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Barulho no Carro: O Que Pode Ser e O Que Fazer para Evitar

Prejuízos Aquele barulho estranho que você tenta ignorar aumentando o volume do som do rádio pode estar custando muito mais caro do que você imagina. No universo automotivo, os ruídos mecânicos funcionam como um sistema de alerta do próprio veículo, indicando que algum componente atingiu o limite da vida útil. Ignorar esses pequenos sinais sonoros é o caminho mais rápido para transformar um conserto simples de rotina em uma conta alta e inesperada na oficina. Nesta matéria, você vai aprender a identificar e diagnosticar o que significa cada tipo de barulho no carro: seja ao frear, vindo das rodas, ao virar a direção ou ao acelerar. Evite o efeito bola de neve na manutenção do seu veículo e saiba exatamente como agir diante de cada sintoma mecânico. Com mais de 30 anos de estrada e uma rede que ultrapassa 70 unidades espalhadas pelo Brasil, a equipe técnica especializada da Bono Pneus catalogou os padrões de ruídos mais comuns que chegam às nossas oficinas. Desenvolvemos este guia completo para que você entenda os riscos ocultos por trás de cada barulho e proteja o seu patrimônio e a segurança da sua família. Barulho ao Frear: O Que Cada Som do Sistema Indica O sistema de frenagem é o item de segurança ativa mais crítico de qualquer veículo motorizado. Qualquer comportamento irregular ou ruído incomum ao acionar o pedal de freio exige um diagnóstico técnico imediato para evitar falhas catastróficas. Chiado ou guinchos agudos ao frear Na grande maioria dos casos, este som agudo e contínuo (semelhante a um assobio metálico) indica que as pastilhas de freio chegaram ao limite de desgaste. As pastilhas modernas contam com uma pequena lamela metálica projetada pelo fabricante para funcionar como um alerta acústico. Quando o material de fricção chega à espessura mínima de segurança, essa lamela começa a raspar propositalmente no disco de freio ao frear. Nível de Urgência: Médio/Alto. Trata-se de um aviso prévio, não de uma pane imediata. Contudo, se você ignorar esse chiado por mais de duas semanas, o material abrasivo da pastilha vai acabar por completo. O suporte metálico da peça entrará em contato direto com o disco, cortando e inutilizando a superfície flipada, o que irá multiplicar o custo do reparo final na oficina. Estrondo, batida seca ou atrito áspero de ferro com ferro Se ao pisar no pedal você ouvir um estalo forte, uma batida seca ou um som áspero de moagem metálica, o cenário é de risco extremo. Esse sintoma indica que a pastilha de freio quebrou, o pino guia da pinça se soltou ou o disco já está severamente danificado e cavitado. Nível de Urgência: Gravíssimo. Não continue dirigindo o veículo nessas condições. O risco de travamento de roda ou de perda total da capacidade de frenagem em uma emergência é real e iminente. Vibração ou trepidação no pedal ao frear Quando o motorista sente o pedal de freio pulsar ou vibrar sob o pé ao reduzir a velocidade em rodovias, o diagnóstico aponta para o disco de freio empenado. O empenamento ocorre devido ao choque térmico ou excesso de calor gerado por frenagens bruscas repetidas, como em descidas longas de serra sem o uso correto do freio motor (marcha engatada). Nível de Urgência: Alto. O empenamento faz com que a pastilha perca o contato 100% plano com o disco, tornando a frenagem totalmente irregular, aumentando consideravelmente a distância necessária para parar o carro com segurança. Barulho na Roda em Movimento: Diagnóstico de Rolamento e Suspensão Os ruídos vindos diretamente das rodas costumam ser progressivos e estão diretamente ligados à velocidade do veículo ou à movimentação da carroceria em terrenos irregulares. Zumbido contínuo que aumenta conforme o carro acelera Se você nota um ronco ou zumbido contínuo, parecido com o som de um pneu rodando em asfalto muito rústico, e que fica mais alto à medida que a velocidade aumenta, o culpado é o rolamento de roda com defeito. Os rolamentos são responsáveis por permitir que as rodas girem livremente com o mínimo de atrito; quando perdem a lubrificação interna ou sofrem desgaste nas esferas, passam a ressonar. Dica de Teste Técnico: Para confirmar o diagnóstico em linha reta, mude de faixa suavemente na rodovia. Se o zumbido mudar de tom ou intensidade quando o carro inclina levemente para um dos lados, o rolamento daquele lado específico está falhando. Ignorar esse problema pode fazer com que o rolamento funda e trave a roda em alta velocidade. Estalos repetitivos ao esterçar e fazer curvas O som de “clique-clique-clique” metálico e repetitivo que surge especificamente quando você vira o volante para fazer uma curva ou manobrar é o sintoma clássico de desgaste na junta homocinética. Esse componente é responsável por transmitir a força do motor para as rodas mesmo quando elas estão viradas. O problema ocorre quase sempre após o rompimento da coifa protetora de borracha, o que deixa entrar areia e água, eliminando a graxa lubrificante da peça. O Risco: O estalo aparece com mais força quando você acelera ao sair de uma vaga ou em retornos. Se a junta homocinética se romper totalmente devido ao desgaste, o carro perde a tração de forma imediata e para de andar, deixando você na mão no meio do trânsito. Batidas secas (“toc-toc”) ao passar por lombadas e buracos Ruídos fortes de impacto na parte inferior do veículo ao trafegar por superfícies irregulares indicam amortecedores vencidos, pivôs com folga ou buchas de suspensão rompidas. Quando as proteções de borracha que separam as peças de metal da suspensão se desgastam, os componentes passam a colidir diretamente entre si. Impacto na Segurança: Além do óbvio desconforto acústico, rodar com amortecedores e componentes de suspensão danificados reduz a estabilidade em curvas, aumenta a distância de frenagem em até 20% e acelera drasticamente o desgaste irregular dos seus pneus, inutilizando-os precocemente. Barulho ao Virar a Direção: Problemas no Sistema de Assistência Problemas no sistema de direção costumam se manifestar através de ruídos pesados ou rangidos que acompanham o movimento do volante, mesmo com o veículo

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Fluido de Câmbio Automático: O guia para evitar a quebra mais cara do seu carro

Se você comprou um carro automático nos últimos anos, certamente aprecia o conforto no trânsito urbano. No entanto, existe um “vilão silencioso” que pode transformar esse conforto em um prejuízo de cinco dígitos: a negligência com o fluido de transmissão automática (ATF).   Diferente do óleo do motor, que já faz parte da rotina do brasileiro, o fluido de câmbio é frequentemente esquecido até que o carro comece a dar trancos. Na Bono Pneus, com nossa experiência de atender mais de 240 mil clientes por ano, preparamos este guia técnico para proteger o seu patrimônio.   Muito além da lubrificação: O que o fluido ATF realmente faz? Como especialistas, precisamos desmistificar uma coisa: o fluido de câmbio não serve apenas para “escorregar” as peças. Em um câmbio automático, ele é um componente hidráulico. Transmissão de Força: É o fluido que empurra as engrenagens e faz o carro andar. Limpeza e Refrigeração: Ele retira o calor extremo gerado pela fricção e mantém o sistema livre de limalhas metálicas. Proteção: Sem as propriedades anticorrosivas do fluido novo, as válvulas internas (solenoides) travam, causando a falha total.   Tipos de Câmbio: O perigo de usar o fluido errado Em 2026, a diversidade de transmissões no Brasil exige atenção redobrada. Usar um óleo genérico é o caminho mais rápido para destruir uma caixa de transmissão. Automático Convencional: Exige fluidos com especificações como Dexron ou Mercon. CVT (Transmissão Continuamente Variável): Extremamente sensível. Exige fluidos específicos (CVTF) para evitar o patinamento da correia metálica. Dupla Embreagem (DCT/DSG): Requer fluidos de alta performance para suportar as trocas ultra-rápidas.   7 Sinais de Alerta: Seu câmbio está tentando falar com você Não ignore estes sintomas. Se detectar algum deles, procure uma de nossas unidades imediatamente: Solavancos (Trancos): Mudanças de marcha bruscas. Patinação: O motor acelera, mas o carro demora a ganhar velocidade. Delay no Engate: Demora de mais de 2 segundos ao colocar em “D” ou “R”. Ruídos Estranhos: Zumbidos ou estalos durante a condução. Superaquecimento: Aviso de temperatura no painel. Luz de Espia: O ícone de engrenagem ou “Check Engine” aceso. Fluido Escuro: Se a cor não for rosada/avermelhada e tiver cheiro de queimado, o sistema já está em risco. Quando trocar? Embora alguns manuais falem em “fluido vitalício”, nossa experiência de 30 anos e trânsito pesado do Brasil sugere: Uso Normal: A cada 40.000 km ou 50.000 km. Uso Severo (Trânsito de SP/RJ, reboque ou ladeiras): A cada 30.000 km. CVTs: São mais exigentes e devem ser monitorados rigorosamente a cada 40.000 km. Perguntas frequentes: 1. O que é um câmbio “selado”? Precisa trocar o óleo? Muitas montadoras dizem que não precisa trocar, mas isso considera condições ideais de uso (países frios e estradas sem trânsito). No Brasil, o fluido oxida e perde a validade. Recomendamos a inspeção periódica.   2. Posso trocar o fluido de câmbio em casa? Absolutamente não. A troca exige equipamentos que garantam a pressão correta e o nível exato. Um erro de 200ml para mais ou para menos pode causar cavitação e quebra do sistema.   3. A troca do fluido resolve trancos já existentes? Se o desgaste for apenas sujeira no fluido, pode resolver. Se houver dano mecânico nas embreagens internas, a troca não fará milagre. Por isso a prevenção é o único caminho seguro.   O câmbio automático é uma das peças mais complexas do seu veículo. Tratá-lo com o fluido correto e no tempo certo é o que garante que seu carro chegue aos 200.000 km sem dores de cabeça.   Seu carro passou dos 40.000 km ou está sentindo mudanças nas marchas? Não arrisque o valor do seu patrimônio. Visite uma das +70 unidades da Bono Pneus e faça uma verificação técnica do seu fluido de transmissão. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Honda do Brasil — Manual de Manutenção (fluido CVT); Volkswagen do Brasil — Tabela de manutenção câmbio DSG)

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Scanner Veicular: O “Exame de Imagem” que economiza tempo e dinheiro na sua manutenção

A luz de injeção acendeu no painel? O carro começou a falhar ou o consumo subiu sem explicação? Antigamente, o mecânico precisava “tentar a sorte” trocando peças até achar o defeito. Hoje, com a eletrônica embarcada, o ponto de partida de qualquer oficina de prestígio é o Scanner Veicular.   Na Bono Pneus, com uma bagagem de mais de 30 anos e milhares de diagnósticos realizados, sabemos que o scanner não é apenas um acessório, mas a ferramenta essencial para uma manutenção justa e precisa.   O que é o Scanner Veicular e como ele “conversa” com seu carro? O scanner é um computador de diagnóstico que se conecta à porta OBD2 do seu veículo (obrigatória em todos os carros no Brasil desde 2010). Ele acessa a Central Eletrônica (ECU) e recupera os chamados DTCs (Diagnostic Trouble Codes).   Pense nisso como um exame de imagem: o carro registra cada anomalia detectada pelos sensores desde uma falha na pressão dos pneus até um sensor de oxigênio (sonda lambda) operando fora da curva e o scanner traduz essas informações para o técnico.   Sistemas Analisados: Onde a tecnologia alcança Um diagnóstico profissional na Bono Pneus verifica muito mais do que apenas o motor: Segurança Ativa: Monitoramento de sistemas de freios (ABS), controle de estabilidade (ESP) e Airbags. Transmissão: Avaliação de câmbios automáticos, CVTs e dupla embreagem. Emissões e Consumo: Sensores de temperatura, injeção eletrônica e sistema de exaustão. Conforto e Direção: Direção elétrica, sensores de torque e até o clima da cabine.   Quando o Diagnóstico Eletrônico é indispensável? Existem sinais claros de que seu carro está “pedindo” uma leitura de sistema: Luz de Injeção (Check Engine): Nunca ignore essa luz. Ela pode indicar desde uma tampa de combustível mal fechada até um dano iminente no catalisador. Perda de Potência (Modo de Emergência): Quando o carro limita a velocidade para se autoproteger de uma quebra maior. Compra de Seminovos: O scanner revela o histórico de falhas que foram “apagadas” recentemente, protegendo você de ciladas. Revisão Preventiva: Muitas vezes, um sensor começa a falhar antes mesmo de acender a luz no painel. Detectar isso cedo evita que você fique parado na estrada.   O Mito da Bateria: Por que “resetar” não resolve o problema Muitos motoristas tentam desconectar a bateria para apagar a luz do painel. Isso é um erro grave. Apagar o código não remove a causa. Na Bono Pneus, o scanner serve para entendermos o contexto da falha: com que frequência ela ocorre e em que condições de rotação. Sem resolver a causa física, a luz voltará a acender e o problema pode ser agravado.   O Que Acontece Após o Diagnóstico? O scanner aponta o caminho, mas a nossa especialidade humana decide a solução. Após a leitura, nossos técnicos realizam a inspeção física do componente indicado. A grande vantagem para você? Zero adivinhação. Você só paga pela peça e pelo serviço que realmente são necessários. FAQ Scanner Veicular 1. A luz do painel piscou e apagou. Devo me preocupar? Sim. Mesmo que a luz apague, a falha fica registrada na “memória de erros” da central. O scanner consegue ler esse histórico e prevenir que a falha se torne constante. 2. O scanner conserta o carro sozinho? Não. O scanner é um software de diagnóstico. Ele identifica a falha e permite que o técnico apague o erro após o reparo físico ter sido concluído. 3. Quanto tempo leva um diagnóstico completo? Em nossas unidades, um scan profissional leva entre 30 a 60 minutos, dependendo da complexidade dos sistemas do veículo. Carros modernos são computadores sobre rodas. Tentar diagnosticar falhas “de ouvido” ou apenas visualmente é um risco ao seu patrimônio.   Sentiu algo estranho no comportamento do seu carro? Passe em uma das +70 unidades da Bono Pneus. Utilize nossa tecnologia para ter um diagnóstico transparente e garantir que seu carro receba exatamente o que precisa. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: DENATRAN/SENATRAN — Resolução nº 292 (OBD obrigatório em veículos no Brasil) Guia do Carro — Check Engine: o que fazer quando a luz acende no painel)

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Ar-Condicionado com cheiro ruim ou fraco?

Você liga o ar-condicionado em um dia quente e, em vez de frescor, sente aquele odor de mofo ou percebe que o vento não está gelando como antes. Esse é um dos problemas mais comuns que recebemos nas mais de 70 unidades da Bono Pneus, e a causa quase sempre está escondida onde os olhos não alcançam. O sistema de climatização automotiva é um dos mais utilizados e, ironicamente, um dos menos revisados. Nesta matéria, aplicamos nossa expertise de 30 anos para explicar por que isso acontece e como proteger sua saúde e o seu bolso.   Por que o mau cheiro aparece? A visão dos especialistas O interior do sistema de ar-condicionado, especificamente o evaporador, é um ambiente escuro e úmido. Sem a manutenção correta, ele se torna o criadouro perfeito para fungos, bactérias e ácaros. As causas técnicas mais frequentes: Acúmulo no Evaporador: A condensação constante gera umidade que, misturada à poeira, exala o odor de mofo. Filtro de Cabine Saturado: O filtro retém partículas do ambiente. Quando está sujo, além de cheirar mal, ele reduz o fluxo de ar, forçando o compressor. Dreno Obstruído: Se a água da condensação não é escoada, ela fica acumulada, gerando odores e até infiltrações no carpete do carro. Ar-Condicionado Fraco: Nem sempre é falta de gás Um erro comum é acreditar que qualquer queda de rendimento se resolve com “carga de gás”, mas também pode ser: Obstrução do Condensador: Poeira e insetos na frente do carro impedem a troca de calor. Filtro Obstruído: Às vezes, o sistema gela, mas o ar não consegue passar pelo filtro sujo. Desgaste do Compressor: Como o “coração” do sistema, se ele falha, a pressão do fluido refrigerante cai.   O Processo de Higienização: Muito além de um “cheirinho” Em 2026, a higienização profissional evoluiu. Não se trata apenas de aplicar um spray. O padrão de especialidade da Bono Pneus envolve: Substituição do Filtro de Cabine: Essencial para garantir que o ar que entra seja puro. Nebulização Bactericida: Aplicação de produtos específicos que eliminam microrganismos nos dutos e no evaporador. Calendário de Manutenção Para manter a eficiência e a saúde, siga estes intervalos: Uso Urbano/Diário: Higienização a cada 12 meses. Uso Severo (App/Frotas): Higienização a cada 6 meses. Troca de Filtro: A cada 15.000 km ou anualmente (em cidades poluídas, esse tempo cai pela metade).   Os riscos invisíveis de ignorar o problema Não é apenas uma questão de conforto. Fungos e bactérias circulando na cabine podem causar ou agravar rinite, sinusite e tosses crônicas. Além disso, um sistema sujo faz o carro consumir mais combustível, pois o compressor precisa trabalhar por mais tempo para atingir a temperatura desejada.   Perguntas Frequentes: 1. Por que o cheiro ruim aparece logo ao ligar o carro? Isso ocorre devido à umidade que ficou no evaporador na última vez que o carro foi usado. A dica de especialista é: desligue o ar-condicionado e deixe apenas a ventilação ligada por 2 minutos antes de chegar ao seu destino. Isso ajuda a secar o evaporador. 2. Higienizar resolve o problema de ar “não gelando”? A higienização limpa os dutos e melhora o fluxo de ar, mas se houver falta de gás ou falha no compressor, será necessário um reparo mecânico específico. 3. Posso higienizar em casa com sprays? Produtos domésticos tratam apenas o odor superficial. A higienização profissional alcança o evaporador e os dutos internos, onde a colônia de fungos realmente reside.   O ar-condicionado é um item de segurança e saúde. Dirigir em uma temperatura agradável reduz o cansaço e aumenta a atenção no trânsito. Sentiu um cheiro estranho ou o ar está fraco? Visite uma das +70 unidades da Bono Pneus para um diagnóstico preciso. Cuidamos do seu carro para que você cuide do que mais importa: quem viaja com você. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: SINDIPEÇAS — Dados sobre manutenção de ar-condicionado automotivo no Brasil; AutoPapo — Ar-condicionado do carro com cheiro: causas e soluções.)

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Contran suspende penalidades do Free Flow e estabelece prazo de 200 dias para regularização de tarifas

O sistema de pedágio sem cancelas, o Free Flow, chegou como uma promessa de agilidade nas rodovias brasileiras, mas a falta de informação gerou um “apagão” de pagamentos e milhões de multas por evasão. Se você foi pego de surpresa, temos uma excelente notícia: o Contran anunciou uma anistia histórica. O que mudou? O prazo de 200 dias O Governo Federal suspendeu mais de 3,4 milhões de multas aplicadas desde o início da implementação do Free Flow. Agora, os motoristas têm um prazo de até 200 dias (até 16 de novembro de 2026) para quitar os débitos pendentes de tarifas de pedágio. Os benefícios da regularização dentro do prazo: Cancelamento da Multa: Você paga apenas o valor do pedágio, sem a penalidade por infração. Recuperação de Pontos: Os pontos já aplicados na CNH por falta de pagamento do Free Flow serão estornados após a quitação. Ressarcimento: Se você já pagou a multa, poderá solicitar o reembolso junto ao órgão fiscalizador do seu estado, desde que a tarifa original seja paga no novo prazo.   O Fim do “Paguei sem Saber”: Integração com a CNH Digital Como especialistas no setor automotivo, sabemos que a maior dor do motorista era a dificuldade de descobrir onde e quanto devia. O Contran determinou que, em até 100 dias, todos os débitos de Free Flow deverão estar centralizados no aplicativo CNH do Brasil. Isso significa transparência total: você poderá consultar passagens em rodovias federais, estaduais e municipais em um único lugar.   Onde o Free Flow já está operando? Se você planeja viajar, fique atento. Estas são as principais rodovias que já utilizam os pórticos eletrônicos: Rio-São Paulo: BR-101 (RioSP) e BR-116. Minas Gerais: BR-381 e BR-262. São Paulo: SP-099 (Tamoios), SP-333 e SP-326 (Ecovias Noroeste). Paraná e Rondônia: BR-277, BR-369 e BR-364.   Enquanto o sistema não é totalmente integrado à CNH Digital, recomendamos:   Instale uma TAG: É a forma mais segura. O débito é automático e você evita o esquecimento. Consulte os sites das concessionárias: Passou por um pórtico e não tem TAG? O prazo de pagamento comum é curto (geralmente 15 dias). Não espere a notificação. Mantenha os dados atualizados: Verifique se o endereço no Detran e no app da CNH Digital está correto para receber alertas.   Dúvidas Rápidas: 1. Até quando posso pagar sem multa? Até o dia 16 de novembro de 2026. A partir do dia 17, a multa volta a ser aplicada integralmente. 2. Como peço o dinheiro da multa de volta? Após pagar a tarifa do pedágio, você deve entrar com o pedido de ressarcimento no órgão que te autuou (Detran ou órgãos federais), provando que quitou o débito dentro do prazo da anistia. 3. O Free Flow é obrigatório? Sim, nas rodovias sinalizadas não há outra opção de pagamento. O sistema registra a placa por sensores e câmeras (OCR). A tecnologia Free Flow veio para ficar e reduzir congestionamentos, mas exige atenção redobrada do motorista. Na Bono Pneus, acreditamos que uma viagem segura começa com o carro revisado e termina com a documentação em dia.   Vai passar por um trecho de Free Flow? Passe antes na Bono Pneus para garantir que sua mecânica está 100% e viaje sem preocupações! Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Gov – Secretaria de Comunicação Social – Transportes)

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Placas com Estado e Município de volta? Comissão aprova projeto

A placa padrão Mercosul, obrigatória no Brasil desde 2020, trouxe avanços em segurança e combinações alfanuméricas, mas uma ausência sempre foi sentida pelos brasileiros: a identificação da cidade e do estado. Agora, o Projeto de Lei 3214/23 está avançando na Câmara dos Deputados para trazer essas informações de volta. Na Bono Pneus, com nossa experiência de mais de 30 anos acompanhando as mudanças na legislação de trânsito, analisamos o que essa proposta realmente significa para você e para a segurança das nossas cidades. Por que a identificação local está voltando? O projeto, de autoria do Senador Esperidião Amin, foi aprovado recentemente pela Comissão de Viação e Transportes. O argumento central é a segurança pública. Segundo as autoridades, a identificação visual rápida da origem do veículo facilita: O trabalho de agentes de trânsito e forças policiais em casos de furtos e roubos. A percepção da comunidade local sobre veículos “de fora” que circulam na região. O resgate da identidade e do orgulho local, reforçando o senso de pertencimento à região. O motorista terá novos custos? Esta é a maior dúvida que recebemos em nossas unidades. Segundo o relator do projeto, Deputado Hugo Leal, não há motivo para pânico financeiro. Diferente de mudanças anteriores, o PL estabelece que: Não haverá obrigatoriedade de troca para quem já possui a placa Mercosul atual. A mudança valerá apenas para novos emplacamentos realizados após a lei entrar em vigor. O objetivo é evitar gastos extras para quem já está regularizado, focando a transição na renovação natural da frota.   A Tecnologia por trás da Placa Mercosul Como especialistas no setor automotivo, reforçamos que a placa Mercosul foi um marco tecnológico. Ela substituiu o lacre físico pelo QR Code, que permite consultas em tempo real à base nacional de dados. O retorno do nome da cidade e do estado e da bandeira da unidade da federação é visto pela engenharia de tráfego como uma camada de identificação visual que complementa a tecnologia digital do QR Code. Enquanto o código é para a máquina, o nome da cidade é para o olho humano do agente de segurança.   Próximos Passos do Projeto Para virar lei, o texto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ser aprovado no Senado e, por fim, ser sancionado pela Presidência da República. Portanto, no momento, o modelo atual de sete caracteres alfanuméricos permanece inalterado. Dúvidas Rápidas: Minha placa atual não tem a cidade. Serei multado? Não. Até que a lei seja sancionada e entre em vigor, o modelo atual é totalmente legal. Mesmo após a lei, ela valerá para novos carros. A placa Mercosul vai mudar de tamanho? Não há previsão de alteração no tamanho físico, apenas na disposição das informações visuais (inclusão de cidade, estado e bandeira). Independentemente do que está escrito na sua placa, a sua segurança começa na base do veículo. Placas bem fixadas e legíveis evitam problemas com as autoridades. Na sua próxima visita para troca de pneus ou alinhamento em uma de nossas +70 unidades, aproveite para fazer um check-up nos itens de segurança do seu carro. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: G1 – Carros – Notícias)

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Motor: A solução definitiva para a polêmica da correia banhada a óleo?

Se você é proprietário de um veículo com motor 1.2 PureTech (comum em modelos Peugeot e Citroën), provavelmente já ouviu falar ou viveu o drama da correia banhada a óleo. O que era para ser uma inovação em eficiência tornou-se uma falha crônica de projeto que tira o sono de motoristas e mecânicos em todo o mundo. Mas o cenário está prestes a mudar. Na Bono Pneus, acompanhamos de perto as inovações do setor e analisamos a nova solução que promete encerrar esse ciclo de manutenções paliativas: o kit de conversão de correia para corrente metálica. Entendendo o Problema: Por que a correia original falha? Como especialistas com mais de 30 anos de estrada, sabemos que o problema do motor 1.2 PureTech é químico. A correia de borracha trabalha imersa no óleo do cárter. Com o uso urbano severo, vapores de combustível contaminam o óleo, atacando a composição da borracha. O resultado? A correia esfarela. Esses resíduos entopem o pescador da bomba de óleo, interrompendo a lubrificação e, em casos graves, causando o travamento total do motor. A Solução 2026: Conversão para Corrente de Aço Recentemente, a empresa independente Pro Chain desenvolveu um kit de conversão que substitui o sistema de borracha por uma corrente de comando metálica. O que muda na prática para o proprietário? A engenharia desta solução é impressionante por não exigir usinagem ou adaptações no bloco do motor. O kit inclui: Corrente de distribuição de alta durabilidade; Guias direcionais em material compósito; Novo tensor e linha de suprimento de óleo dedicada. A grande vantagem aqui é a previsibilidade. Enquanto a correia exige trocas antecipadas e monitoramento constante do óleo, a corrente metálica é projetada para durar a vida útil do motor, eliminando o risco de colapso por esfarelamento. O fabricante afirma que o tempo de mão de obra e as ferramentas de sincronismo são os mesmos da troca de correia padrão. Isso significa que a transição para um sistema mais robusto pode ser feita de forma limpa e eficiente em oficinas especializadas. O Posicionamento da Stellantis e o Futuro Enquanto o mercado independente resolve o “passivo” dos motores atuais, a Stellantis já move suas peças. Na Europa, novas versões do 1.2 já saem com corrente de fábrica, e no Brasil, a tendência é a consolidação dos motores Firefly (origem Fiat), conhecidos pela robustez e uso de corrente. – Vale a pena instalar o kit de conversão? Se você pretende ficar com o carro a longo prazo, a conversão para corrente elimina o custo recorrente e o medo do travamento do motor. É um investimento em tranquilidade. – O que fazer enquanto o kit não chega? Manter o intervalo de troca de óleo rigorosamente em dia e usar exclusivamente o lubrificante especificado pelo fabricante é a única forma de retardar a degradação da correia original. Seu motor 1.2 PureTech precisa de uma inspeção na correia? Não espere a luz de óleo acender. Passe em uma das +70 unidades da Bono Pneus para um diagnóstico especializado e garanta a saúde do seu motor. Encontre a Bono Pneus mais próxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Quatrorodas – Notícias)

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Do Sacy Caseiro à Bono Pneus: A Evolução de um Ponto Icônico na Prainha em Cuiabá

Avenida Tenente Coronel Duarte, Cuiabá. Para muitos, este endereço desperta o aroma de uma comida caseira inesquecível. Onde hoje pulsa a tecnologia automotiva da Bono Pneus, um dia funcionou o lendário Sacy Caseiro, um marco do empreendedorismo cuiabano. Nesta matéria, resgatamos essa história de inovação e mostramos como a Bono Pneus mantém vivo o legado de excelência e hospitalidade em um dos pontos mais estratégicos da capital mato-grossense. O Pioneirismo que Marcou Época em Cuiabá Inaugurado em 9 de agosto de 1978 pelo Sr. João Roberto Finco e sua esposa Leila Maria Finco, o Sacy Caseiro não era apenas um restaurante. Ele foi um dos primeiros a implementar o sistema self-service (a quilo) na cidade, inovando com o famoso refrigerante de máquina gratuito uma estratégia de marketing muito à frente de seu tempo. Quem não se lembra da bicicleta de 2 metros de altura circulando pelo centro ou do slogan “A sua casa fora de casa”? O Sacy Caseiro deixou um legado de inovação que a Bono Pneus faz questão de honrar. A Transformação: De Símbolo Gastronômico a Centro Automotivo de Alta Performance em Cuiabá Muitos clientes perguntam: “Como um ponto tão tradicional se tornou uma unidade da Bono Pneus?” A resposta está na estratégia de conveniência. Assim como o Sacy Caseiro buscava ser a extensão da casa dos clientes, a Bono Pneus escolheu este local para ser o “porto seguro” do motorista cuiabano.   Tecnologia que Preserva a História Hoje, no lugar dos balcões de self-service, você encontra Alinhamento 3D, balanceamento computadorizado e uma gama completa de pneus das melhores marcas do mundo. Mas a essência do cuidado permanece. Assim como o Sr. João Roberto era conhecido por sua generosidade com os engraxates da Praça Alencastro, a Bono Pneus cultiva o valor da transparência e do impacto social, gerando empregos e oferecendo um serviço essencial para a segurança das famílias que transitam pelos arredores.   Curiosidades sobre a Unidade Prainha – Onde ficava o Sacy Caseiro exatamente? Ficava na Avenida da Prainha, ao lado do antigo prédio da Polícia Federal, quase em frente à subida da Getúlio Vargas — exatamente onde hoje está a Bono Pneus. – Quais serviços a Bono Pneus Cuiabá oferece neste local? Realizamos check-up completo de suspensão, freios, troca de óleo, além da venda e montagem de pneus com equipamentos de última geração. – A Bono Pneus mantém o padrão de atendimento do antigo ponto? Sim! Nosso foco é a “hospitalidade automotiva”. Queremos que você se sinta tão bem cuidado quanto os clientes que frequentavam o restaurante nas décadas de 70 e 80. Preservar a história de um ponto comercial é valorizar quem empreendeu e marcou época em Cuiabá. A Bono Pneus orgulha-se de ocupar esse endereço histórico, trazendo inovação automotiva para um local que sempre foi sinônimo de pioneirismo. Precisa de uma revisão no seu carro e é de Cuiabá? Clique aqui abaixo e agende seu horário na Bono Pneus Cuiabá! https://api.whatsapp.com/send/?phone=5565981185796&text=Ol%C3%A1+tudo+bem%3F+Vim+pelo+instagram+e+gostaria+de+solicitar+um+or%C3%A7amento%21&type=phone_number&app_absent=0 (Fonte: Post do Instagram @iaemcuiaba e facebook.com/groups/Cuiabanos/posts/2494910740727170)

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Maio Amarelo: Sua segurança no trânsito começa na revisão do seu carro

O mês de maio chegou e, com ele, a campanha Maio Amarelo, um movimento internacional que busca conscientizar a sociedade sobre a importância da segurança viária. O lema é claro: a paz no trânsito começa por você. Mas, além de respeitar as leis e a sinalização, você sabia que o estado do seu veículo é um dos pilares fundamentais para evitar acidentes? Na Bono Pneus, acreditamos que a manutenção preventiva é um ato de respeito à vida. Por isso, preparamos esta matéria com os itens mecânicos cruciais que garantem a sua segurança e a de quem compartilha a estrada com você.   1. Pneus: O seu único contato com o solo Não há segurança sem pneus em bom estado. Eles são responsáveis pela aderência, estabilidade e pela eficiência das frenagens. Sulcos e o TWI: Pneus com sulcos abaixo de 1,6mm (carecas) aumentam drasticamente a distância de frenagem e o risco de aquaplanagem. Calibragem: Rodar com a pressão incorreta compromete a dirigibilidade e pode causar estouros em altas velocidades. 2. Sistema de Freios: A resposta que não pode falhar Em uma emergência, frações de segundo fazem a diferença. O sistema de freios deve ser revisado periodicamente para garantir que a resposta seja imediata. Pastilhas e Discos: O desgaste excessivo diminui a potência da frenagem. Fluido de Freio: Se estiver vencido ou com nível baixo, pode causar falha total no pedal devido ao superaquecimento. 3. Suspensão e Amortecedores: Estabilidade em Curvas Amortecedores desgastados não apenas diminuem o conforto, mas impedem que as rodas fiquem em contato constante com o asfalto. Isso pode fazer o veículo “perder a traseira” em curvas ou balançar excessivamente em desvios bruscos.   4. Visibilidade: Ver e ser visto O Maio Amarelo também reforça a importância da visibilidade. Itens simples, muitas vezes negligenciados, são vitais: Palhetas do limpador: Devem limpar o vidro sem deixar rastros ou barulhos. Sistema de Iluminação: Faróis desregulados ou lâmpadas queimadas impedem que outros motoristas e pedestres notem sua presença.   O Papel da Manutenção Preventiva no Maio Amarelo Muitos acidentes catalogados como “falha humana” são, na verdade, causados por veículos que não responderam corretamente a uma manobra de emergência devido à falta de manutenção. Participar do Maio Amarelo é mais do que usar o laço oficial; é garantir que seu carro esteja 100% confiável para não colocar ninguém em risco.   Faça sua parte na Bono Pneus Neste mês, convidamos você a realizar um Check-up de Segurança em qualquer uma de nossas unidades. Nossa equipe técnica está pronta para avaliar os itens essenciais do seu veículo e garantir que você rode com tranquilidade. Encontre a Bono Pneus mais próxima de você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ Paz no trânsito começa com prevenção. Esperamos você na Bono Pneus! (Fonte: Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) – Diretrizes da Campanha Maio Amarelo/ Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Normas de segurança e equipamentos obrigatórios / CONTRAN – Regulamentação técnica de componentes automotivos.)

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Sem a “tampinha” do pneu? Entenda por que esse detalhe pode render multas e prejuízos mecânicos

Muitas vezes, ao calibrar os pneus em um posto de combustíveis ou após uma manutenção rápida, um detalhe passa despercebido: a recolocação da tampa da válvula, popularmente conhecida como “tampinha do bico”. Embora pareça um item meramente estético ou insignificante, a ausência dessa peça pode desencadear uma série de problemas que vão desde infrações de trânsito até acidentes graves. Na Bono Pneus, priorizamos a sua segurança e, por isso, preparamos esta matéria para você entender por que nunca deve rodar sem esse componente.   1. O que diz a lei: A falta da tampa gera multa? Sim, e o prejuízo é imediato. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o veículo deve circular com todos os seus equipamentos obrigatórios em perfeito estado de funcionamento. Muitos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e órgãos municipais interpretam a falta da tampa como uma irregularidade no sistema de rodagem. O entendimento é que, sem a proteção, o equipamento de vedação torna-se ineficiente. Infração: Grave (Art. 230 do CTB). Penalidade: Multa de R$ 195,23. Pontuação: 5 pontos na CNH. Medida Administrativa: Retenção do veículo para regularização (em alguns casos).   2. A função técnica da válvula e da tampa A válvula de um pneu é um sistema de precisão. Ela é projetada para permitir a entrada de ar sob pressão e impedir a sua saída. No entanto, o mecanismo interno da válvula é sensível. O perigo das impurezas Sem a tampa, a entrada da válvula fica exposta a: Poeira e areia: Que podem travar o pino interno. Lama e umidade: Que causam oxidação e ressecamento dos retentores de borracha. Detritos da estrada: Que podem causar microfuros na vedação. Quando você tenta calibrar um pneu que está sem tampa, a pressão do calibrador empurra toda essa sujeira acumulada para dentro da válvula. O resultado? O pino não volta para a posição de vedação total, gerando o famoso vazamento lento.   3. Impactos no bolso: Pneu murcho e consumo de combustível Andar sem a tampinha facilita a perda de pressão. Mesmo que seja um vazamento mínimo, rodar com pneus abaixo da calibragem ideal gera um efeito cascata de prejuízos: Desgaste irregular: O pneu murcho sofre maior abrasão nas laterais (ombros), reduzindo sua vida útil em até 30%. Aumento do consumo: O motor precisa de mais força para deslocar o veículo devido ao maior atrito do pneu com o solo, pesando no seu gasto com combustível. Risco de superaquecimento: Pneus com baixa pressão aquecem mais rápido, aumentando o risco de estouros em rodovias.   4. Segurança em primeiro lugar: Risco de acidentes Em situações extremas, a entrada de água ou lama pode congelar ou endurecer dentro da válvula. Em altas velocidades, a força centrífuga pode atuar sobre uma válvula suja e mal vedada, causando uma perda súbita de pressão. Isso compromete a estabilidade do veículo em curvas e aumenta a distância de frenagem. O check-up na Bono Pneus é a sua garantia Como vimos, uma peça que custa centavos pode evitar uma multa de quase duzentos reais e garantir a integridade do seu patrimônio. Dica de Especialista: Toda vez que você trouxer seu carro para um alinhamento ou balanceamento em uma das unidades da Bono Pneus, nossa equipe realiza uma inspeção visual completa, incluindo o estado das válvulas e a presença das tampas. Está na hora de calibrar ou revisar seus pneus? Não corra riscos desnecessários. Procure a Bono Pneus mais próxima de você e garanta que cada detalhe do seu carro até a menor tampinha esteja em ordem! Encontre a Bono Pneus mais proxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: bnews – notícias)

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