

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Luz Acesa no Painel do Carro: O Que Significa Cada Símbolo e Nível de Urgência

A cena é clássica e costuma gerar um frio na barriga de qualquer motorista: você está conduzindo tranquilamente e, de repente, uma luz colorida acende no painel do carro. A dúvida é imediata: posso continuar dirigindo até o destino ou preciso parar o veículo agora mesmo no acostamento? Infelizmente, a falta de conhecimento sobre esses alertas sonoros e visuais custa caro, resultando em acidentes graves e consertos mecânicos altíssimos todos os dias nas estradas brasileiras. Neste guia completo de engenharia automotiva, você vai aprender a decifrar exatamente o que significa cada símbolo do painel e, mais importante, qual é o nível de urgência real de cada um deles. Evite panes severas e saiba como reagir para proteger o seu bolso e a integridade do seu automóvel. Desenvolvemos este manual prático para que o painel do seu veículo deixe de ser um mistério.  O Sistema de Cores do Painel: Como Ler a Gravidade do Alerta Antes de tentar decorar o significado de cada ícone individual, todo motorista precisa compreender a convenção internacional de cores adotada pela indústria automobilística. Assim como em um semáforo de trânsito, a cor da luz que acendeu dita o seu comportamento imediato. Luzes Vermelhas: Sinais de Alerta Crítico (Pare o Carro) As luzes vermelhas indicam que o veículo sofreu uma falha que compromete o funcionamento básico ou a segurança ativa. Rodar com qualquer uma dessas luzes ativas, mesmo que por poucos metros, pode destruir componentes internos. Óleo do Motor (Ícone de uma lata de óleo com uma gota) Este é, sem dúvidas, o alerta mais perigoso do painel. Ele não indica que o nível do óleo está baixo (embora possa ser isso), mas sim que a pressão do óleo no sistema está crítica. Isso significa que o lubrificante não está conseguindo subir para proteger as peças móveis superiores do motor contra o atrito. O Prejuízo Real: Se essa luz acender com o veículo em movimento, encoste e desligue o motor no mesmo segundo. Funcionar o carro por meros 2 minutos com pressão de óleo zero causará o travamento térmico das peças, fazendo o motor “fundir”. Temperatura do Motor (Ícone de um termômetro sobre ondas) Este símbolo indica que o líquido de arrefecimento atingiu uma temperatura limite e o motor está superaquecendo. As causas mais comuns são vazamentos de água por mangueiras estouradas, falha na bomba d’água ou queima da ventoinha do radiador. O Que Fazer na Hora: Desligue o ar-condicionado imediatamente e, se possível, ligue o aquecedor interno no máximo (isso ajuda a dissipar parte do calor do bloco do motor para a cabine). Encoste o veículo em local seguro. Aviso de Segurança Extrema: Nunca abra a tampa do reservatório de expansão com o motor quente. A água está sob extrema pressão e causará queimaduras graves de terceiro grau. Aguarde o motor esfriar completamente antes de verificar o nível. Sistema de Freio (Ícone de uma exclamação ou letra “P” dentro de um círculo) Se essa luz acender, o primeiro passo é certificar-se de que o freio de mão não está levemente puxado. Se a alavanca estiver totalmente abaixada e a luz persistir ativa, o sistema está acusando nível crítico do fluido de freio ou desgaste extremo nas pastilhas. Risco à Vida: O nível baixo de fluido pode indicar um vazamento nas pinças, cilindros ou mangueiras. Sem a pressão hidráulica correta, o pedal de freio vai amolecer e o carro simplesmente não vai parar. Não continue dirigindo; chame o guincho imediatamente. Carga da Bateria (Ícone de uma bateria com sinais de mais e menos) Ao contrário do que muitos pensam, essa luz não avisa que a bateria está velha, mas sim que o sistema de carga (o alternador) falhou. O alternador é a peça que gera eletricidade para manter o carro ligado e recarregar a bateria enquanto o motor gira. Comportamento do Veículo: Como o alternador parou de gerar energia, o carro passará a consumir exclusivamente a carga armazenada na bateria. O veículo continuará funcionando por uma janela de 20 a 40 minutos e depois apagará completamente, desligando a bomba de combustível e os faróis. Se a luz acender em movimento, desligue todos os componentes elétricos (rádio, ar-condicionado) e dirija-se imediatamente à oficina Bono Pneus mais próxima antes que a energia acabe de vez. Luzes Amarelas: Diagnósticos Preventivos (Verifique em até 72 Horas) As luzes amarelas não exigem a parada imediata do veículo na estrada, mas funcionam como um aviso prévio de que um sistema eletrônico ou mecânico está operando fora dos parâmetros ideais de fábrica. Injeção Eletrônica (Ícone de um motor estilizado / Check Engine) É o alerta mais frequente e genérico do painel. Ele aponta que a central eletrônica do veículo detectou alguma anomalia no sistema de queima de combustível ou de emissão de gases. As causas variam desde combustível adulterado, tampa do tanque mal fechada, até falhas complexas no sensor de oxigênio (sonda lambda), velas ou entupimento do catalisador. Ação Necessária: O carro continuará rodando, muitas vezes sem apresentar falhas perceptíveis. No entanto, em motores modernos, rodar com a injeção acesa faz o sistema entrar em modo de segurança, o que pode comprometer e aumentar o consumo de combustível em até 15%. O diagnóstico só é possível conectando um scanner automotivo OBD na central para ler o código de erro específico. Pressão dos Pneus / Sistema TPMS (Ícone de um pneu em corte com uma exclamação) Este alerta avisa que um ou mais pneus sofreram uma perda de pressão superior a 20% em relação à calibragem recomendada pelo fabricante do carro. Implicação Técnica: Rodar com o pneu murcho de forma prolongada danifica a estrutura lateral interna da borracha, deforma a banda de rodagem, aumenta o arrasto (elevando o consumo de combustível) e eleva a temperatura interna do composto, gerando um alto risco de estouro do pneu em velocidades de rodovia. Pare no próximo posto de serviços, calibre os pneus frios e passe na Bono para verificar a presença de furos ou pregos internos. Sistema ABS (Iniciais “ABS” dentro de um círculo) O sistema de

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Barulho no Carro: O Que Pode Ser e O Que Fazer para Evitar

Prejuízos Aquele barulho estranho que você tenta ignorar aumentando o volume do som do rádio pode estar custando muito mais caro do que você imagina. No universo automotivo, os ruídos mecânicos funcionam como um sistema de alerta do próprio veículo, indicando que algum componente atingiu o limite da vida útil. Ignorar esses pequenos sinais sonoros é o caminho mais rápido para transformar um conserto simples de rotina em uma conta alta e inesperada na oficina. Nesta matéria, você vai aprender a identificar e diagnosticar o que significa cada tipo de barulho no carro: seja ao frear, vindo das rodas, ao virar a direção ou ao acelerar. Evite o efeito bola de neve na manutenção do seu veículo e saiba exatamente como agir diante de cada sintoma mecânico. Com mais de 30 anos de estrada e uma rede que ultrapassa 70 unidades espalhadas pelo Brasil, a equipe técnica especializada da Bono Pneus catalogou os padrões de ruídos mais comuns que chegam às nossas oficinas. Desenvolvemos este guia completo para que você entenda os riscos ocultos por trás de cada barulho e proteja o seu patrimônio e a segurança da sua família. Barulho ao Frear: O Que Cada Som do Sistema Indica O sistema de frenagem é o item de segurança ativa mais crítico de qualquer veículo motorizado. Qualquer comportamento irregular ou ruído incomum ao acionar o pedal de freio exige um diagnóstico técnico imediato para evitar falhas catastróficas. Chiado ou guinchos agudos ao frear Na grande maioria dos casos, este som agudo e contínuo (semelhante a um assobio metálico) indica que as pastilhas de freio chegaram ao limite de desgaste. As pastilhas modernas contam com uma pequena lamela metálica projetada pelo fabricante para funcionar como um alerta acústico. Quando o material de fricção chega à espessura mínima de segurança, essa lamela começa a raspar propositalmente no disco de freio ao frear. Nível de Urgência: Médio/Alto. Trata-se de um aviso prévio, não de uma pane imediata. Contudo, se você ignorar esse chiado por mais de duas semanas, o material abrasivo da pastilha vai acabar por completo. O suporte metálico da peça entrará em contato direto com o disco, cortando e inutilizando a superfície flipada, o que irá multiplicar o custo do reparo final na oficina. Estrondo, batida seca ou atrito áspero de ferro com ferro Se ao pisar no pedal você ouvir um estalo forte, uma batida seca ou um som áspero de moagem metálica, o cenário é de risco extremo. Esse sintoma indica que a pastilha de freio quebrou, o pino guia da pinça se soltou ou o disco já está severamente danificado e cavitado. Nível de Urgência: Gravíssimo. Não continue dirigindo o veículo nessas condições. O risco de travamento de roda ou de perda total da capacidade de frenagem em uma emergência é real e iminente. Vibração ou trepidação no pedal ao frear Quando o motorista sente o pedal de freio pulsar ou vibrar sob o pé ao reduzir a velocidade em rodovias, o diagnóstico aponta para o disco de freio empenado. O empenamento ocorre devido ao choque térmico ou excesso de calor gerado por frenagens bruscas repetidas, como em descidas longas de serra sem o uso correto do freio motor (marcha engatada). Nível de Urgência: Alto. O empenamento faz com que a pastilha perca o contato 100% plano com o disco, tornando a frenagem totalmente irregular, aumentando consideravelmente a distância necessária para parar o carro com segurança. Barulho na Roda em Movimento: Diagnóstico de Rolamento e Suspensão Os ruídos vindos diretamente das rodas costumam ser progressivos e estão diretamente ligados à velocidade do veículo ou à movimentação da carroceria em terrenos irregulares. Zumbido contínuo que aumenta conforme o carro acelera Se você nota um ronco ou zumbido contínuo, parecido com o som de um pneu rodando em asfalto muito rústico, e que fica mais alto à medida que a velocidade aumenta, o culpado é o rolamento de roda com defeito. Os rolamentos são responsáveis por permitir que as rodas girem livremente com o mínimo de atrito; quando perdem a lubrificação interna ou sofrem desgaste nas esferas, passam a ressonar. Dica de Teste Técnico: Para confirmar o diagnóstico em linha reta, mude de faixa suavemente na rodovia. Se o zumbido mudar de tom ou intensidade quando o carro inclina levemente para um dos lados, o rolamento daquele lado específico está falhando. Ignorar esse problema pode fazer com que o rolamento funda e trave a roda em alta velocidade. Estalos repetitivos ao esterçar e fazer curvas O som de “clique-clique-clique” metálico e repetitivo que surge especificamente quando você vira o volante para fazer uma curva ou manobrar é o sintoma clássico de desgaste na junta homocinética. Esse componente é responsável por transmitir a força do motor para as rodas mesmo quando elas estão viradas. O problema ocorre quase sempre após o rompimento da coifa protetora de borracha, o que deixa entrar areia e água, eliminando a graxa lubrificante da peça. O Risco: O estalo aparece com mais força quando você acelera ao sair de uma vaga ou em retornos. Se a junta homocinética se romper totalmente devido ao desgaste, o carro perde a tração de forma imediata e para de andar, deixando você na mão no meio do trânsito. Batidas secas (“toc-toc”) ao passar por lombadas e buracos Ruídos fortes de impacto na parte inferior do veículo ao trafegar por superfícies irregulares indicam amortecedores vencidos, pivôs com folga ou buchas de suspensão rompidas. Quando as proteções de borracha que separam as peças de metal da suspensão se desgastam, os componentes passam a colidir diretamente entre si. Impacto na Segurança: Além do óbvio desconforto acústico, rodar com amortecedores e componentes de suspensão danificados reduz a estabilidade em curvas, aumenta a distância de frenagem em até 20% e acelera drasticamente o desgaste irregular dos seus pneus, inutilizando-os precocemente. Barulho ao Virar a Direção: Problemas no Sistema de Assistência Problemas no sistema de direção costumam se manifestar através de ruídos pesados ou rangidos que acompanham o movimento do volante, mesmo com o veículo

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Fluido de Câmbio Automático: O guia para evitar a quebra mais cara do seu carro

Se você comprou um carro automático nos últimos anos, certamente aprecia o conforto no trânsito urbano. No entanto, existe um “vilão silencioso” que pode transformar esse conforto em um prejuízo de cinco dígitos: a negligência com o fluido de transmissão automática (ATF).   Diferente do óleo do motor, que já faz parte da rotina do brasileiro, o fluido de câmbio é frequentemente esquecido até que o carro comece a dar trancos. Na Bono Pneus, com nossa experiência de atender mais de 240 mil clientes por ano, preparamos este guia técnico para proteger o seu patrimônio.   Muito além da lubrificação: O que o fluido ATF realmente faz? Como especialistas, precisamos desmistificar uma coisa: o fluido de câmbio não serve apenas para “escorregar” as peças. Em um câmbio automático, ele é um componente hidráulico. Transmissão de Força: É o fluido que empurra as engrenagens e faz o carro andar. Limpeza e Refrigeração: Ele retira o calor extremo gerado pela fricção e mantém o sistema livre de limalhas metálicas. Proteção: Sem as propriedades anticorrosivas do fluido novo, as válvulas internas (solenoides) travam, causando a falha total.   Tipos de Câmbio: O perigo de usar o fluido errado Em 2026, a diversidade de transmissões no Brasil exige atenção redobrada. Usar um óleo genérico é o caminho mais rápido para destruir uma caixa de transmissão. Automático Convencional: Exige fluidos com especificações como Dexron ou Mercon. CVT (Transmissão Continuamente Variável): Extremamente sensível. Exige fluidos específicos (CVTF) para evitar o patinamento da correia metálica. Dupla Embreagem (DCT/DSG): Requer fluidos de alta performance para suportar as trocas ultra-rápidas.   7 Sinais de Alerta: Seu câmbio está tentando falar com você Não ignore estes sintomas. Se detectar algum deles, procure uma de nossas unidades imediatamente: Solavancos (Trancos): Mudanças de marcha bruscas. Patinação: O motor acelera, mas o carro demora a ganhar velocidade. Delay no Engate: Demora de mais de 2 segundos ao colocar em “D” ou “R”. Ruídos Estranhos: Zumbidos ou estalos durante a condução. Superaquecimento: Aviso de temperatura no painel. Luz de Espia: O ícone de engrenagem ou “Check Engine” aceso. Fluido Escuro: Se a cor não for rosada/avermelhada e tiver cheiro de queimado, o sistema já está em risco. Quando trocar? Embora alguns manuais falem em “fluido vitalício”, nossa experiência de 30 anos e trânsito pesado do Brasil sugere: Uso Normal: A cada 40.000 km ou 50.000 km. Uso Severo (Trânsito de SP/RJ, reboque ou ladeiras): A cada 30.000 km. CVTs: São mais exigentes e devem ser monitorados rigorosamente a cada 40.000 km. Perguntas frequentes: 1. O que é um câmbio “selado”? Precisa trocar o óleo? Muitas montadoras dizem que não precisa trocar, mas isso considera condições ideais de uso (países frios e estradas sem trânsito). No Brasil, o fluido oxida e perde a validade. Recomendamos a inspeção periódica.   2. Posso trocar o fluido de câmbio em casa? Absolutamente não. A troca exige equipamentos que garantam a pressão correta e o nível exato. Um erro de 200ml para mais ou para menos pode causar cavitação e quebra do sistema.   3. A troca do fluido resolve trancos já existentes? Se o desgaste for apenas sujeira no fluido, pode resolver. Se houver dano mecânico nas embreagens internas, a troca não fará milagre. Por isso a prevenção é o único caminho seguro.   O câmbio automático é uma das peças mais complexas do seu veículo. Tratá-lo com o fluido correto e no tempo certo é o que garante que seu carro chegue aos 200.000 km sem dores de cabeça.   Seu carro passou dos 40.000 km ou está sentindo mudanças nas marchas? Não arrisque o valor do seu patrimônio. Visite uma das +70 unidades da Bono Pneus e faça uma verificação técnica do seu fluido de transmissão. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Honda do Brasil — Manual de Manutenção (fluido CVT); Volkswagen do Brasil — Tabela de manutenção câmbio DSG)

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Scanner Veicular: O “Exame de Imagem” que economiza tempo e dinheiro na sua manutenção

A luz de injeção acendeu no painel? O carro começou a falhar ou o consumo subiu sem explicação? Antigamente, o mecânico precisava “tentar a sorte” trocando peças até achar o defeito. Hoje, com a eletrônica embarcada, o ponto de partida de qualquer oficina de prestígio é o Scanner Veicular.   Na Bono Pneus, com uma bagagem de mais de 30 anos e milhares de diagnósticos realizados, sabemos que o scanner não é apenas um acessório, mas a ferramenta essencial para uma manutenção justa e precisa.   O que é o Scanner Veicular e como ele “conversa” com seu carro? O scanner é um computador de diagnóstico que se conecta à porta OBD2 do seu veículo (obrigatória em todos os carros no Brasil desde 2010). Ele acessa a Central Eletrônica (ECU) e recupera os chamados DTCs (Diagnostic Trouble Codes).   Pense nisso como um exame de imagem: o carro registra cada anomalia detectada pelos sensores desde uma falha na pressão dos pneus até um sensor de oxigênio (sonda lambda) operando fora da curva e o scanner traduz essas informações para o técnico.   Sistemas Analisados: Onde a tecnologia alcança Um diagnóstico profissional na Bono Pneus verifica muito mais do que apenas o motor: Segurança Ativa: Monitoramento de sistemas de freios (ABS), controle de estabilidade (ESP) e Airbags. Transmissão: Avaliação de câmbios automáticos, CVTs e dupla embreagem. Emissões e Consumo: Sensores de temperatura, injeção eletrônica e sistema de exaustão. Conforto e Direção: Direção elétrica, sensores de torque e até o clima da cabine.   Quando o Diagnóstico Eletrônico é indispensável? Existem sinais claros de que seu carro está “pedindo” uma leitura de sistema: Luz de Injeção (Check Engine): Nunca ignore essa luz. Ela pode indicar desde uma tampa de combustível mal fechada até um dano iminente no catalisador. Perda de Potência (Modo de Emergência): Quando o carro limita a velocidade para se autoproteger de uma quebra maior. Compra de Seminovos: O scanner revela o histórico de falhas que foram “apagadas” recentemente, protegendo você de ciladas. Revisão Preventiva: Muitas vezes, um sensor começa a falhar antes mesmo de acender a luz no painel. Detectar isso cedo evita que você fique parado na estrada.   O Mito da Bateria: Por que “resetar” não resolve o problema Muitos motoristas tentam desconectar a bateria para apagar a luz do painel. Isso é um erro grave. Apagar o código não remove a causa. Na Bono Pneus, o scanner serve para entendermos o contexto da falha: com que frequência ela ocorre e em que condições de rotação. Sem resolver a causa física, a luz voltará a acender e o problema pode ser agravado.   O Que Acontece Após o Diagnóstico? O scanner aponta o caminho, mas a nossa especialidade humana decide a solução. Após a leitura, nossos técnicos realizam a inspeção física do componente indicado. A grande vantagem para você? Zero adivinhação. Você só paga pela peça e pelo serviço que realmente são necessários. FAQ Scanner Veicular 1. A luz do painel piscou e apagou. Devo me preocupar? Sim. Mesmo que a luz apague, a falha fica registrada na “memória de erros” da central. O scanner consegue ler esse histórico e prevenir que a falha se torne constante. 2. O scanner conserta o carro sozinho? Não. O scanner é um software de diagnóstico. Ele identifica a falha e permite que o técnico apague o erro após o reparo físico ter sido concluído. 3. Quanto tempo leva um diagnóstico completo? Em nossas unidades, um scan profissional leva entre 30 a 60 minutos, dependendo da complexidade dos sistemas do veículo. Carros modernos são computadores sobre rodas. Tentar diagnosticar falhas “de ouvido” ou apenas visualmente é um risco ao seu patrimônio.   Sentiu algo estranho no comportamento do seu carro? Passe em uma das +70 unidades da Bono Pneus. Utilize nossa tecnologia para ter um diagnóstico transparente e garantir que seu carro receba exatamente o que precisa. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: DENATRAN/SENATRAN — Resolução nº 292 (OBD obrigatório em veículos no Brasil) Guia do Carro — Check Engine: o que fazer quando a luz acende no painel)

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Ar-Condicionado com cheiro ruim ou fraco?

Você liga o ar-condicionado em um dia quente e, em vez de frescor, sente aquele odor de mofo ou percebe que o vento não está gelando como antes. Esse é um dos problemas mais comuns que recebemos nas mais de 70 unidades da Bono Pneus, e a causa quase sempre está escondida onde os olhos não alcançam. O sistema de climatização automotiva é um dos mais utilizados e, ironicamente, um dos menos revisados. Nesta matéria, aplicamos nossa expertise de 30 anos para explicar por que isso acontece e como proteger sua saúde e o seu bolso.   Por que o mau cheiro aparece? A visão dos especialistas O interior do sistema de ar-condicionado, especificamente o evaporador, é um ambiente escuro e úmido. Sem a manutenção correta, ele se torna o criadouro perfeito para fungos, bactérias e ácaros. As causas técnicas mais frequentes: Acúmulo no Evaporador: A condensação constante gera umidade que, misturada à poeira, exala o odor de mofo. Filtro de Cabine Saturado: O filtro retém partículas do ambiente. Quando está sujo, além de cheirar mal, ele reduz o fluxo de ar, forçando o compressor. Dreno Obstruído: Se a água da condensação não é escoada, ela fica acumulada, gerando odores e até infiltrações no carpete do carro. Ar-Condicionado Fraco: Nem sempre é falta de gás Um erro comum é acreditar que qualquer queda de rendimento se resolve com “carga de gás”, mas também pode ser: Obstrução do Condensador: Poeira e insetos na frente do carro impedem a troca de calor. Filtro Obstruído: Às vezes, o sistema gela, mas o ar não consegue passar pelo filtro sujo. Desgaste do Compressor: Como o “coração” do sistema, se ele falha, a pressão do fluido refrigerante cai.   O Processo de Higienização: Muito além de um “cheirinho” Em 2026, a higienização profissional evoluiu. Não se trata apenas de aplicar um spray. O padrão de especialidade da Bono Pneus envolve: Substituição do Filtro de Cabine: Essencial para garantir que o ar que entra seja puro. Nebulização Bactericida: Aplicação de produtos específicos que eliminam microrganismos nos dutos e no evaporador. Calendário de Manutenção Para manter a eficiência e a saúde, siga estes intervalos: Uso Urbano/Diário: Higienização a cada 12 meses. Uso Severo (App/Frotas): Higienização a cada 6 meses. Troca de Filtro: A cada 15.000 km ou anualmente (em cidades poluídas, esse tempo cai pela metade).   Os riscos invisíveis de ignorar o problema Não é apenas uma questão de conforto. Fungos e bactérias circulando na cabine podem causar ou agravar rinite, sinusite e tosses crônicas. Além disso, um sistema sujo faz o carro consumir mais combustível, pois o compressor precisa trabalhar por mais tempo para atingir a temperatura desejada.   Perguntas Frequentes: 1. Por que o cheiro ruim aparece logo ao ligar o carro? Isso ocorre devido à umidade que ficou no evaporador na última vez que o carro foi usado. A dica de especialista é: desligue o ar-condicionado e deixe apenas a ventilação ligada por 2 minutos antes de chegar ao seu destino. Isso ajuda a secar o evaporador. 2. Higienizar resolve o problema de ar “não gelando”? A higienização limpa os dutos e melhora o fluxo de ar, mas se houver falta de gás ou falha no compressor, será necessário um reparo mecânico específico. 3. Posso higienizar em casa com sprays? Produtos domésticos tratam apenas o odor superficial. A higienização profissional alcança o evaporador e os dutos internos, onde a colônia de fungos realmente reside.   O ar-condicionado é um item de segurança e saúde. Dirigir em uma temperatura agradável reduz o cansaço e aumenta a atenção no trânsito. Sentiu um cheiro estranho ou o ar está fraco? Visite uma das +70 unidades da Bono Pneus para um diagnóstico preciso. Cuidamos do seu carro para que você cuide do que mais importa: quem viaja com você. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: SINDIPEÇAS — Dados sobre manutenção de ar-condicionado automotivo no Brasil; AutoPapo — Ar-condicionado do carro com cheiro: causas e soluções.)

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Contran suspende penalidades do Free Flow e estabelece prazo de 200 dias para regularização de tarifas

O sistema de pedágio sem cancelas, o Free Flow, chegou como uma promessa de agilidade nas rodovias brasileiras, mas a falta de informação gerou um “apagão” de pagamentos e milhões de multas por evasão. Se você foi pego de surpresa, temos uma excelente notícia: o Contran anunciou uma anistia histórica. O que mudou? O prazo de 200 dias O Governo Federal suspendeu mais de 3,4 milhões de multas aplicadas desde o início da implementação do Free Flow. Agora, os motoristas têm um prazo de até 200 dias (até 16 de novembro de 2026) para quitar os débitos pendentes de tarifas de pedágio. Os benefícios da regularização dentro do prazo: Cancelamento da Multa: Você paga apenas o valor do pedágio, sem a penalidade por infração. Recuperação de Pontos: Os pontos já aplicados na CNH por falta de pagamento do Free Flow serão estornados após a quitação. Ressarcimento: Se você já pagou a multa, poderá solicitar o reembolso junto ao órgão fiscalizador do seu estado, desde que a tarifa original seja paga no novo prazo.   O Fim do “Paguei sem Saber”: Integração com a CNH Digital Como especialistas no setor automotivo, sabemos que a maior dor do motorista era a dificuldade de descobrir onde e quanto devia. O Contran determinou que, em até 100 dias, todos os débitos de Free Flow deverão estar centralizados no aplicativo CNH do Brasil. Isso significa transparência total: você poderá consultar passagens em rodovias federais, estaduais e municipais em um único lugar.   Onde o Free Flow já está operando? Se você planeja viajar, fique atento. Estas são as principais rodovias que já utilizam os pórticos eletrônicos: Rio-São Paulo: BR-101 (RioSP) e BR-116. Minas Gerais: BR-381 e BR-262. São Paulo: SP-099 (Tamoios), SP-333 e SP-326 (Ecovias Noroeste). Paraná e Rondônia: BR-277, BR-369 e BR-364.   Enquanto o sistema não é totalmente integrado à CNH Digital, recomendamos:   Instale uma TAG: É a forma mais segura. O débito é automático e você evita o esquecimento. Consulte os sites das concessionárias: Passou por um pórtico e não tem TAG? O prazo de pagamento comum é curto (geralmente 15 dias). Não espere a notificação. Mantenha os dados atualizados: Verifique se o endereço no Detran e no app da CNH Digital está correto para receber alertas.   Dúvidas Rápidas: 1. Até quando posso pagar sem multa? Até o dia 16 de novembro de 2026. A partir do dia 17, a multa volta a ser aplicada integralmente. 2. Como peço o dinheiro da multa de volta? Após pagar a tarifa do pedágio, você deve entrar com o pedido de ressarcimento no órgão que te autuou (Detran ou órgãos federais), provando que quitou o débito dentro do prazo da anistia. 3. O Free Flow é obrigatório? Sim, nas rodovias sinalizadas não há outra opção de pagamento. O sistema registra a placa por sensores e câmeras (OCR). A tecnologia Free Flow veio para ficar e reduzir congestionamentos, mas exige atenção redobrada do motorista. Na Bono Pneus, acreditamos que uma viagem segura começa com o carro revisado e termina com a documentação em dia.   Vai passar por um trecho de Free Flow? Passe antes na Bono Pneus para garantir que sua mecânica está 100% e viaje sem preocupações! Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Gov – Secretaria de Comunicação Social – Transportes)

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Placas com Estado e Município de volta? Comissão aprova projeto

A placa padrão Mercosul, obrigatória no Brasil desde 2020, trouxe avanços em segurança e combinações alfanuméricas, mas uma ausência sempre foi sentida pelos brasileiros: a identificação da cidade e do estado. Agora, o Projeto de Lei 3214/23 está avançando na Câmara dos Deputados para trazer essas informações de volta. Na Bono Pneus, com nossa experiência de mais de 30 anos acompanhando as mudanças na legislação de trânsito, analisamos o que essa proposta realmente significa para você e para a segurança das nossas cidades. Por que a identificação local está voltando? O projeto, de autoria do Senador Esperidião Amin, foi aprovado recentemente pela Comissão de Viação e Transportes. O argumento central é a segurança pública. Segundo as autoridades, a identificação visual rápida da origem do veículo facilita: O trabalho de agentes de trânsito e forças policiais em casos de furtos e roubos. A percepção da comunidade local sobre veículos “de fora” que circulam na região. O resgate da identidade e do orgulho local, reforçando o senso de pertencimento à região. O motorista terá novos custos? Esta é a maior dúvida que recebemos em nossas unidades. Segundo o relator do projeto, Deputado Hugo Leal, não há motivo para pânico financeiro. Diferente de mudanças anteriores, o PL estabelece que: Não haverá obrigatoriedade de troca para quem já possui a placa Mercosul atual. A mudança valerá apenas para novos emplacamentos realizados após a lei entrar em vigor. O objetivo é evitar gastos extras para quem já está regularizado, focando a transição na renovação natural da frota.   A Tecnologia por trás da Placa Mercosul Como especialistas no setor automotivo, reforçamos que a placa Mercosul foi um marco tecnológico. Ela substituiu o lacre físico pelo QR Code, que permite consultas em tempo real à base nacional de dados. O retorno do nome da cidade e do estado e da bandeira da unidade da federação é visto pela engenharia de tráfego como uma camada de identificação visual que complementa a tecnologia digital do QR Code. Enquanto o código é para a máquina, o nome da cidade é para o olho humano do agente de segurança.   Próximos Passos do Projeto Para virar lei, o texto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ser aprovado no Senado e, por fim, ser sancionado pela Presidência da República. Portanto, no momento, o modelo atual de sete caracteres alfanuméricos permanece inalterado. Dúvidas Rápidas: Minha placa atual não tem a cidade. Serei multado? Não. Até que a lei seja sancionada e entre em vigor, o modelo atual é totalmente legal. Mesmo após a lei, ela valerá para novos carros. A placa Mercosul vai mudar de tamanho? Não há previsão de alteração no tamanho físico, apenas na disposição das informações visuais (inclusão de cidade, estado e bandeira). Independentemente do que está escrito na sua placa, a sua segurança começa na base do veículo. Placas bem fixadas e legíveis evitam problemas com as autoridades. Na sua próxima visita para troca de pneus ou alinhamento em uma de nossas +70 unidades, aproveite para fazer um check-up nos itens de segurança do seu carro. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: G1 – Carros – Notícias)

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