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Seguro de carro sobe 15% em 2026: Entenda os motivos e saiba como economizar

Levantamento da Creditas Seguros aponta alta de até 16% para o perfil feminino no início deste ano; veja como a manutenção do veículo pode ser sua aliada. O bolso do motorista brasileiro está enfrentando um começo de ano desafiador. Entre as obrigações do Imposto de Renda e os custos fixos, surgiu um novo vilão: o preço do seguro automotivo, que registrou uma alta média de 15% nos primeiros dois meses de 2026.   De acordo com dados recentes da Creditas Seguros, o aumento impactou ambos os gêneros, com variações significativas que pesam no orçamento familiar.   O Raio-X do Aumento em 2026 Segundo o levantamento da plataforma, a escalada de preços entre janeiro e fevereiro de 2026 foi agressiva: Perfil Masculino: Alta de 14% (o valor médio saltou de R$2.390,32 para R$2.741,67). Perfil Feminino: Alta de 16% (o valor médio subiu de R$2.908,42 para R$3.395,53). Por que o seguro subiu tanto? Especialistas apontam que a alta dos seguros em 2026 é reflexo de uma combinação de fatores: Custo de Reposição de Peças: A inflação sobre componentes eletrônicos e pneus impacta diretamente o valor do sinistro para as seguradoras. Sinistralidade em Alta: O aumento de incidentes urbanos e eventos climáticos extremos têm elevado o risco percebido pelas companhias. Valor de Mercado dos Veículos: Com carros valorizados, a indenização integral (tabela FIPE) exige apólices mais caras.   Como reduzir o custo do seguro através da manutenção? Muitos motoristas não sabem, mas o estado de conservação do veículo é um fator que as seguradoras observam, especialmente em vistorias. Um carro bem cuidado não apenas evita acidentes, como também pode ser um argumento para melhores negociações.   1. Sistema de Freios e Suspensão em Dia Seguradoras calculam o risco com base na probabilidade de acidentes. Um veículo com pastilhas de freio gastas ou suspensão comprometida tem uma distância de frenagem muito maior. Manter a manutenção preventiva na Bono Pneus garante que seu carro responda prontamente em emergências, reduzindo o histórico de sinistros.   2. Pneus Novos e Alinhados Pneus carecas são infração de trânsito e motivo de recusa de pagamento de indenização em muitos casos de acidentes por pista molhada. Além disso, rodas alinhadas garantem estabilidade, evitando colisões laterais por perda de controle.   3. Histórico de Revisões Ter um prontuário de manutenção mostra que você é um motorista responsável. Isso valoriza o ativo (seu carro) e dá confiança para a corretora na hora de buscar descontos por “perfil de baixo risco”.   Dicas Práticas para Economizar na Apólice em 2026 Além de manter a mecânica em ordem, considere estas estratégias: Instalação de Rastreadores: Dispositivos de segurança reduzem o risco de roubo/furto. Revisão da Franquia: Avalie se uma franquia maior (que reduz o valor da parcela mensal) faz sentido para o seu uso. Manutenção Preventiva: Evite quebrar na rua. Muitas assistências 24h limitam o número de guinchos por ano. Se você cuida da bateria e do motor na Bono Pneus, guarda seus acionamentos apenas para emergências reais.   O aumento de 15% nos seguros é um dado alarmante, mas o controle do seu orçamento ainda está nas suas mãos. A prevenção é, e sempre será, o melhor caminho para evitar gastos imprevistos e garantir que sua única preocupação seja o destino.   Sente que seu carro precisa de um check-up para rodar com mais segurança? Agende sua revisão na Bono Pneus mais próxima e garanta o melhor desempenho do seu veículo! Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: Creditas Seguros e Autoesporte)

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Manutenção de Carros Híbridos e Elétricos: O que muda e por que você não pode vacilar?

A eletrificação não é mais o futuro, é o presente. Em 2026, com o custo por quilômetro rodado de um carro elétrico sendo até 73% menor que o de um veículo a combustão, milhares de brasileiros fizeram a migração. No entanto, existe um perigo silencioso: a ideia de que esses carros “não dão manutenção”. É verdade que você dá adeus às trocas de óleo, velas e correias, mas a Bono Pneus alerta que outros sistemas agora trabalham no limite. Entenda o que muda na revisão do seu eletrificado. Pneus: O maior custo oculto da eletrificação Se você instalou um pneu comum no seu carro elétrico, ele pode durar até 30% menos do que o esperado. Por quê? O Peso das Baterias: Um carro elétrico é, em média, 200 kg a 400 kg mais pesado que um similar a combustão (Fonte: Continental Tires). Isso exige pneus com índice de carga reforçado (sigla XL ou HL). Torque Instantâneo: Diferente do motor a gasolina, o elétrico entrega toda a força no milésimo de segundo em que você pisa no pedal. Esse “arranque” gera um estresse enorme na borracha. Resistência ao Rolamento: Pneus para elétricos (com selo EV) são projetados para oferecer menos atrito, garantindo até 10% mais autonomia de bateria.   Freios: O sistema que “descansa”, mas exige atenção Aqui está a maior curiosidade técnica: as pastilhas e discos de um elétrico podem durar até 3 vezes mais. Isso acontece graças à Frenagem Regenerativa, onde o motor elétrico freia o carro para carregar a bateria. O risco: Como o freio físico é pouco usado, ele pode sofrer com a oxidação ou o travamento de pinças por falta de uso. Além disso, o fluido de freio continua sendo higroscópico (absorve umidade) e deve ser trocado a cada 2 anos para garantir que, em uma emergência, o sistema responda com 100% de força.   Suspensão: Silêncio que exige precisão Em um carro a combustão, o ruído do motor disfarça pequenos barulhos. No elétrico, o silêncio é absoluto. Qualquer “batidinha” na suspensão vira um tormento para o motorista. Desgaste de Buchas e Amortecedores: Por causa do peso extra das baterias, os componentes da suspensão sofrem fadiga precoce. Folgas em pivôs e terminais de direção são comuns em elétricos que rodam muito em asfalto irregular. Alinhamento 3D: Um elétrico desalinhado “consome” bateria e pneu em uma velocidade alarmante. Na Bono Pneus, utilizamos scanners de precisão para garantir que o centro de gravidade do seu veículo esteja sempre em equilíbrio.   Arrefecimento: Não é só para o motor Diferente do que muitos pensam, carros elétricos usam líquidos de arrefecimento. Mas aqui, o foco é a bateria. Para manter a saúde das células e evitar o superaquecimento durante recargas rápidas, o fluido de arrefecimento deve ser monitorado e trocado conforme o manual (geralmente a cada 5 anos). Por que escolher a Bono Pneus para seu Híbrido ou Elétrico? Manter a garantia do seu BYD, GWM, Toyota ou Volvo exige revisões em dia, mas itens de suspensão, pneus e freios são de livre escolha do proprietário. Especialistas em Pneus EV: Temos em estoque os modelos específicos para o torque e peso do seu carro. Check-up de Segurança: Avaliamos o estado real dos seus freios e suspensão para que o silêncio da sua condução continue sendo sinônimo de segurança. Pagamento Facilitado: O investimento em tecnologia de ponta merece condições de pagamento que caibam no seu planejamento.   Encontre a Bono Pneus mais proxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Volvo/Click Petróleo e Gás, Michelin/Achei Pneus). (Fonte: https://www.abtlp.org.br/ )

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A Era dos SUVs: Por que eles dominam o Brasil e o que você precisa saber sobre a manutenção desses gigantes

Se você olhar pela janela agora, verá um cenário bem diferente de 10 anos atrás. Os sedãs e hatches compactos, que antes reinavam absolutos, deram lugar aos SUVs (Sport Utility Vehicles). Em 2025, os SUVs consolidaram sua liderança, abocanhando mais de 45% do mercado de veículos leves no Brasil, segundo dados da Fenabrave e da Jato Dynamics. Mas o que está por trás dessa “SUVização” do Brasil? E, mais importante: o que muda no seu bolso quando você troca um carro comum por um utilitário esportivo? A Bono Pneus explica os motivos dessa mudança e os cuidados técnicos que esses modelos exigem.   Por que o brasileiro se apaixonou pelos SUVs? A mudança de comportamento não foi por acaso. Três pilares sustentam esse domínio: Sensação de Segurança e Visibilidade: A posição elevada de dirigir oferece um campo de visão mais amplo, o que gera uma percepção psicológica de maior controle e segurança no trânsito urbano. Adaptação às Vias Brasileiras: Com um vão livre do solo maior, os SUVs sofrem menos em cidades com asfalto irregular, lombadas altas e valetas. Status e Espaço Familiar: O design robusto tornou-se um símbolo de status, substituindo os antigos sedãs médios como o “carro da família”.   O Impacto Técnico: O peso da escolha Embora pareçam invencíveis, os SUVs possuem características físicas que exigem uma manutenção muito mais rigorosa que um hatch leve. O Desafio da Suspensão SUVs são, em média, 20% a 30% mais pesados que carros compactos. Esse peso extra, somado ao centro de gravidade mais alto, sobrecarrega os componentes de articulação. Buchas, Pivôs e Batentes: O esforço lateral em curvas é maior, o que acelera o desgaste dessas peças. Se você sente a “suspensão batendo” ou o carro balançando excessivamente, o diagnóstico deve ser imediato para evitar danos aos amortecedores.   Pneus de Alta Performance e Carga Você já reparou que os pneus de um SUV são significativamente maiores e mais caros? Isso acontece porque eles precisam de um Índice de Carga (Load Index) superior. Desgaste Irregular: Devido ao peso e à altura, se o SUV não estiver perfeitamente alinhado, os pneus podem “escamar” ou gastar prematuramente nas bordas, gerando um prejuízo de milhares de reais em poucos meses.   Frenagem: Mais massa exige mais eficiência Parar um veículo de 1.500 kg exige muito mais do sistema de freios do que parar um de 900 kg. Fading e Superaquecimento: Discos e pastilhas de SUVs trabalham em temperaturas mais altas. Segundo a Fras-le (referência em fricção), a escolha de componentes de baixa qualidade em SUVs pode aumentar a distância de frenagem em níveis perigosos. É vital verificar a espessura dos discos e a validade do fluido de freio anualmente.   Manutenção na Bono Pneus: O parceiro do seu SUV Na Bono Pneus, entendemos que um SUV não é apenas um “carro maior”. Ele exige equipamentos de precisão, como o Alinhamento 3D, capaz de ler as medidas específicas de cada fabricante para garantir a estabilidade do veículo.   (Fontes: Fenabrave Jato Dynamics, Manual de Engenharia de Fabricantes (Toyota, Jeep, VW), Fras-le / Cofap)

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Isenção de Pedágio para Caminhoneiros e Taxistas: O que se sabe sobre o novo Projeto de Lei?

O custo logístico no Brasil é um dos maiores gargalos para quem vive do volante. Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4453/23 (e suas apensações recentes em 2026), que visa isentar motoristas autônomos de cargas e passageiros do pagamento de pedágios em rodovias federais e estaduais. Para o caminhoneiro que cruza o país ou o taxista que atua em regiões metropolitanas como BH e Vinhedo, essa medida não é apenas política: é uma questão de sobrevivência financeira. O Raio-X do Projeto de Lei: Quem realmente terá o benefício? A proposta foca no transportador autônomo, combatendo a disparidade de custos entre grandes frotas e o profissional individual. Critérios de Elegibilidade: A isenção é destinada a motoristas com inscrição ativa no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) e taxistas com licença municipal válida. A Abrangência das Vias: O PL abrange tanto rodovias exploradas diretamente pelo Poder Público quanto aquelas sob concessão da iniciativa privada. Este é o ponto mais debatido, pois envolve o reequilíbrio financeiro dos contratos com as concessionárias. O Objetivo Econômico: Reduzir o “Custo Brasil”. Estima-se que o pedágio represente entre 15% a 25% do custo fixo de uma viagem de longa distância.   A “Armadilha” da Isenção: Por que a manutenção preventiva se torna ainda mais vital? Há um fator que muitos ignoram: ao ser isento de pedágio, o motorista profissional tende a aumentar sua frequência de viagens para aproveitar a margem de lucro. No entanto, o asfalto das rodovias  mesmo as pedagiadas  exige um preço alto dos componentes mecânicos.   Suspensão: O componente que mais sofre Para o taxista e o caminhoneiro, a suspensão é o item que dita o lucro no final do mês. Um amortecedor fadigado não causa apenas desconforto; ele destrói os pneus prematuramente.   Fato Técnico: Um sistema de suspensão desalinhado pode aumentar o consumo de combustível em até 8%. A economia que você faz no pedágio pode ser perdida em poucos dias se o carro estiver “comendo pneu” ou bebendo mais diesel/gasolina por falta de alinhamento 3D.   Segurança Jurídica vs. Segurança Mecânica Enquanto o Congresso discute a segurança jurídica dos contratos de pedágio, o motorista precisa focar na segurança mecânica. Rodovias com fluxo intenso exigem que o sistema de freios esteja com fluido novo e discos dentro da espessura mínima. Um freio que falha em uma descida de serra ou uma bucha de suspensão que quebra em alta velocidade anula qualquer benefício fiscal.   Como se preparar para as mudanças? O projeto está em fase avançada de discussão nas comissões de Viação e Transportes. A tendência é que a isenção venha acompanhada de uma fiscalização mais rígida sobre o estado de conservação dos veículos (Cronotacógrafo e vistorias).   O Checklist do Motorista Profissional na Bono Pneus: Para garantir que seu veículo esteja apto a rodar e lucrar com as novas medidas, a Bono Pneus oferece condições especiais: Diagnóstico Suspensão : Identificação de folgas em pivôs e terminais antes que gerem quebras na estrada. Revisão de Freios: Pastilhas de cerâmica e fluidos sintéticos para quem roda o dia todo. Pagamento Facilitado: Parcelamento exclusivo para profissionais autônomos manterem a ferramenta de trabalho em dia sem descapitalizar.   Encontre a Bono Pneus mais proxima a você: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: quatrorodas.abril.com.br/noticias )

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Garantia de 10 anos da Toyota: Como funciona e como não perder o benefício?

A notícia de que a Toyota agora oferece até 10 anos de garantia no Brasil mudou o jogo para quem busca valor de revenda e tranquilidade. O programa Toyota 10 é inédito, mas para usufruir dele, o proprietário entra em um regime de manutenção que não admite erros.   Nesta matéria, a Bono Pneus detalha tudo o que você precisa saber para não ser pego de surpresa e como a manutenção correta de itens de desgaste como suspensão e freios é a chave para a aprovação do seu carro nas inspeções da montadora.   O que é o Programa Toyota 10? Diferente da garantia tradicional de 5 anos que já conhecemos, o Toyota 10 funciona como uma extensão anual. Ao completar o quinto ano de uso, a garantia expira e, a partir daí, o cliente ganha o direito de renová-la a cada 12 meses (ou 10 mil km), até que o veículo complete uma década de vida.   Modelos Elegíveis Linha Completa: Do Yaris Cross ao SW4, todos os lançamentos a partir de 2020. Exceção Especial: Unidades do Corolla modelo 2019/2020 também entram na regra. Quilometragem Limite: O carro deve ter menos de 200.000 km (uso pessoal) ou 100.000 km (uso comercial).   A “Regra de Ouro” da Quilometragem Muitos motoristas perdem o benefício por falta de atenção ao painel. Para que um Corolla ou Hilux seja “re-admitido” no programa de extensão, ele deve ser levado à concessionária com no máximo 190 mil km rodados. Se o veículo chegar para a revisão com 191 mil km, a oportunidade de estender a garantia por mais um ano é permanentemente encerrada, mesmo que o carro tenha apenas 6 ou 7 anos de uso.   Pulei revisões: O caminho para a reativação Este é o ponto onde a Bono Pneus mais auxilia seus clientes. Se você comprou um Toyota seminovo que não tem o carimbo de todas as revisões, ainda há esperança. A Toyota permite a reativação da garantia após uma inspeção clínica.   O rigor da inspeção técnica Durante a avaliação na concessionária, o técnico emitirá um laudo sobre o estado de conservação do veículo. Itens de segurança e desgaste natural são os primeiros a serem checados: Sistema de Frenagem: Discos e pastilhas devem estar dentro das medidas de segurança. Suspensão e Amortecedores: Não pode haver vazamentos, folgas em buchas ou pivôs estourados. Pneus: Devem estar com o TWI (indicador de desgaste) preservado e sem deformações.   Por que passar na Bono Pneus antes da Concessionária? Muitos orçamentos de concessionária para “reativação de garantia” podem assustar pelo preço de itens periféricos (suspensão e freios). A Toyota exige que o carro esteja em ordem, mas você tem a liberdade de manter esses itens de desgaste em um centro automotivo especializado de sua confiança.   Na Bono Pneus, realizamos o check-up preventivo focado nos padrões de exigência das montadoras. Oferecemos: Soluções em Suspensão: Troca de amortecedores e componentes com peças de primeira linha. Revisão de Freios: Garantia de que seu sistema passará em qualquer inspeção técnica. Pagamento Facilitado: Diferente das condições rígidas de balcão de concessionária, na Bono você tem facilidade para deixar seu carro impecável.   Uso Comercial: Regras específicas para Uber e Frotas Se o seu Toyota é ferramenta de trabalho (táxi, aplicativo ou locadora), o limite é mais rígido. A garantia estendida também chega aos 10 anos, mas a quilometragem total é limitada a 100.000 km. Para este público, o rigor nas revisões de suspensão é ainda maior, dado o uso severo em ambiente urbano.   Segurança é o melhor investimento A garantia de 10 anos da Toyota é um selo de confiança na engenharia japonesa, mas ela exige uma contrapartida do dono: zelo absoluto. Manter seu carro com a manutenção em dia na Bono Pneus é o caminho mais curto (e econômico) para garantir que seu Toyota chegue aos 10 anos valendo muito mais no mercado.   Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/ (Fonte: autoesporte.globo.com/servicos)

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Rodízio de Pneus: Como aumentar a durabilidade sem riscos?

Fazer o rodízio de pneus gera debates entre motoristas. Alguns juram que é o segredo para economizar, outros acreditam ser perda de tempo. Mas o que a engenharia automotiva diz sobre isso? Neste guia da Bono Pneus, vamos desmistificar o rodízio, explicar quando ele é realmente necessário e por que o “jeito certo” de fazer vai muito além de apenas trocar as rodas de lugar. Por que o rodízio de pneus existe? O objetivo central do rodízio é uniformizar o desgaste dos pneus. Ao mudar as posições, garantimos que as propriedades de frenagem, dirigibilidade e conforto (como ruído e maciez) sejam mantidas por mais tempo, estendendo a vida útil do jogo de pneus. O mito do “Tamanho Único” Não existe uma regra que valha para todos os carros. O rodízio depende totalmente do esquema e da quilometragem recomendados no manual do proprietário. Alguns fabricantes, inclusive, não recomendam o procedimento, especialmente em modelos que utilizam medidas de pneus diferentes entre os eixos. Por isso, antes de qualquer intervenção, a leitura do manual é indispensável. O que influencia o desgaste do seu pneu? O rodízio, por si só, não faz milagres. Ele só é eficaz se o veículo estiver em perfeitas condições. O consumo da borracha varia conforme: Sistema de tração: Dianteira ou traseira exigem esforços distintos. Distribuição de peso: Onde o veículo é mais pesado, o desgaste é mais acelerado. Geometria e Manutenção: É impossível rodar pneus corretamente se o carro não estiver com rodas alinhadas, balanceadas e com sistema de freios, direção e suspensão em dia.   Mitos Técnicos: Sentido de Giro e Bandas Assimétricas Há muita confusão sobre o “sentido de giro”. A estrutura radial moderna suporta esforços nos dois sentidos (aceleração e frenagem) sem problemas. A única restrição real ocorre em pneus com bandas assimétricas, desenhados especificamente para otimizar a drenagem de água. Nestes casos, a montagem deve seguir rigorosamente a instrução de lado do pneu. E o estepe? Ele ainda entra no rodízio? Antigamente, era comum incluir o estepe no esquema de rodízio para aproveitar a borracha e evitar que ela ressecasse (já que pneus sem uso perdem a elasticidade da vulcanização). Porém, essa prática está com os dias contados por dois motivos principais: Estepe de uso temporário: Mais finos e leves, eles dominam os lançamentos para economizar espaço e reduzir peso. Tecnologia: Com sensores de pressão e pneus do tipo run flat, o estepe tradicional caminha para a extinção. Além disso, rodar com três pneus gastos e um totalmente novo gera um desequilíbrio dinâmico que pode prejudicar a estabilidade do veículo. Dica do Especialista Bono Pneus Não faça rodízio de pneus “no olho”. Para garantir que o serviço será feito corretamente e conforme as especificações do seu veículo, use canetas marcadoras para identificar as rodas e busque uma loja da Bono Pneus mais próxima a você.   (Fonte: quatrorodas.abril.com.br/auto-servico)

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Venda de veículos sobe 8,6% em fevereiro: O que isso significa para o mercado automotivo em 2026?

O setor automotivo brasileiro iniciou o ano de 2026 com sinais claros de resiliência e transformação tecnológica. De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o mês de fevereiro registrou um salto de 8,6% nas vendas em comparação a janeiro, totalizando 185,2 mil emplacamentos. Nesta matéria, analisamos o que esses números revelam sobre a economia, os desafios da indústria nacional e a ascensão irreversível dos veículos eletrificados no Brasil. O Ritmo do Mercado: Estabilidade e Crescimento Interno Embora o crescimento frente a fevereiro do ano passado tenha sido de apenas 0,1%, o desempenho do primeiro bimestre de 2026  com 355,7 mil unidades vendidas  mostra um mercado doméstico consolidado e maduro. Produção em Recuperação A produção nas fábricas acompanhou o otimismo das concessionárias, registrando um aumento de 24,9% em fevereiro em relação ao mês anterior. Foram 204,3 mil novas unidades saindo das linhas de montagem. No entanto, o setor ainda lida com cicatrizes: no acumulado do ano, a produção de 368 mil autoveículos representa um recuo de 8,9% comparado ao primeiro bimestre de 2025. O Desafio das Exportações e o “Efeito Carnaval” Um dos pontos de atenção destacados pelo presidente da Anfavea, Igor Calvet, é a retração nas exportações. O recuo de 28% no bimestre deve-se, em grande parte, à instabilidade econômica de parceiros comerciais históricos, como a Argentina. Além disso, a variação do calendário influenciou as métricas. Em 2025, o Carnaval ocorreu em março, o que permitiu um ritmo produtivo mais intenso em fevereiro daquele ano. Já em 2026, a distribuição dos dias úteis exigiu uma recalibragem das expectativas industriais. A Revolução Verde: O Recorde dos Híbridos e Elétricos O dado mais impactante do relatório de 2026 é, sem dúvida, a aceleração da eletromobilidade. Os veículos leves híbridos e elétricos já representam 15,9% do total de emplacamentos do país. Produção Nacional em Alta: Pela primeira vez na série histórica, 43% desse volume eletrificado é produzido em solo brasileiro. Isso reflete o sucesso dos ciclos de investimentos em novas tecnologias e a confiança das montadoras na infraestrutura nacional. Logística Global: Apesar das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam o custo logístico global, a cadeia automotiva brasileira demonstra firme intenção de continuar investindo e inovando. O que isso muda para você, motorista? O aumento nas vendas de veículos novos e a popularização dos eletrificados traz novos desafios para a manutenção preventiva. Veículos com novas tecnologias exigem: Diagnóstico Especializado: Sistemas de frenagem regenerativa e baterias de alta voltagem não podem ser revisados em qualquer lugar. Pneus Específicos: Carros elétricos e híbridos tendem a ser mais pesados, exigindo pneus com maior índice de carga e resistência ao rolamento. Dica da Bono Pneus: Se você faz parte da estatística e acaba de adquirir um veículo novo ou seminovo neste início de 2026, não negligencie a revisão de garantia e a inspeção de itens de segurança. A saúde do seu investimento começa na prevenção.   (Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia)

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A Nova Era da Manutenção: O que muda nos serviços de Suspensão e Pneus para Carros Híbridos e Elétricos?

A paisagem das ruas brasileiras mudou. Se antes os veículos eletrificados eram raridade, hoje eles ocupam as garagens de milhares de famílias. No entanto, uma dúvida paira sobre a cabeça de quem acaba de sair da concessionária: “A manutenção de um carro elétrico é realmente mais simples?” Embora o motor a combustão tenha sido substituído por baterias e inversores, a parte que toca o solo e garante a sua estabilidade continua sendo mecânica  e, neste caso, muito mais exigida. O peso elevado das baterias e o torque instantâneo dos motores elétricos criaram um novo desafio para o sistema de suspensão e pneus. Nesta matéria, a Bono Pneus revela os segredos técnicos que todo proprietário de um veículo Híbrido ou Elétrico (EV) precisa saber para não comprometer a segurança e a autonomia do seu novo investimento.   O Desafio do Peso: Por que a suspensão sofre mais? Um carro elétrico chega a ser, em média, 20% a 30% mais pesado que um modelo equivalente a combustão. Esse excesso de carga vem do pack de baterias, geralmente localizado no assoalho do veículo. O impacto nos Amortecedores e Buchas A física é implacável: maior massa significa maior inércia. Em buracos ou curvas acentuadas, os amortecedores e as buchas de suspensão de um carro elétrico precisam dissipar muito mais energia cinética. O risco: Componentes de suspensão que durariam 50 mil km em um carro flex podem apresentar fadiga precoce em um elétrico se não forem monitorados de perto. A solução Bono: Check-up eletrônico da carga dos amortecedores para garantir que a estabilidade do veículo não esteja comprometida pelo peso extra.   Pneus Específicos: O selo “EV” não é marketing, é engenharia Muitos motoristas acreditam que podem usar qualquer pneu da mesma medida em um carro elétrico. Este é um erro caro e perigoso. Os pneus para carros elétricos (identificados muitas vezes pela sigla EV nas laterais) possuem características únicas:   1. Índice de Carga Reforçado (HL – High Load) Devido ao peso das baterias, esses pneus possuem uma carcaça com maior resistência estrutural. Usar um pneu comum pode causar deformações na lateral e até estouros em velocidades de estrada.   2. Resistência ao Rolamento (O segredo da Autonomia) Nos carros a combustão, um pneu com alta resistência ao rolamento gasta mais combustível. Nos elétricos, ele “rouba” quilômetros da sua bateria. Pneus específicos para EVs são projetados para oferecer o mínimo de resistência, maximizando a autonomia de cada carga.   3. Torque Instantâneo e Desgaste Diferente do motor a gasolina, que sobe as rotações gradualmente, o motor elétrico entrega 100% do torque no momento em que você pisa no pedal. Esse “arranque” agressivo tende a lixar a borracha com muito mais facilidade. Sem um pneu de composto específico, a durabilidade pode cair drasticamente.   O Sistema de Freios e a “Falsa Sensação” de Durabilidade Uma das grandes vantagens dos híbridos e elétricos é o freio regenerativo, onde o motor elétrico ajuda a parar o carro para recarregar a bateria. Isso faz com que as pastilhas e discos de freio durem muito mais do que nos carros convencionais. No entanto, surge um problema perigoso por falta de uso: a oxidação. Como os freios mecânicos são menos acionados, os discos podem acumular resíduos e oxidação, e o fluido de freio pode envelhecer por tempo, absorvendo umidade (higroscopia) e comprometendo uma frenagem de emergência. Na Bono Pneus, testamos o ponto de ebulição do fluido para garantir que, quando você precisar do pedal, ele responda com 100% de eficiência.   Geometria 3D: A precisão é vital para a bateria Se o alinhamento é importante em um carro flex, no elétrico ele é vital. Um carro levemente desalinhado gera um “arrasto” constante das rodas no asfalto. Em um veículo que depende de eficiência energética extrema, esse arrasto pode reduzir a autonomia da bateria em até 10% ou 15%. Manter a Geometria Veicular Completa (Alinhamento, Cambagem e Cáster) em dia na Bono Pneus é a forma mais barata de “ganhar” quilômetros extras na sua próxima carga.   3 Cuidados Essenciais para o proprietário de Híbridos e Elétricos em 2026 Calibragem Rigorosa: Devido ao peso maior, um pneu de carro elétrico com pressão baixa deforma muito mais rápido e esquenta excessivamente. Confira a calibragem a cada 15 dias. Rodízio de Pneus Antecipado: Como o torque é muito alto, recomendamos o rodízio de pneus a cada 7.000 km ou 8.000 km para equilibrar o desgaste entre os eixos. Inspeção de Suspensão: Não espere ouvir barulhos. A suspensão de um elétrico trabalha no limite do peso; uma inspeção visual preventiva pode evitar a troca de componentes caros antes da hora.   Tecnologia nova exige especialização O carro mudou, mas a necessidade de segurança continua a mesma. Ter um veículo híbrido ou elétrico é fazer parte do futuro, e esse futuro exige uma manutenção inteligente, baseada em dados e tecnologia de ponta. Na Bono Pneus, nossas unidades estão equipadas e nossas equipes treinadas para entender as nuances da frota eletrificada. Da escolha do pneu com o índice de carga correto até a geometria 3D de alta precisão, estamos aqui para garantir que sua única preocupação seja aproveitar o silêncio e o torque do seu novo carro.   Tem um carro híbrido ou elétrico e quer garantir que ele esteja rendendo o máximo? Agende uma visita na Bono Pneus e otimize a performance do seu veículo! Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: Conteúdo baseado em diretrizes da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), normas de fabricantes de pneus para EVs (como a linha e.Primacy ou iON) e engenharia de materiais de suspensão).

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Novo Radar com IA: Como funcionam as câmeras que aplicam milhares de multas e como se proteger

Você sabia que o simples gesto de coçar a cabeça ou apoiar o braço na janela pode, agora, ser interpretado por uma Inteligência Artificial e resultar em uma multa pesada? Uma nova geração de radares inteligentes está se espalhando pelas rodovias brasileiras (especialmente em São Paulo e Minas Gerais) e o impacto é impressionante: apenas um equipamento na Rodovia Anhanguera registrou 20 mil infrações em apenas 5 meses. Para quem está planejando viajar em feriados prolongados, entender como essa tecnologia funciona não é apenas uma questão de evitar multas, mas de garantir a segurança da sua família. Neste artigo, a Bono Pneus explica a tecnologia por trás dos “super-radares” e o que você precisa checar no seu carro para rodar com tranquilidade. O que são e como funcionam os Radares com IA? Diferente dos radares tradicionais, que focam exclusivamente na velocidade, os novos equipamentos instalados por concessionárias como Arteris e Renovias são verdadeiros “olhos digitais”. Equipados com câmeras de resolução 4K e sensores infravermelhos, eles operam com precisão tanto de dia quanto de noite, ignorando reflexos solares e monitorando veículos a até 300 km/h. A Inteligência Artificial como Fiscal A IA desses radares foi treinada através de machine learning para identificar padrões de comportamento dentro da cabine do veículo. O sistema escaneia a imagem em tempo real e busca por: Uso de celular: Identifica o aparelho próximo ao rosto ou nas mãos do condutor. Cinto de segurança: Verifica motorista e passageiros (inclusive no banco traseiro). Postura do condutor: Detecta braços para fora do veículo. Transporte de crianças: Analisa se bebês e crianças estão nas cadeirinhas corretas ou se estão indevidamente no banco dianteiro. Onde os “Super-Radares” já estão operando? A tecnologia avançou rapidamente entre 2025 e o início de 2026. Atualmente, os principais pontos de atenção estão nos seguintes trechos: No Estado de São Paulo: Rodovia Anhanguera (SP-330): Trecho de Ribeirão Preto. Rodovia Campinas-Mogi (SP-340): Administrada pela Renovias, com monitoramento intenso entre Campinas e Mogi Mirim. Capital Paulista: Radares inteligentes já monitoram corredores exclusivos de ônibus e uso de celular dentro da cidade.   No Estado de Minas Gerais: BR-365: Trecho entre Uberlândia e Patrocínio. Sul de Minas: Monitoramento expandido nas rodovias MG-290, BR-459 e LMG-877.   A IA pode multar sozinha? (O fator Humano) Uma dúvida comum entre os motoristas é se um erro do algoritmo pode gerar uma multa injusta. De acordo com as normas atuais e o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a IA não aplica a multa diretamente. O sistema funciona como um filtro: a Inteligência Artificial seleciona as imagens com indícios de infração e as envia para um agente de trânsito humano. Somente após a validação de uma autoridade, a notificação é gerada. Isso garante que o direito à ampla defesa seja respeitado e que erros tecnológicos sejam corrigidos antes da emissão da guia de pagamento.   Além da Multa: O impacto real na Segurança Viária Embora o impacto no bolso seja o que mais assusta, os números trazem um dado positivo para quem utiliza as estradas. Na Rodovia Anhanguera, houve uma redução de 30% no número de acidentes nas zonas monitoradas. A “educação pelo bolso” acaba forçando uma atenção maior. O uso do cinto no banco traseiro, por exemplo, é uma das infrações mais cometidas e uma das principais causas de mortes em colisões frontais.   Checklist Bono Pneus: Prepare seu carro para a fiscalização (e para a estrada) Radares inteligentes também identificam veículos com licenciamento atrasado e irregularidades visíveis. Antes de pegar a estrada, certifique-se de que seu veículo não será um alvo: Cintos de Segurança: Verifique se todos os fechos traseiros estão funcionando e se não estão escondidos sob o banco. Itens de Retenção Infantil: Bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação devem estar instalados conforme o peso e idade da criança. Iluminação e Sinalização: Câmeras inteligentes detectam lâmpadas queimadas com facilidade. Manutenção Preventiva: A IA foca no comportamento interno, mas a sua segurança depende do que está do lado de fora. Pneus gastos ou desalinhados aumentam o risco de acidentes em trechos onde a fiscalização é rigorosa. Valores das Multas e Pontuação (Atualizado 2026) Ficar atento ao valor das infrações é essencial para o planejamento da sua viagem: Infração Gravidade Valor Pontos Transporte Irregular de Crianças Gravíssima R$ 293,47 7 pontos Uso de Celular ao Volante Gravíssima R$ 293,47 7 pontos Sem Cinto de Segurança Grave R$ 195,23 5 pontos Braço para fora do veículo Média R$ 130,16 4 pontos   Tecnologia a serviço da vida O avanço da Inteligência Artificial nas rodovias brasileiras é um caminho sem volta. O objetivo final é criar um ambiente rodoviário onde a imprudência seja detectada instantaneamente, reduzindo o trabalho das equipes de resgate e salvando vidas. Na Bono Pneus, acreditamos que a tecnologia é uma aliada. Assim como os radares usam IA para identificar perigos, nós usamos o Alinhamento 3D e diagnósticos digitais para garantir que seu carro responda perfeitamente a qualquer comando. Vai viajar? Não deixe que uma multa (ou um problema mecânico) estrague sua viagem.   Agende sua revisão preventiva na Bono Pneus mais próxima e viaje com total segurança! Acesse: https://bonopneus.com.br/onde-estamos/   (Fonte: AutoEsporte – Serviços – Seu bolso)

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Alinhamento, Cambagem e Cáster: O Guia Definitivo para Não “Jogar Pneus Fora”

Você já teve a sensação de que o seu carro tem “vontade própria”? Seja puxando para um lado da estrada ou apresentando um volante que nunca fica perfeitamente centralizado, esses sinais não são apenas incômodos: eles são alertas de que o seu bolso está sofrendo um ataque invisível. Rodar com a geometria veicular desajustada é o equivalente automotivo a caminhar com sapatos tortos. Em poucas horas, seus pés doerão e a sola do calçado estará destruída. No seu veículo, esse “desajuste” resulta em pneus que duram metade do tempo projetado e um consumo de combustível que sobe sem explicação aparente. Neste guia completo da Bono Pneus, vamos desmistificar os termos técnicos e mostrar como o Alinhamento, a Cambagem e o Cáster trabalham juntos para manter sua segurança e sua economia em dia. O que é Geometria Veicular e por que ela salva seu orçamento? Para o motorista médio, “fazer o alinhamento” parece ser apenas o ato de deixar o volante reto. No entanto, para os especialistas da Bono Pneus, trata-se de Geometria Veicular Completa. A geometria é o conjunto de ângulos e ajustes da suspensão que garantem que as rodas toquem o solo da forma mais eficiente possível. Quando esses ângulos estão corretos, o atrito entre o pneu e o asfalto é minimizado, permitindo que o carro deslize suavemente. Quando a geometria está fora dos padrões do fabricante, o pneu para de rolar e passa a “raspar” no asfalto. Esse arrasto desnecessário exige mais força do motor (gastando combustível) e lixa a banda de rodagem do pneu de forma prematura. Manter a geometria em dia não é um gasto; é uma estratégia de segurança ativa para evitar acidentes e gastos inesperados com o eixo traseiro e dianteiro. Alinhamento (Convergência e Divergência): O ajuste do “passo” O termo técnico para o alinhamento básico é a convergência ou divergência das rodas. Imagine que você está olhando o seu carro de cima: as rodas devem estar paralelas entre si. Convergência: Quando as rodas estão levemente “fechadas” para dentro. Divergência: Quando as rodas estão apontando para fora.   O que acontece se estiver errado? Se o ajuste do “passo” das rodas estiver incorreto, você sentirá os seguintes sintomas: Volante torto: Você precisa segurar o volante inclinado para o carro seguir em linha reta. Carro “arisco”: O veículo parece instável e responde de forma exagerada a qualquer movimento, especialmente em retas. Desgaste em forma de serra: Ao passar a mão sobre o pneu, você sente rebarbas como se fossem dentes de serra. A Diferença Bono Pneus: Enquanto oficinas comuns usam réguas ou lasers manuais que permitem margem de erro, nosso sistema de Alinhamento 3D utiliza sensores de alta definição. Ele identifica desvios de milímetros que o olho humano jamais perceberia, garantindo que o ajuste seja idêntico ao que o carro tinha quando saiu da fábrica. Cambagem: O ângulo de inclinação vertical A cambagem é um dos termos que mais gera dúvidas. Ela refere-se à inclinação da parte superior das rodas para dentro ou para fora do carro, quando visto de frente. Cambagem Negativa: A parte superior da roda está voltada para dentro (comum em carros de corrida para dar aderência em curvas). Cambagem Positiva: A parte superior da roda está voltada para fora (como uma bailarina fazendo a posição “pé de pato”). Quando o pneu “come” por dentro ou por fora O grande problema da cambagem incorreta é que ela concentra todo o peso do veículo em apenas um lado do pneu. Se a cambagem estiver muito negativa, o pneu “come” todo por dentro. Se estiver positiva, ele desgasta a borda externa rapidamente. Por que a cambagem desajusta? No Brasil, o principal vilão são os buracos e as batidas laterais em guias (meio-fio). Um impacto seco pode entortar componentes da suspensão, alterando esse ângulo e destruindo a estrutura interna do pneu em poucos dias de uso. Cáster: A estabilidade em altas velocidades O cáster é o ângulo menos conhecido, mas é ele quem garante que o seu carro seja “dirigível”. Ele é a inclinação do pino mestre (o eixo de direção) para frente ou para trás. Pense na rodinha de um carrinho de supermercado: o eixo é inclinado para que a rodinha sempre siga a direção do movimento. No carro, o cáster faz a mesma coisa. O retorno automático do volante Sabe quando você termina uma curva, solta o volante e ele volta sozinho para o centro? Isso é o cáster positivo trabalhando. Cáster insuficiente: Deixa a direção pesada e o carro “bobo” em altas velocidades. Cáster excessivo: Faz o volante vibrar e transmite todos os impactos do solo para as mãos do motorista. Este é o ângulo que as oficinas genéricas costumam ignorar porque o ajuste pode ser complexo. Na Bono Pneus, o cáster é parte essencial do check-up, garantindo o conforto em viagens longas.   5 Sinais de que você precisa visitar a Bono Pneus hoje Não espere o pneu ficar “careca” para agir. Fique atento a estes 5 sinais de alerta: Pneu com “escamas”: Se as bordas do pneu parecem descascadas ou com degraus. Volante “preguiçoso”: O volante não retorna sozinho para o centro após uma manobra. Trepidações estranhas: Você sente o volante vibrar ao passar de 80 km/h (sinal de que a geometria afetou o balanceamento). Direção pesada: Manobrar para estacionar exige muito mais esforço do que o normal. Impactos recentes: Se você caiu em um buraco profundo ou “meio-fio”, a probabilidade da geometria ter saído do lugar é de quase 90%.   Por que o Alinhamento 3D da Bono é superior ao convencional? A tecnologia mudou e a manutenção do seu carro também precisou evoluir. O Alinhamento 3D da Bono Pneus é o padrão ouro do mercado por três motivos principais: Precisão Cirúrgica: Utilizamos câmeras de alta resolução que leem alvos colocados nas rodas, criando um modelo tridimensional do veículo em tempo real. Base de Dados de Fábrica: Nosso sistema possui as especificações exatas de milhares de modelos. O computador nos diz exatamente qual deve ser o ângulo para o seu modelo e ano específico. Agilidade e Confiabilidade: O diagnóstico é feito em menos de 20 minutos. Eliminamos o “achismo” e o erro humano, entregando um relatório impresso com o “antes e depois” para sua total transparência.   Conclusão: Não jogue seus pneus

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