BonoFranquiaAdmin

Gasolina ou Etanol? O Guia Definitivo para Economizar e Proteger seu Motor em 2026

Além da regra dos 70%, entenda como o desempenho, a tecnologia do motor e o tipo de trajeto definem qual combustível é o melhor para o seu bolso hoje. A dúvida na frente da bomba de combustível acompanha o motorista brasileiro desde a chegada da tecnologia Flex. No entanto, em 2026, com motores cada vez mais eficientes e tecnológicos, a decisão entre gasolina ou etanol vai muito além de uma simples conta de divisão. Embora o preço por litro seja o fator decisivo para a maioria, fatores como a densidade energética, o poder de limpeza e o impacto no sistema de injeção são cruciais para a longevidade do seu carro. Neste artigo, a Bono Pneus detalha as diferenças técnicas e ajuda você a decidir qual escolher. A Regra dos 70% ainda funciona em 2026? Historicamente, dizia-se que o etanol só valia a pena se custasse até 70% do preço da gasolina. Isso ocorre porque o etanol possui cerca de 30% menos energia por litro que a gasolina. Contudo, nos motores modernos (especialmente os Turbo e com Injeção Direta), essa eficiência melhorou. Em muitos veículos atuais, o etanol chega a render entre 75% e 80% do que a gasolina renderia. Por isso, o cálculo ideal hoje é individual: divida o consumo médio do seu carro com etanol pelo consumo com gasolina. Se o resultado for maior que a relação de preços no posto, o etanol é o vencedor. Comparativo Técnico: Gasolina vs. Etanol Característica Etanol (Hidratado) Gasolina (Comum/Aditivada) Octanagem Mais alta (aprox. 110 RON) Menor (aprox. 92 a 95 RON) Poder Calorífico Baixo (bebe mais) Alto (bebe menos) Resíduos Queima limpa (menos carbono) Deixa resíduos sólidos no motor Desempenho Ganho de potência e torque Funcionamento mais suave Impacto Ambiental Renovável e baixa emissão Fóssil e alta emissão de CO2   Quando escolher o Etanol? O etanol é um combustível de alta performance. Devido à sua maior octanagem, ele permite que o motor trabalhe com maior pressão sem sofrer “detonação” (a famosa batida de pino). Uso Urbano e Trajetos Curtos: O etanol atinge a temperatura ideal de funcionamento mais rápido, o que é benéfico para o motor em saídas rápidas na cidade. Busca por Potência: Se você precisa de torque imediato para retomadas ou subidas, o etanol entrega um desempenho superior. Sustentabilidade: É a escolha mais “verde”, pois o CO2 emitido é reabsorvido pelo cultivo da cana-de-açúcar. Quando escolher a Gasolina? A gasolina brilha quando o assunto é autonomia e lubrificação. Viagens Longas: A maior densidade energética da gasolina garante que você pare menos vezes para abastecer, ideal para rodovias onde os postos podem estar distantes. Conservação do Sistema: A gasolina possui propriedades mais lubrificantes para componentes como a bomba de combustível. Dica Bono Pneus: Se você usa muito etanol, procure abastecer com um tanque de gasolina aditivada a cada 4 ou 5 abastecimentos para lubrificar o sistema. Partidas a Frio: Em regiões muito frias, a gasolina facilita a ignição, evitando o desgaste excessivo da bateria e do motor de arranque. O Impacto no Sistema de Injeção e a Manutenção Preventiva Não importa o combustível escolhido, a qualidade dele é o que define a saúde do seu motor. Combustível adulterado causa: Carbonização das Válvulas: Reduz o fôlego do carro. Entupimento de Bicos Injetores: Causa falhas e aumento absurdo de consumo. Contaminação do Óleo: Combustível de má qualidade pode “passar” pelos anéis e afinar o óleo lubrificante. Na Bono Pneus, durante a sua revisão, verificamos o estado das velas de ignição e dos filtros de combustível. Velas desgastadas fazem o carro “beber” muito mais, independentemente de ser gasolina ou etanol. FAQ: Perguntas Frequentes 1. Posso misturar os dois combustíveis em qualquer proporção? Sim. O sensor do sistema Flex identifica a mistura e ajusta o tempo de injeção automaticamente. Não há necessidade de “esvaziar o tanque” para trocar de combustível. 2. O etanol estraga o motor mais rápido? Não nos carros Flex modernos. Eles foram projetados com materiais resistentes à corrosão do álcool. O que estraga o motor é a falta de manutenção e óleo vencido. 3. Gasolina aditivada faz o carro render mais? Ela não aumenta a potência, mas mantém o motor limpo. Um motor limpo funciona de forma mais eficiente, o que indiretamente melhora o consumo a longo prazo. Qual a melhor escolha? A resposta curta é: Depende do seu objetivo. Se você busca economia financeira imediata, faça o cálculo da relação de preços. Se busca desempenho e sustentabilidade, o etanol é imbatível. Se busca autonomia e suavidade em viagens, vá de gasolina. O mais importante é manter a manutenção em dia. Um carro desregulado gasta mais com o combustível mais barato do que um carro revisado gasta com o mais caro.   (Fonte: AutoEsporte – Combustível Consciente)

Read More

Freios do Carro Fazendo Barulho? Veja os Sinais de Alerta, Quando Trocar e Quanto Custa em 2026

Freios do Carro Fazendo Barulho? Veja os Sinais de Alerta, Quando Trocar e Quanto Custa em 2026 Você pisou no freio e ouviu um chiado? O pedal está mais fundo que o normal? O carro demora mais para parar? Esses sinais não podem ser ignorados. O sistema de freios é o componente de segurança mais crítico de qualquer veículo e quando ele começa a dar sinais de desgaste, cada dia que passa sem revisão aumenta o risco de uma situação perigosa. O problema é que muita gente adia essa manutenção. Seja por falta de tempo, por achar que “ainda dá para aguentar mais um pouco”, ou simplesmente por não saber identificar o momento certo. Nessa matéria, a Bono Pneus com mais de 30 anos de experiência no setor automotivo e mais de 240 mil clientes atendidos por ano explica tudo sobre o sistema de freios: como funciona, quais são os sinais de desgaste, quando é obrigatório trocar, quanto custa e o que pode acontecer se você adiar demais. Como Funciona o Sistema de Freios do Carro? Antes de falar sobre desgaste, vale entender o básico. Quando você pisa no pedal do freio, a pressão hidráulica do fluido de freio empurra as pastilhas contra os discos (ou as sapatas contra os tambores, no sistema a tambor). Esse atrito transforma a energia cinética do carro em calor e é esse processo que desacelera o veículo. Os principais componentes do sistema são: – Pastilhas de freio: o item de desgaste mais frequente. Comprimem o disco para gerar o atrito necessário – Discos de freio: a superfície metálica giratória contra a qual as pastilhas pressionam – Fluido de freio: transmite a pressão do pedal até as pinças. Com o tempo, absorve umidade e perde eficiência – Pinças de freio (calipers): o mecanismo hidráulico que empurra as pastilhas contra o disco No Brasil, a maioria dos carros populares tem freio a disco nos eixos dianteiros e freio a tambor (ou disco também) nos traseiros. As pastilhas dianteiras desgastam mais rápido porque os freios da frente fazem mais trabalho durante as frenagens. 7 Sinais de Que Seus Freios Precisam de Revisão 1. Chiado ou Rangido ao Frear O sintoma mais comum e o mais claro. Pastilhas de freio têm um pino metálico de alerta embutido quando o material de atrito chega à espessura mínima, esse pino começa a raspar no disco, gerando um chiado agudo propositalmente para avisar o motorista. Esse chiado é o freio dizendo: “Me troque agora.” Se o chiado evoluir para um rangido metálico grave e constante (mesmo sem pisar no freio), a pastilha já acabou e o metal está raspando diretamente no disco situação que causa danos sérios e custos muito maiores. 2. Vibração ou Pulsação no Pedal de Freio Sentiu o pedal “tremendo” ao frear? Isso geralmente indica disco empenado ou seja, o disco perdeu a planicidade perfeita por superaquecimento ou por uso com pastilhas desgastadas por muito tempo. Um disco empenado compromete a frenagem e, se não corrigido, pode danificar também as pastilhas novas colocadas sobre ele. 3. Pedal Fundo ou Esponjoso Se o pedal desce mais do que o normal antes de o freio atuar, ou se parece “esponjoso” (sem resistência firme), pode indicar: Pastilhas muito desgastadas (os pistões precisam avançar mais para compensar) Ar no circuito hidráulico Fluido de freio com nível baixo ou contaminado Vazamento no sistema hidráulico Qualquer um desses casos exige inspeção imediata. 4. Carro Puxando para um Lado ao Frear Se o carro desvia para um lado quando você freia em linha reta, uma das possibilidades é que as pastilhas de um lado estejam com desgaste desigual em relação ao outro ou que uma pinça de freio esteja travada. Além de comprometer a segurança (especialmente em frenagens de emergência), esse problema acelera o desgaste irregular dos pneus. 5. Luz de Freio Acesa no Painel Carros mais modernos têm sensores elétricos nas pastilhas. Quando o desgaste chega ao limite, o sensor fecha o circuito e acende uma luz de alerta no painel. Atenção: essa luz também pode indicar nível baixo de fluido de freio. Quando ela acende, não espere leve o carro para inspeção. 6. Aumento da Distância de Frenagem Se você perceber que o carro está demorando mais para parar do que antes, ou que precisa pisar mais fundo no pedal para ter o mesmo efeito de frenagem, os freios precisam de atenção urgente. Esse sintoma é especialmente perigoso porque costuma ser gradual. O motorista vai se adaptando sem perceber que a situação piorou. 7. Cheiro de Queimado Após Frenagens Pastilhas e discos sobreaquecidos exalam um odor característico de queimado, semelhante a borracha quente. Se isso acontece com frequência mesmo em frenagens normais, o sistema precisa ser verificado. Quando Trocar as Pastilhas de Freio? A quilometragem de troca varia muito conforme o estilo de condução, o tipo de trajeto e a qualidade das peças. Como referência geral: Regra técnica: a troca é obrigatória quando a espessura da pastilha chega a 3 mm ou menos de material de atrito. Abaixo disso, a base metálica começa a tocar o disco. A recomendação prática da Bono Pneus: faça uma inspeção visual das pastilhas a cada 10.000 km ou sempre que levar o carro à oficina. Não espere os sintomas aparecerem. E os Discos de Freio? Os discos têm vida útil maior que as pastilhas mas também precisam de atenção. Cada disco tem uma espessura mínima definida pelo fabricante (gravada na lateral do disco). Abaixo dessa espessura, o disco perde resistência e não pode mais ser retificado. Sinais de que o disco precisa de atenção: Sulcos visíveis na superfície – Vibração no pedal (disco empenado) – Espessura abaixo do mínimo indicado – Trincas visíveis Quando trocar as pastilhas, sempre peça ao mecânico que inspecione o estado dos discos. Se os discos tiverem sulcos leves, pode ser feita uma retificação (nivelamento da superfície). Se os danos forem maiores, a substituição é necessária. O Que Acontece se Eu Adiar a Troca das Pastilhas? A sequência de problemas quando a troca é ignorada é progressiva e cara: Fase 1 Chiado: pastilha chegando

Read More

Pneu com Bolha: Pode Rodar? É Perigoso? O Que Fazer Agora?

Você viu uma bolha na lateral do pneu e está em dúvida: dá para rodar “só até a oficina”? Aguenta mais uns dias? Tem conserto? A resposta direta é: não. Pneu com bolha é uma das situações mais perigosas no dia a dia do motorista e também uma das mais subestimadas. Especialistas do setor chamam a bolha de “bomba-relógio” justamente porque ela pode estourar a qualquer momento, sem aviso, inclusive em baixa velocidade. Nesta matéria, a Bono Pneus explica o que é a bolha no pneu, por que ela é tão perigosa, o que você deve fazer assim que identificar o problema e como evitar que isso aconteça novamente. O Que é a Bolha no Pneu? A bolha, tecnicamente chamada de hérnia ou protuberância, é um inchaço que aparece na parede lateral (flanco) do pneu. Ela pode surgir tanto na lateral externa quanto na interna e nesse segundo caso, pode não ser visível sem uma inspeção mais cuidadosa. Como a Bolha se Forma? O pneu moderno é composto por múltiplas camadas: borracha, lona de carcaça (uma malha de tecidos sintéticos ou de aço) e outros materiais estruturais. Quando o pneu sofre um impacto forte como bater em um buraco, encostar na guia ou subir um meio-fio bruscamente, essa malha interna pode se romper. Com a estrutura interna danificada, a pressão de dentro do pneu começa a empurrar a borracha externa para fora. O resultado é o inchaço que chamamos de bolha. A partir do momento em que a bolha aparece, a única coisa que está segurando a pressão do pneu é uma fina camada de borracha. Sem a estrutura interna intacta, qualquer impacto adicional, aumento de velocidade ou até a pressão acumulada em uma viagem mais longa pode causar o estouro. Bolha no Pneu: Pode Rodar? Não. Em hipótese alguma. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pneu em mau estado é considerado infração grave sujeita a multa, pontos na carteira e até retenção do veículo. Mas além da questão legal, o risco real é muito maior. Alguns motivos pelos quais rodar com bolha é extremamente perigoso: A bolha não estabiliza: ela tende a crescer com o uso, não diminuir O estouro pode acontecer em baixa velocidade: a maioria dos casos de bolha em pneus ocorre em vias urbanas, com o carro a cerca de 40 km/h Na estrada ou em alta velocidade, o risco é fatal: um estouro a 100 km/h pode causar perda total do controle do veículo A estrutura não se regenera: uma vez que a malha interna se rompeu, não há reparo que a restaure com segurança O coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI), Gerson Burin, resume bem: quando a bolha aparece, “há aumento do risco de acidentes, pois há perda de resistência, o que torna o veículo instável, com possibilidades de rompimento, colocando em risco os passageiros, pedestres e outros veículos”. Bolha no Pneu Tem Conserto? Não. A única solução é a substituição do pneu. Alguns borracheiros oferecem o processo de vulcanização como alternativa. Mas é importante entender: a vulcanização pode dar uma aparência de reparo, mas não reconstrói a malha interna rompida. O risco se mantém. O mesmo vale para outros “truques” populares como colocar câmara de ar dentro do pneu sem câmara (tubeless). Esse procedimento é ainda mais perigoso: o atrito entre a câmara e o interior danificado do pneu gera calor excessivo, acelerando o risco de estouro. Não existe reparo seguro para pneu com bolha. A troca é a única saída. Quais São os Riscos de Rodar com Pneu com Bolha? Como Identificar uma Bolha no Pneu? A bolha nem sempre é óbvia à primeira vista, especialmente quando está na lateral interna do pneu. Fique atento a esses sinais: Visualmente: – Inchaço ou saliência na lateral do pneu – Deformação que não existia antes Durante a condução: – Vibração ou trepidação no volante – Sensação de instabilidade, como se o carro “balançasse” – Carro puxando para um lado sem razão aparente – Barulho rítmico ao rodar (em casos mais graves) Se perceber qualquer um desses sinais, pare o carro em local seguro e inspecione os pneus visualmente o quanto antes. O Que Fazer Quando Descobrir uma Bolha no Pneu? Passo 1: Pare o Carro em Local Seguro Não continue rodando. Ative o pisca-alerta e encontre um local seguro para parar, longe do fluxo de tráfego. Passo 2: Troque pelo Estepe Se o estepe estiver em boas condições e calibrado, faça a troca imediatamente. É a única ação 100% segura nesse momento. Passo 3: Se Não Tiver Estepe Disponível Se for absolutamente inevitável rodar até a Bono Pneus mais próxima com o pneu danificado: – Não ultrapasse 60 km/h – Evite buracos e irregularidades – Reduza ao máximo a carga no veículo – Vá direto à Bono Pneus mais próxima. Atenção: se a bolha estiver em um pneu dianteiro, o risco é ainda maior um estouro na frente compromete completamente a direção. Nesse caso, se houver estepe, transfira o pneu danificado para o eixo traseiro e coloque o estepe na frente. Passo 4: Compre um Pneu Novo Na Bono Pneus, a orientação é sempre a troca por um pneu novo. A recomendação ideal é trocar o par do mesmo eixo para garantir equilíbrio especialmente se os outros pneus já têm quilometragem rodada. Bolha no pneu não é um problema que pode esperar. É uma situação que exige ação imediata e a única ação correta é a substituição do pneu, sem exceção. Não existe trajeto curto seguro, não existe reparo confiável e não existe “ainda aguenta mais um pouco”. A estrutura interna está comprometida e o risco de estouro é real e imprevisível. Se você identificou uma bolha no seu pneu, visite imediatamente a unidade Bono Pneus mais próxima. Nossa equipe vai avaliar o estado dos seus pneus, indicar o modelo correto para o seu veículo e fazer a montagem com segurança e agilidade. Com mais de 70 unidades no Brasil e mais de 30 anos de experiência, a Bono Pneus é a escolha de quem não abre mão de segurança na estrada. (Fonte: Auto XP – Bolha no pneu tem conserto/

Read More

Troca de Óleo do Carro: Quando Fazer e Qual Óleo Usar

Dentre todas as manutenções que um carro exige, a troca de óleo é a mais importante e também uma das mais ignoradas. Muitos motoristas só lembram dela quando a luz de alerta acende no painel ou quando o motor começa a fazer barulhos estranhos. Mas quando o problema já chegou a esse ponto, o dano pode ser muito mais caro do que uma simples troca de óleo. Neste guia, a Bono Pneus rede com mais de 30 anos no setor automotivo e mais de 240 mil clientes atendidos por ano explica tudo que você precisa saber sobre a troca de óleo do carro: quando fazer, qual tipo de óleo escolher e quais os sinais de que você não pode mais esperar. O Que é o Óleo do Motor e Por Que Ele é Tão Importante? O óleo do motor não é apenas um lubrificante. Ele desempenha quatro funções essenciais dentro do motor: – Lubrificação: reduz o atrito entre as peças móveis, impedindo o desgaste prematuro – Refrigeração: ajuda a dissipar o calor gerado pela combustão e pelo atrito interno Limpeza: carrega as impurezas e partículas geradas pelo uso, impedindo a formação de borra – Vedação: cria uma camada de proteção entre as peças, evitando oxidação e contaminação Com o uso, o óleo perde suas propriedades. Ele fica mais escuro, mais grosso e cheio de impurezas. Quando isso acontece, o motor começa a trabalhar com muito mais esforço e o desgaste das peças acelera drasticamente. Quando Fazer a Troca de Óleo do Carro? Essa é a dúvida mais comum entre os motoristas. A resposta correta é: siga o manual do fabricante. Cada carro tem uma especificação diferente, e o manual é a fonte mais confiável de informação. Dito isso, existem referências gerais amplamente aceitas no Brasil: Por Tipo de Óleo Tipo de Óleo Intervalo de Troca Mineral A cada 5.000 km ou a cada 6 meses Semissintético A cada 7.500 km ou a cada 6 a 12 meses Sintético A cada 10.000 km ou a cada 12 meses Importante: mesmo que o carro não atinja a quilometragem indicada, troque o óleo pelo tempo. Um óleo parado por mais de 12 meses perde suas propriedades mesmo sem ter rodado muito. Condições de Uso Severo: Troque Antes Se você usa o carro nas condições abaixo, o intervalo de troca deve ser reduzido em até 50%: Trajetos curtos e urbanos (menos de 8 km por viagem) Trânsito intenso com muito para-e-anda Uso de aplicativos de transporte (motoristas de app) Terrenos irregulares ou estradas de terra Reboque frequente de cargas Nesses casos, mesmo com óleo sintético, reduzir o intervalo de 10.000 para 5.000 km é uma medida prudente. Quais São os Tipos de Óleo para Carro? Existem três tipos principais de óleo para motor disponíveis no mercado brasileiroÓleo Mineral O mais básico e acessível. Derivado diretamente do petróleo, sem grandes refinamentos. É indicado principalmente para veículos mais antigos, motores menos exigentes e motoristas que rodam pouco. Intervalo: a cada 5.000 km Indicado para: carros com mais de 10 anos e motoristas de baixa quilometragem Óleo Semissintético É uma mistura de óleo mineral com aditivos sintéticos. Oferece melhor proteção do que o mineral, com custo moderado. É uma boa opção de custo-benefício para a maioria dos veículos populares brasileiros. Intervalo: a cada 7.500 km Indicado para: carros de uso urbano moderado Óleo Sintético O mais avançado. É produzido em laboratório com composição molecular controlada, o que garante maior resistência ao calor, melhor lubrificação em partidas a frio e intervalos maiores entre trocas. Apesar do custo mais alto, o intervalo mais longo compensa financeiramente ao longo do tempo. Intervalo: a cada 10.000 km Indicado para: carros modernos, turboalimentados, elétricos e híbridos Como escolher o Óleo Certo para o Meu Carro? A escolha do óleo correto depende de dois fatores principais: a viscosidade e as especificações do fabricante. Viscosidade: Entendendo os Números Você já viu números como 5W-30, 0W-20 ou 10W-40 na embalagem do óleo. Eles indicam a viscosidade, ou seja, a consistência do óleo em diferentes temperaturas. O número antes do W (como 5W ou 0W) representa o comportamento em temperaturas frias: quanto menor, melhor o desempenho em partidas a frio O número após o W (como 30 ou 40) representa a viscosidade em temperatura de operação: quanto maior, mais espesso o óleo quando quente Para o clima brasileiro com verões quentes e trânsito urbano intenso, óleos com viscosidade 5W30 ou 5W40 costumam ser os mais indicados. Mas a palavra final é sempre o manual do fabricante. 7 Sinais de Que Você Precisa Trocar o Óleo Agora Se o seu carro apresenta qualquer um dos sinais abaixo, não espere atingir a quilometragem: vá a uma Bono Pneus o quanto antes. Óleo muito escuro ou preto na vareta: quando novo, é dourado ou marrom claro Óleo espesso ou com borra: sinal de contaminação grave Luz de alerta de óleo acesa no painel: verifique imediatamente Ruídos metálicos no motor: sinal de atrito entre peças sem lubrificação adequada Fumaça azulada pelo escapamento: óleo sendo queimado junto com o combustível Cheiro de queimado: óleo degradado em contato com partes quentes do motor Consumo de combustível mais alto: motor trabalhando com mais esforço O Que Acontece se Eu Não Trocar o Óleo? Ignorar a troca de óleo tem consequências sérias e progressivas: No curto prazo: perda de desempenho e aumento do consumo de combustível No médio prazo: desgaste acelerado de peças internas (pistões, anéis, bronzinas) No longo prazo: danos ao cabeçote, cilindros e, no pior cenário, a fundição do motor Perguntas Frequentes Sobre Troca de Óleo De quanto em quanto tempo devo trocar o óleo do carro? O intervalo ideal depende do tipo de óleo e das condições de uso. Com óleo mineral, a cada 5.000 km ou 6 meses. Com semissintético, a cada 7.500 km. Com sintético, a cada 10.000 km. Em condições de uso severo (trânsito urbano intenso, trajetos curtos), reduza esses intervalos pela metade. Posso misturar dois tipos de óleo diferentes? Não é recomendado. Misturar óleos de viscosidades ou bases diferentes pode comprometer as propriedades de ambos. Se precisar completar o

Read More

O Fim da Rivalidade? GM, Hyundai e Stellantis se unem para sobreviver em 2026

Entenda por que as gigantes automotivas estão compartilhando fábricas e plataformas no Brasil e como isso impacta o preço e a manutenção do seu veículo. O cenário automotivo global em 2026 consolidou uma tendência que parecia impossível há uma década: a “coopetição”. Rivais históricos como General Motors (GM) e Hyundai, ou potências como Stellantis e a chinesa Leapmotor, deixaram as disputas de lado para assinar parcerias de bilhões de dólares. No Brasil, o impacto é direto. O país tornou-se o principal polo de sinergia entre a engenharia americana e a coreana, transformando nossas fábricas em centros globais de tecnologia compartilhada. Mas o que motivou esse movimento e, principalmente, o que muda para você que tem um carro na garagem ou pretende comprar um? Por que as marcas decidiram se unir agora? A indústria moderna exige investimentos astronômicos em três frentes: Eletrificação, Conectividade e Condução Autônoma. Para uma montadora desenvolver tudo isso sozinha, o custo final do carro se tornaria inviável para o consumidor médio. Ao compartilhar uma plataforma (o “esqueleto” do carro), as marcas reduzem custos de desenvolvimento em até 40%. É por isso que em 2026 vemos carros com logotipos diferentes, mas que compartilham o mesmo motor, suspensão e sistemas de freios. O Brasil como Protagonista: A Aliança GM & Hyundai Firmado em 2024 e detalhado ao longo de 2025, o acordo entre GM e Hyundai colocou o Brasil no mapa estratégico mundial. A sinergia utiliza o melhor de cada estrutura fabril: Hyundai (Piracicaba/SP): Foco em tecnologia de motores compactos e processos de automação. GM (São Caetano, São José dos Campos, Gravataí e Joinville): Especialista em picapes e logística de larga escala.   Os 4 Modelos que chegarão ao mercado A parceria prevê o lançamento de uma linha completa baseada em arquitetura conjunta: Hatch/Sedã de passeio: Substitutos de modelos de entrada com foco em baixo consumo. SUV Compacto: Uma plataforma que une o conforto coreano à robustez americana. Duas Picapes (Média e Intermediária): Onde a GM traz sua expertise histórica de “trabalho pesado”.   Tabela de Alianças: Quem é dono de quem em 2026? Aliança Principal Marcas Envolvidas Objetivo no Brasil GM + Hyundai Chevrolet e Hyundai Compartilhamento de motores e picapes nacionais. Stellantis + Leapmotor Fiat, Jeep, Peugeot + Leapmotor Trazer carros elétricos acessíveis usando a rede de concessionárias Stellantis. Renault + Geely Renault e Geely (Horse) Produção de motores híbridos de alta performance. Volkswagen + Rivian VW e Rivian Nova arquitetura de software para carros elétricos.   O Impacto na Manutenção: A visão da Bono Pneus Para o consumidor, a maior dúvida é: “Se meu carro é um híbrido de marcas, onde encontro peças?”. Na Bono Pneus, enxergamos essa mudança como uma vitória para o cliente por três motivos: 1. Padronização de Componentes Com marcas usando as mesmas plataformas, itens como pastilhas de freio, amortecedores, filtros e pneus tornam-se padronizados. Isso aumenta a oferta de peças no mercado de reposição e reduz os preços, já que a escala de produção é muito maior.   2. Diagnóstico Unificado Em 2026, os scanners automotivos da Bono Pneus já estão preparados para essas arquiteturas híbridas. Um problema eletrônico em um motor desenvolvido pela Renault/Geely, por exemplo, pode ser diagnosticado com a mesma precisão em qualquer unidade da nossa rede, independentemente do logotipo na grade do carro.   3. Conhecimento Técnico Globalizado Nossos técnicos recebem treinamentos focados nessas novas plataformas. Quando a indústria se une, a informação técnica flui melhor, permitindo manutenções mais rápidas e assertivas.   FAQ: Dúvidas sobre as novas parcerias automotivas O preço do carro vai cair com essas parcerias? Dificilmente o preço de tabela cai, mas a tendência é que os carros venham mais equipados pelo mesmo valor, já que as marcas economizaram bilhões no desenvolvimento.   A revenda de um carro “misto” é pior? Não. Historicamente, carros que compartilham peças com outros modelos de sucesso têm melhor revenda, pois o novo dono sabe que não terá dificuldade em encontrar peças em redes especializadas como a Bono Pneus.   Os motores híbridos e elétricos dessas parcerias são confiáveis? Sim, pois eles passam pelo crivo de engenharia de duas gigantes simultaneamente. É o dobro de testes e validações antes de chegar às ruas.   Um novo mercado para um novo motorista A união entre marcas rivais é a prova de que a tecnologia avançou mais rápido do que a capacidade individual das empresas. O motorista de 2026 ganha carros mais seguros e inteligentes. E a Bono Pneus continua sendo sua parceira de confiança para cuidar dessas novas tecnologias com a precisão que os novos tempos exigem.   (Fonte: Autoesporte – setor automotivo)

Read More

Bateria de carro: Como saber se chegou a hora da troca?

Não espere o guincho! Aprenda a identificar os sinais de desgaste, entenda a durabilidade real e saiba por que a eletrônica dos carros modernos exige cuidado redobrado na troca. Você já passou pela experiência de tentar ligar o carro e ouvir apenas um “click” seco, ou notar que o motor de arranque parece estar fazendo um esforço sobrenatural? A bateria é o coração elétrico do seu veículo e, em 2026, com carros cada vez mais tecnológicos, ela é mais exigida do que nunca.   Embora a vida útil média de uma bateria varie entre 3 e 5 anos, o fim desse ciclo raramente acontece sem aviso prévio. Neste guia, a Bono Pneus ensina você a ler os sinais do seu carro e evitar o transtorno de ficar parado na rua.   5 Sinais Claros de que a sua Bateria está acabando O sistema elétrico do carro começa a dar pistas de que a voltagem está caindo muito antes da pane total. Fique atento a estes sintomas: 1. Partida Pesada ou Lenta Se ao girar a chave (ou apertar o botão Start/Stop) o motor demora para “pegar”, a bateria pode estar perdendo o seu CCA (Cold Cranking Amps), que é a corrente de partida a frio. Sem essa força inicial, o motor de arranque não consegue girar com a velocidade necessária. 2. Luzes e Painel com Brilho Oscilante Se ao ligar os faróis ou o ar-condicionado você notar que a luz do painel enfraquece, é sinal de que a bateria não consegue mais manter a tensão estável sob carga.   3. Falhas Crônicas no Sistema Start/Stop Em carros modernos, o sistema que desliga o motor em semáforos é o primeiro a ser desativado eletronicamente quando a bateria está com menos de 70% de saúde. Se o seu carro parou de “economizar combustível” sozinho, cheque a bateria.   4. Oxidação nos Terminais (Zinabre) Aquela crosta esverdeada ou branca nos polos da bateria indica que gases ácidos estão escapando. Isso isola o contato elétrico e impede que o alternador carregue a bateria corretamente.   5. Odor Estranho ou Estufamento Se você sentir um cheiro semelhante a enxofre ou notar que a carcaça da bateria está “inchada”, pare o carro imediatamente. Isso indica sobrecarga ou superaquecimento químico um risco real de vazamento de ácido.   Tabela de Diagnóstico Rápido: O que o seu carro está dizendo? Use esta tabela para identificar a gravidade do problema antes de procurar a Bono Pneus: Sintoma Observado Causa Provável Nível de Urgência Estalo metálico ao dar partida Carga insuficiente para o solenoide 🔴 Crítica (Troca Imediata) Vidros elétricos subindo devagar Voltagem abaixo de 11.5V 🟡 Alerta (Fazer Teste) Luz de bateria acesa no painel Falha no Alternador ou Bateria 🔴 Crítica (Risco de Pane) Central Multimídia reiniciando Pico de queda de tensão 🟡 Alerta (Revisar Elétrica)   Por que a eletrônica de 2026 mudou as regras da troca? Antigamente, qualquer pessoa trocava uma bateria soltando dois parafusos. Hoje, a situação é diferente. Os veículos atuais possuem Sistemas de Gerenciamento de Energia (BMS).   Se você desconectar a bateria sem um equipamento de backup (salva-memórias), pode desconfigurar o corpo de borboleta, perder as configurações do câmbio automático e até travar o sistema de injeção. Na Bono Pneus, utilizamos scanners de diagnóstico para garantir que a nova bateria seja “apresentada” ao computador do carro, garantindo que o alternador trabalhe na voltagem correta.   Perguntas Frequentes (FAQ) – Tire suas dúvidas Quanto tempo dura uma bateria de primeira linha? Geralmente de 36 a 48 meses. No entanto, se você utiliza muitos acessórios (câmeras, som potente) ou faz apenas trajetos curtos (menos de 15 minutos), a vida útil pode cair para 24 meses.   Posso fazer “chupeta” em carros modernos? Não é recomendado. A transferência de carga pode gerar picos de tensão que queimam módulos eletrônicos caros.   Como prolongar a vida útil? Evite ligar faróis e rádio antes de dar a partida. Certifique-se de que o terminal esteja sempre apertado e limpo.   Segurança não aceita improvisos A bateria não avisa quando vai parar de vez, mas ela dá sinais de cansaço. Fazer o teste de saúde da bateria (teste de carga e condutância) em sua revisão preventiva na Bono Pneus é a única forma de garantir que você não será pego de surpresa.   Encontre a Bono Pneus mais próxima a você e agende sua revisão! Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Quatro Rodas – Auto serviço/ Manual de Engenharia de Baterias Moura – Edição Técnica 2026).

Read More

AutoShow volta ao Sambódromo em 2026: A feira de carros mais antiga do Brasil retorna ao Anhembi em 12 de abril.

Saiba como preparar seu veículo para garantir o melhor negócio. O mercado de seminovos e usados em São Paulo acaba de ganhar uma notícia histórica. O Feirão AutoShow, evento que é referência no setor desde 1972, confirmou seu retorno triunfal ao estacionamento do Sambódromo do Anhembi (Distrito Anhembi) para o dia 12 de abril de 2026. Após um hiato iniciado na pandemia e passagens pelo Expo Center Norte, o evento volta às suas origens na Zona Norte, consolidando-se como o maior ponto de encontro para quem busca transparência e rapidez na hora de trocar de carro. O Retorno às Origens: O que muda no AutoShow 2026? A mudança marca uma nova fase para a feira. Atualmente, o AutoShow movimenta números impressionantes: Público: Mais de 5.000 pessoas semanalmente (somando Anhembi e Shopping ABC). Volume: Cerca de 1.500 veículos expostos a cada domingo. Histórico: Operação contínua no Shopping ABC desde 1985 e no Anhembi há mais de 50 anos. Com o encerramento das atividades no Expo Center Norte, a concentração de esforços no Sambódromo promete facilitar o acesso de compradores de toda a Grande São Paulo, oferecendo um espaço amplo para vistorias e negociações diretas. Vai vender no Sambódromo? A valorização começa na manutenção Em um feirão com 1.200 veículos, os detalhes definem quem vende rápido e quem perde dinheiro. O comprador de 2026 está mais exigente e atento à segurança mecânica. Para destacar seu carro no AutoShow, a preparação técnica é o seu melhor argumento de venda. 1. Laudo de Suspensão e Freios: O Diferencial No AutoShow, o comprador quer dar a volta no quarteirão. Se o carro apresentar ruídos na suspensão ou trepidação ao frear, a venda cai por terra. Realizar uma revisão na Bono Pneus antes do evento permite que você apresente comprovantes de manutenção, transmitindo confiança imediata. 2. O “Olhar” sobre os Pneus Pneus carecas ou com desgaste irregular (causado por falta de alinhamento) são os primeiros itens que depreciam o valor do veículo em uma avaliação de feira. Um jogo de pneus em bom estado pode valorizar seu carro em até 15% no preço final de venda. 3. Alinhamento e Balanceamento Um carro que “puxa” para o lado durante o teste drive assusta o investidor. Garantir que o veículo esteja perfeitamente alinhado mostra que a estrutura do carro está preservada. Vai comprar? O que checar antes de fechar o negócio no Anhembi Se você é o comprador, a emoção de encontrar o carro ideal no Sambódromo não pode cegar a razão. Antes de assinar o documento: Verifique o estado dos pneus: Desgastes nas bordas indicam problemas graves de cambagem. Observe o sistema de escape: Fumaça excessiva ou ruídos altos podem indicar gastos altos após a compra. Peça o histórico de revisões: Carros que passaram por redes especializadas como a Bono Pneus têm maior valor de revenda e garantia de peças de qualidade. Informações Úteis – AutoShow 2026 Local: Estacionamento do Sambódromo do Anhembi (Entrada pelo portão 29). Data de Retorno: 12 de abril de 2026. Horário: Todos os domingos, das 7h às 13h. Dica Extra: Chegue cedo para garantir as melhores vagas de exposição. O retorno do AutoShow ao Sambódromo é um marco para a economia automotiva de São Paulo. Seja para vender ou comprar, a palavra de ordem é procedência. Comece sua jornada na Bono Pneus, garanta que seu veículo esteja impecável e faça o melhor negócio da sua vida no Anhembi. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você. Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Imprensa Motor1 – UOL / Ativos automotivos via Fenabrave).

Read More

Seguro de carro sobe 15% em 2026: Entenda os motivos e saiba como economizar

Levantamento da Creditas Seguros aponta alta de até 16% para o perfil feminino no início deste ano; veja como a manutenção do veículo pode ser sua aliada. O bolso do motorista brasileiro está enfrentando um começo de ano desafiador. Entre as obrigações do Imposto de Renda e os custos fixos, surgiu um novo vilão: o preço do seguro automotivo, que registrou uma alta média de 15% nos primeiros dois meses de 2026. De acordo com dados recentes da Creditas Seguros, o aumento impactou ambos os gêneros, com variações significativas que pesam no orçamento familiar. O Raio-X do Aumento em 2026 Segundo o levantamento da plataforma, a escalada de preços entre janeiro e fevereiro de 2026 foi agressiva: Perfil Masculino: Alta de 14% (o valor médio saltou de R$2.390,32 para R$2.741,67). Perfil Feminino: Alta de 16% (o valor médio subiu de R$2.908,42 para R$3.395,53). Por que o seguro subiu tanto? Especialistas apontam que a alta dos seguros em 2026 é reflexo de uma combinação de fatores: Custo de Reposição de Peças: A inflação sobre componentes eletrônicos e pneus impacta diretamente o valor do sinistro para as seguradoras. Sinistralidade em Alta: O aumento de incidentes urbanos e eventos climáticos extremos têm elevado o risco percebido pelas companhias. Valor de Mercado dos Veículos: Com carros valorizados, a indenização integral (tabela FIPE) exige apólices mais caras.   Como reduzir o custo do seguro através da manutenção? Muitos motoristas não sabem, mas o estado de conservação do veículo é um fator que as seguradoras observam, especialmente em vistorias. Um carro bem cuidado não apenas evita acidentes, como também pode ser um argumento para melhores negociações. 1. Sistema de Freios e Suspensão em Dia Seguradoras calculam o risco com base na probabilidade de acidentes. Um veículo com pastilhas de freio gastas ou suspensão comprometida tem uma distância de frenagem muito maior. Manter a manutenção preventiva na Bono Pneus garante que seu carro responda prontamente em emergências, reduzindo o histórico de sinistros. 2. Pneus Novos e Alinhados Pneus carecas são infração de trânsito e motivo de recusa de pagamento de indenização em muitos casos de acidentes por pista molhada. Além disso, rodas alinhadas garantem estabilidade, evitando colisões laterais por perda de controle. 3. Histórico de Revisões Ter um prontuário de manutenção mostra que você é um motorista responsável. Isso valoriza o ativo (seu carro) e dá confiança para a corretora na hora de buscar descontos por “perfil de baixo risco”.   Dicas Práticas para Economizar na Apólice em 2026 Além de manter a mecânica em ordem, considere estas estratégias: Instalação de Rastreadores: Dispositivos de segurança reduzem o risco de roubo/furto. Revisão da Franquia: Avalie se uma franquia maior (que reduz o valor da parcela mensal) faz sentido para o seu uso. Manutenção Preventiva: Evite quebrar na rua. Muitas assistências 24h limitam o número de guinchos por ano. Se você cuida da bateria e do motor na Bono Pneus, guarda seus acionamentos apenas para emergências reais.   O aumento de 15% nos seguros é um dado alarmante, mas o controle do seu orçamento ainda está nas suas mãos. A prevenção é, e sempre será, o melhor caminho para evitar gastos imprevistos e garantir que sua única preocupação seja o destino. Sente que seu carro precisa de um check-up para rodar com mais segurança? Agende sua revisão na Bono Pneus mais próxima e garanta o melhor desempenho do seu veículo! Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Creditas Seguros e Autoesporte)

Read More

Manutenção de Carros Híbridos e Elétricos: O que muda e por que você não pode vacilar?

A eletrificação não é mais o futuro, é o presente. Em 2026, com o custo por quilômetro rodado de um carro elétrico sendo até 73% menor que o de um veículo a combustão, milhares de brasileiros fizeram a migração. No entanto, existe um perigo silencioso: a ideia de que esses carros “não dão manutenção”. É verdade que você dá adeus às trocas de óleo, velas e correias, mas a Bono Pneus alerta que outros sistemas agora trabalham no limite. Entenda o que muda na revisão do seu eletrificado. Pneus: O maior custo oculto da eletrificação Se você instalou um pneu comum no seu carro elétrico, ele pode durar até 30% menos do que o esperado. Por quê? O Peso das Baterias: Um carro elétrico é, em média, 200 kg a 400 kg mais pesado que um similar a combustão (Fonte: Continental Tires). Isso exige pneus com índice de carga reforçado (sigla XL ou HL). Torque Instantâneo: Diferente do motor a gasolina, o elétrico entrega toda a força no milésimo de segundo em que você pisa no pedal. Esse “arranque” gera um estresse enorme na borracha. Resistência ao Rolamento: Pneus para elétricos (com selo EV) são projetados para oferecer menos atrito, garantindo até 10% mais autonomia de bateria.   Freios: O sistema que “descansa”, mas exige atenção Aqui está a maior curiosidade técnica: as pastilhas e discos de um elétrico podem durar até 3 vezes mais. Isso acontece graças à Frenagem Regenerativa, onde o motor elétrico freia o carro para carregar a bateria. O risco: Como o freio físico é pouco usado, ele pode sofrer com a oxidação ou o travamento de pinças por falta de uso. Além disso, o fluido de freio continua sendo higroscópico (absorve umidade) e deve ser trocado a cada 2 anos para garantir que, em uma emergência, o sistema responda com 100% de força.   Suspensão: Silêncio que exige precisão Em um carro a combustão, o ruído do motor disfarça pequenos barulhos. No elétrico, o silêncio é absoluto. Qualquer “batidinha” na suspensão vira um tormento para o motorista. Desgaste de Buchas e Amortecedores: Por causa do peso extra das baterias, os componentes da suspensão sofrem fadiga precoce. Folgas em pivôs e terminais de direção são comuns em elétricos que rodam muito em asfalto irregular. Alinhamento 3D: Um elétrico desalinhado “consome” bateria e pneu em uma velocidade alarmante. Na Bono Pneus, utilizamos scanners de precisão para garantir que o centro de gravidade do seu veículo esteja sempre em equilíbrio.   Arrefecimento: Não é só para o motor Diferente do que muitos pensam, carros elétricos usam líquidos de arrefecimento. Mas aqui, o foco é a bateria. Para manter a saúde das células e evitar o superaquecimento durante recargas rápidas, o fluido de arrefecimento deve ser monitorado e trocado conforme o manual (geralmente a cada 5 anos). Por que escolher a Bono Pneus para seu Híbrido ou Elétrico? Manter a garantia do seu BYD, GWM, Toyota ou Volvo exige revisões em dia, mas itens de suspensão, pneus e freios são de livre escolha do proprietário. Especialistas em Pneus EV: Temos em estoque os modelos específicos para o torque e peso do seu carro. Check-up de Segurança: Avaliamos o estado real dos seus freios e suspensão para que o silêncio da sua condução continue sendo sinônimo de segurança. Pagamento Facilitado: O investimento em tecnologia de ponta merece condições de pagamento que caibam no seu planejamento.   Encontre a Bono Pneus mais proxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Volvo/Click Petróleo e Gás, Michelin/Achei Pneus). (Fonte: https://www.abtlp.org.br/ )

Read More

A Era dos SUVs: Por que eles dominam o Brasil e o que você precisa saber sobre a manutenção desses gigantes

Se você olhar pela janela agora, verá um cenário bem diferente de 10 anos atrás. Os sedãs e hatches compactos, que antes reinavam absolutos, deram lugar aos SUVs (Sport Utility Vehicles). Em 2025, os SUVs consolidaram sua liderança, abocanhando mais de 45% do mercado de veículos leves no Brasil, segundo dados da Fenabrave e da Jato Dynamics. Mas o que está por trás dessa “SUVização” do Brasil? E, mais importante: o que muda no seu bolso quando você troca um carro comum por um utilitário esportivo? A Bono Pneus explica os motivos dessa mudança e os cuidados técnicos que esses modelos exigem.   Por que o brasileiro se apaixonou pelos SUVs? A mudança de comportamento não foi por acaso. Três pilares sustentam esse domínio: Sensação de Segurança e Visibilidade: A posição elevada de dirigir oferece um campo de visão mais amplo, o que gera uma percepção psicológica de maior controle e segurança no trânsito urbano. Adaptação às Vias Brasileiras: Com um vão livre do solo maior, os SUVs sofrem menos em cidades com asfalto irregular, lombadas altas e valetas. Status e Espaço Familiar: O design robusto tornou-se um símbolo de status, substituindo os antigos sedãs médios como o “carro da família”.   O Impacto Técnico: O peso da escolha Embora pareçam invencíveis, os SUVs possuem características físicas que exigem uma manutenção muito mais rigorosa que um hatch leve. O Desafio da Suspensão SUVs são, em média, 20% a 30% mais pesados que carros compactos. Esse peso extra, somado ao centro de gravidade mais alto, sobrecarrega os componentes de articulação. Buchas, Pivôs e Batentes: O esforço lateral em curvas é maior, o que acelera o desgaste dessas peças. Se você sente a “suspensão batendo” ou o carro balançando excessivamente, o diagnóstico deve ser imediato para evitar danos aos amortecedores.   Pneus de Alta Performance e Carga Você já reparou que os pneus de um SUV são significativamente maiores e mais caros? Isso acontece porque eles precisam de um Índice de Carga (Load Index) superior. Desgaste Irregular: Devido ao peso e à altura, se o SUV não estiver perfeitamente alinhado, os pneus podem “escamar” ou gastar prematuramente nas bordas, gerando um prejuízo de milhares de reais em poucos meses.   Frenagem: Mais massa exige mais eficiência Parar um veículo de 1.500 kg exige muito mais do sistema de freios do que parar um de 900 kg. Fading e Superaquecimento: Discos e pastilhas de SUVs trabalham em temperaturas mais altas. Segundo a Fras-le (referência em fricção), a escolha de componentes de baixa qualidade em SUVs pode aumentar a distância de frenagem em níveis perigosos. É vital verificar a espessura dos discos e a validade do fluido de freio anualmente.   Manutenção na Bono Pneus: O parceiro do seu SUV Na Bono Pneus, entendemos que um SUV não é apenas um “carro maior”. Ele exige equipamentos de precisão, como o Alinhamento 3D, capaz de ler as medidas específicas de cada fabricante para garantir a estabilidade do veículo.   (Fontes: Fenabrave Jato Dynamics, Manual de Engenharia de Fabricantes (Toyota, Jeep, VW), Fras-le / Cofap)

Read More

A Franquia que Está Impulsionando o Sucesso em Todo o Brasil.

Mais de 30 anos de experiência e a solidez de uma marca líder. Tenha suporte total ao franqueado e autonomia para lucre alto no setor automotivo.

Descubra a diferença da Bono Pneus. Tecnologia de ponta, equipamentos modernos e uma equipe especializada para oferecer serviços automotivos com qualidade, transparência e preços competitivos. Trabalhamos com uma linha completa de pneus multimarcas, em diversas medidas, para atender você com segurança e confiança.

SAC 0800 777 7272

(19) 3229-3006

sac@bonopneus.com.br

Seg à Sex: 08h as 18h

Razão Social: Andre Nogueira Bueno LTDA CNPJ: 31.827.574/0001-61 

Av. Cambacicas, 520 - Conj 802 sala 05 - Parque dos Resedas, Campinas - SP, 13097-160